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O mundo é mesmo contraditório e incompreensível, se por um lado cobra que você seja feliz o tempo todo, como se ao nascer você tivesse assinado um contrato de felicidade perene com a vida, por outro cria uma atmosfera de estranheza para minar a sua alegria como se você tivesse quase uma obrigação de ser triste para não destoar da tristeza e do sofrimento humano.
Viver a grande felicidade torna-se uma estúpida obsessão quando a gente passa mais tempo procurando-a que simplesmente vivendo as pequenas alegrias que a vida nos traz nos detalhes do dia a dia.
“Amor de verdade”
— Vivi promessa quebrada,
compromisso que não se cumpriu.
— Tive a alma destroçada,
sofri de solidão, tive frio,
senti em frangalhos o meu coração.
— Conheci o amor itinerante, não queria nada com nada, só aproveitar o instante.
— Sofri com sonhos sufocados, por ter medo de serem censurados
— Rabisquei o que via através da janela, fiz pintura em aquarela
— Sofri por amor na mocidade.
— Dei pulos de felicidade.
— Conheci pessoas, que se vestiam de maldade.
— Até que conheci o amor de verdade.
— Me apaixonei por um sorriso bonito, aquele que me trouxe a calmaria, me mostrando que amar, não é viver em conflito, que a gente não precisa ficar aflito
— Só então entendi!
(Que o AMOR, pode ser encontrado através da vivência, espantando a solidão, que se ampara um no outro, sorri e choram juntos e não querem mais viver de ilusão).
Rosely Meirelles
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DISTÂNCIA PODE IMPEDIR MUITAS COISAS NA VIDA MENOS DE EXPRESSAR SENTIMENTOS.
Distância não significa nada quando alguém significa tudo.
Se a lua que é belíssima eu a vejo mesmo distante, imagina você que és raridade e encantadora.
Distância não significa nada quando alguém significa tudo.
Medo é uma barreira e uma blindagem que criamos do instinto animal, do ser humano.
Mas, para quebrar isso, tu tens que acreditar, ter segurança e acreditar que a paixão do amar resulta na felicidade.
O que é verdadeiro nunca acaba, só aumenta e multiplica.
O LIVRO
Conheci as mais belas palavras que poderiam existir dentro de um livro. O livro era profundo, esperançoso, era lindo, gracioso. Sua capa, soava simples demais para a grandiosa história que se estendia por entre as páginas. Muitos rejeitaram aquele livro pela capa que possuíra, e tendo o lido, posso afirmar com certeza: eles não eram dignos de desfrutarem tal escrito. Ninguém havia vivenciado o que ele vivenciou, ninguém havia chorado como ele chorou, ninguém havia se sacrificado como ele se sacrificou. O que eram aqueles livros lindos por fora e tão superficiais por dentro!? Comparado àquele livro e suas belas páginas amareladas, envelhecidas pelo tempo.
A paixão não tem educação, não quer saber se o imóvel (coração) está ou não ocupado, chega chegando, derrubando a porta, jogando tudo para cima, deixando a casa (pensamentos) toda de pernas para cima.
Não se importa nadinha com o tempo, pois transforma um segundo em dias e dias em anos. Ela é impiedosa e não respeita as leis físicas, pois parece que torna o ar mais pesado, do nada você passa a ter dificuldades para respirar, então o coração sofre, batendo acelerado como se estivesse em uma maratona.
Ela te converte em um doido, do nada você fica suspirando, rindo, com cara de bobo, lendo uma mensagem na tela do telefone ou computador.
Ela é como um ímã que por mais que você tente correr no sentido contrário, ela te puxa, tem atrai para o outro. Você volta a ser um garoto que se contenta e se alegra com o mínimo, no início um simples olhar, um sorriso muda tudo em seu mundo, da escuridão dos seus pensamentos, faz nascer a luz de planos, de momentos, de sentimentos, de desejos. Mas ela é perigosa, pois assim como o álcool, ela entorpece, tira os sentidos, elimina razão, o medo... A paixão renova, transforma, revitaliza (suspiros).
Escrevo e penso, apago, reescrevo, penso, repenso... escrevo, envio. É possível que precise me controlar mais, é possível que seja necessário ter mais cuidado, é necessário repensar sempre. Mas tu, paixão, já roubaste a minha razão.
Com o tempo a gente para de procurar a felicidade, não porque desistiu dela, mas porque passa a entender que a real felicidade é ter paz. E quando a gente entende isso, é a paz que a gente começa a buscar.
Às vezes, é necessário que a vida nos vire do avesso, para que a gente enxergue que a felicidade está dentro de nós e não fora.
Diz o velho ditado que felicidade custa caro, felicidade não custa caro, o que realmente custa caro é viver uma vida toda infeliz.
