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Lidar com aquilo que nos atormenta, é andar na direção da cura e libertação na estrada da existência
Com o tempo, você acaba entendendo de uma vez por todas, que lutar contra o tempo é perder tempo. E que por sinal, esse passa e não fica.
Entende também, que o que fica é apenas o som dos ponteiros ecoando sob cada ação que você imortalizou enquanto vivo. Ou, a oportunidade de realizar as ações, que perdeu enquanto estava ocupado demais vivendo. E, essa última, por sinal é a que dói de verdade, pois remorsos e lembranças, ecoam para sempre na eternidade. Você é apenas uma pequena fração de toda a existência, mas que carrega consigo, o poder de mudar o destino de muitos. Para sempre.
Mãe é um paradoxo, um ser inexplicável e explicável, um sentimento maior que o expressível e um amor pleno inigualável.
Mas em todos os pensamentos és a mãe a figura mais divina.
Muito mais que uma benção de Deus, uma parte dele. Nem todos podemos entender como é ser assim, apenas retribuir, pois graças a sua existência, existimos. Parabéns pelo seu dia, mãe!
Amo-te de noite, amo-te de dia, amo-te ao entardecer, nas madrugadas frias amo-te mais ainda, tua essência, teu ser, tudo que envolve você me deixa completamente em transe, sua presença é o suficiente para me levar ao êxtase, sem ti não passo de um receptáculo vazio, minha existência perde todo o significado ante a falta da tua, não há sentido e nem cor em um mundo sem ti, não há música ou melodia que possam sensibilizar meu ser, não há musas ou divas, pois minha única inspiração é você.
O tempo, o vento, o sono, o sonho, o pesadelo, a fantasia, a alegria, a harmonia, a paz, o beijo, o desejo, o desprezo, o apreço, o carinho, o amor, o ódio, o rancor, a verdade, a realidade, a mentira, a falsidade, a sensibilidade, a desonestidade, a fé, a maldade, a estabilidade, o altruísmo, o humanismo, o descaso.. do quê mesmo somos feitos?
Se a vida não fosse em si mesma uma anomalia, não haveria razão alguma para existir confissões, diários e confidências de almofadinhas. O que se chama “vida íntima” é uma espécie de meteoro em chamas que tem um vínculo grotesco e poderoso com o crime de estar vivo.
Perdemos muitas coisas, objetos, bens, lutas etc... mas tem coisas que não perdemos, tem coisas que ficam eternamente sempre conosco na nossa existência!
É acreditando em utopias que conseguimos tornar nossa realidade tolerável.
Não finjo que está tudo bem;
Chamo a existência de que tudo tendem a melhorar.
Esse negócio de ficar perdendo tempo se lamentando pelo o que não se tem, é para os fracos.
Prefiro usufruir o que já conquistei, ciente quê o que tenho, não é muito. Mas pra mim, é mais que suficiente. Pois sabemos que em vários lugares do mundo tem gente com muito menos. E muita das vezes não tem nada mesmo.
É por isso que digo:
"Que os anjos nos sirvam;
E nos conduzam em triunfo!"
Quando afirmo que determinada coisa existe, o ônus da prova é inteiramente meu. Do contrário, qualquer um poderia criar seus seres imaginários e aos outros incumbiria a prova da inexistência. A isto chamamos inversão do ônus da prova, cuja finalidade é dar respaldo àquilo que objetivamente não se pode provar."
..."O mistério da vida é ter do criador a oportunidade de dá o nosso testemunho da sua grandiosidade através da nossa existência."... Ricardo Fischer
O ser humano perde tempo buscando uma vida além da morte e se esquece de viver a única existência que ele tem.
Não é apenas a percepção do tempo que constitui a saudade, mas os sentimentos arraigados que depositamos no vivido é que nos faz enxergar na existência as lacunas que vão ficando pelo caminho.
Quando não se tem nada pra fazer poetizamos, e ao poetizar descobrimos que o nada é tudo em cada verso. Então, não é passa tempo, é um demonstrar da existência, uma construção da realidade, é o seu eu que se expande e transcende ao que queres ser
O segredo da vida e de todas as coisas está no simples fato de VERMOS A DEUS: em nós, nos outros, nas nossas escolhas para o bem comum, nas decisões que tomamos!
Quem não consegue ver Deus nas pequenas coisas NUNCA conseguirá entender a dimensão salvadora da Sua presença no outro… É pelas nossas ações e atitudes com o outro que REVELAMOS DEUS EM NOSSAS VIDAS! Deus se materializa em cada pessoa, em cada irmão que cruza nosso caminho e permite que nossa vida sintonize com a dele, em pequenos gestos de carinho, de solidariedade e caridade! São pequenos gestos que ABREM AS PORTAS DO CÉU PARA OS FILHOS DE DEUS!
Tenha uma Boa Tarde de Sábado e que Deus se revele a cada um de nós conforme lhe convém, E QUE SAIBAMOS VÊ-LO NOS OUTROS!
O amor é vida em movimento, é a essência humana pulsando dentro da gente em todos as fases da nossa existência.
A Penumbra do Âmago Melancólico.
Novamente volto à penumbra, um local onde meu âmago melancólico, que um dia virá a ser eu novamente, como uma força brutal da natureza, me obriga repetidamente a ser aquilo que mais me causa náuseas. Essa força me compele a contemplar gritos tenebrosos presentes em signos e códigos indecifráveis que ecoam aflitamente na imensidão oca que habita em mim.
Em vão, tento buscar uma alternativa, mas como Drummond disse, "os muros são surdos". Sinto-me forçado e aprisionado em um quarto decaedro que me puxa em direções opostas o tempo inteiro. No centro desse quarto, onde os gritos dão espaço ao vácuo, aquele ser tão deplorável dá lugar a apenas uma imagem: o "POR QUÊ?".
A minha existência é um pequeno clarão,
Que brilha por instantes na vastidão,
E ilumina a noite fugazmente sem pedir permissão.
Sou um relâmpago que não sabe por que surge,
Um lampejo que não questiona seu destino.
A vida é simples, como a luz de uma vela ao vento,
E eu sou apenas o que sou, sem intenção ou lamento.
As estrelas observam-me sem curiosidade,
Assim como eu observo o campo, a árvore, o rio.
Nada tem propósito além de ser,
E nesse ser, encontro minha paz e meu viver.
Não há mistério no clarão que sou,
Não há desejo de eternidade ou de compreensão.
Sou um instante de luz na escuridão do mundo,
E isso basta, sem razão, sem ilusão.
A vida não se pede, nem se rejeita,
Apenas se é, como o sol, como o mar.
E ao findar do meu brilho, algo persiste,
Pois na vastidão, meu clarão resiste.
Ser é suficiente, ser é tudo,
E o pequeno clarão que sou,
Ilumina outros caminhos na escuridão,
Deixando uma fugaz e efêmera recordação.
Categoricamente tudo tem a premissa entre o existir e a existência, e nessa improba vivência, nada se processa à exceção da aquiescência do criador.
