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Minha alma é a espada
A espada é minha alma
Na forja esta a espada
Na forja Deus forja minha alma
Ao som de marteladas se molda a espada
Do calor se fortalece a alma
Na água se esfria a espada
E nesse ciclo se forja a espada da alma
Seu juízo sempre foi apurado; cuidado para não perdê-lo no caminho. É fácil deixar-se levar quando se empunha uma espada.
A justiça viajando desde o principio
A espada fumegante vive.
A verdade que prevalece.
O amor que reside.
Jesus Cristo, o sangue da vida que tece.
Tanta benevolência.
Tanta paciência.
Quão maravilhoso é Altíssimo.
Uma guerra de civilizações.
A alma do céu se angústia.
Mas o senhor que criou, fez e faz.
Dono da justiça, da retidão e do amor.
Cada engano, cada ato profano.
A maldade, a escuridão das informações.
Oh senhor, que revela e transforma.
A promessa e o sangue da vida e da bondade é aberto.
Que o mundo aceite o Espírito Santo.
Pois diariamente, intensamente, incessantemente.
Pelo ontem, hoje e amanhã.
O sabor e a herança de todo, todo coração de Deus.
Promessas, bênçãos da Terra, na Terra.
O mais valioso Espírito.
Sim, são dos sinceros, justos, bondosos. Benevolentes.
O coração de Cristo que vive.
Glórias seja dada ao Santo nome do Altíssimo Deus.
Ao nome de Jesus.
Giovane Silva Santos
A amizade contrita é uma via de mão dupla, uma espada de dois gumes sempre apontada para nossas cabeças!
Verbo
É poesia...
Convicta e precisa...
Tua espada afiada te fez fugir...
Ela cortou e te feriu....
Açoita....
Tu mesmo sentiu....
Flagelados são os tecidos que te cobriu....
Consciente com teu pranto...
Você sabe o que de fato te atingiu...
Robustas chicotadas em ti marcaram...
Na mutilação...
Sangrastes até quase a última gota...
Nobre é esse teu querer...
As Fagulhas são visíveis ainda em teu corpo...
As marcas que em ti fizeram...
Foi oposto ao teu gosto...
Condenada tu és...
Tua rústica pele foi decepada...
Mas o imortal te forte contra dores...
Agora...
Teu espírito é da tua própria raiz...
Traumatizada...
Mas nem isso te faz padecer....
O relógio não marca a hora....
Teu tempo ainda não chegou...
Anti quedas...
Jamais irão te ver...
Tua carne é de boa textura....
Junto ao teus ossos e teu olhar...
Apenas você....
Sabe direito...
Decifrar em detalhes...
O verbo da dor e do amar...
Autor:Ricardo Melo.
O Poeta que Voa.
Acenda o fogo da espada de justiça senhor
A boca de Deus faz um diálogo entre eu e mim.
43 anos assolado no tronco da perseguição.
Sim, vejo o povo, eu, meu irmão.
Pergunto quantos anos vale a humildade.
Ora, se não ousar a defender a cruz.
O inimigo cria, produz.
Uma armadilha, os arquitetos da maldade.
Sim, a imagem diabólica persegue, coage e acusa.
Cria mecanismos para confundir.
Ele sabe persuadir.
Triste saber, que muito do homem que a identidade não muda.
Hereditário, sanguinário.
Os herdeiros da inveja de Caim e do traidor Judas.
Faraó vive, e possuem muitos e muitos seguidores.
Ora, ora, ora, satanás calcula.
Ataca o primogênito ao caçula.
O câncer da vida, a maneira bipolar e esquizofrênica fétida de agir.
A pressão sobre os inocentes.
A eletricidade da maldade na corrente desumana a mais de mil.
As ondas sonoras penetrando na essência do senhor.
Sim, partículas viajam na veia do anseio e do sonho.
O inimigo produz o pesadelo.
A pressão do tempo alterada pelas haarp.
As placas dos pulmões se movem.
O corpo do homem violentado, como a terra cobiçada.
O movimento das sinapses pulsando nas telas virtuais.
O laboratório da vida.
O processo covarde e imundo.
Se entendo.
É do alto, do ânimo, do astral.
Auto estima é uma simples rima.
É verdade o intento do mal.
Tal qual frustrado, pois não alcança o sobrenatural.
O que se põe de pé.
O tripé.
Pai, filho, Espírito Santo.
O remédio é a fé.
Quanto a balança do sanguinário, ardiloso e invejoso homem.
Sentirás o peso, de um lado as teclas da serpente.
Do outro, uma cruz, o sangue da justiça.
A espada prometida, a favor de uma gente.
Giovane Silva Santos
"Rodopia tua espada".
Você está coagido, acuado e denegrido, o tal equilibrio exigido, as barreiras criam paredes fortificadas, arregaça a bainha, rodopia tua espada, sacuda o impecilio, construa tua jornada, impina o nariz, vença a cicatriz, de certo a humilde condição, também lhe põe na mão, a serena ousadia, eu sei, dias tenebrosos, calafrios vultuosos, rompa essa obstrução na guela, grite, a liberdade como sequela, preto no branco, mesmo no pranto, rompe o barranco, acredite na vida, quão boa e bela, vibre, reaja, aja, refaça, tente, pinte a tua aquarela.
Deus abençoe a todos.
30/07/2022 .. 00:12hs.
Rei: Giovane Silva Santos.
A força de um guerreiro não está no brandir de suas espadas,mas sim na sabedoria de mantê-la embainhada quando se pode vencer a luta com diálogo.
Espada e escudo.
Jesus, nunca contra, sabedoria, misericórdia e tanto, tudo do amor.
Chama, busca, humilde o ato da perfeição.
O que o fez a obra perfeita, geração eleita no plano da salvação.
Foi pago, remido e ungido, na coragem da extrema dor.
Se levanta o perverso, amardihas e acusações.
Tramas e enganos, açoites e chicotes.
Usa o templo espiritual, sujando como objeto experimental, homem, mulher, criança, capitalismo artificial.
Oh, quanta angustia e tribulação.
Mata, rouba, engana, rungindo como sangrento leão.
Postestades e principados.
Materializando e enviados.
Nas obras e planos de matança e enganação.
A vida é mesmo um sistema, show ao vivo, realite da vida real.
A nudez, privacida, intimidade nas câmeras da televisão.
Dentro de casa, nas praças.
O jogo da escravidão.
Do laboratório, do escritório, muitos envolvidos no plano de destruição.
Oh vento da justiça, a destra da razão, o teu martelo.
Jesus, fala ao Altíssimo, urgente e urgentíssimo, tua verdadeira e santa misericórdia.
Ajude nos, contra essa ganância, esse emaranhado de mentiras, de grande enganação.
Giovane Silva Santos
Que caiam as espadas e os escudos de nossas mãos. Mas o nosso semblante jamais cairá, pois é a moral de um guerreiro implacável que nos sustenta e nos mantem de pé.
Mesmo que o amor seja uma espada que a qualquer momento possa me ferir, mesmo assim não fugirei dele, do amor.
As coisas devem ser bem grandes
Pra formiga pequenininha
A rosa, um lindo palácio
E o espinho, uma espada fina.
A gota d'água, um manso lago
O pingo de chuva, um mar
Onde um pauzinho boiando
É navio a navegar.
O bico de pão, o Corcovado
O grilo, um rinoceronte
Uns grãos de sal derramados,
Ovelhinhas pelo monte.
