Tag ensinamento
Desde cedo, mostre a sua filha o quanto ela é bonita, amada e preciosa, ensine-a a se olhar com respeito, a conhecer suas habilidades, sua força, coragem e sua capacidade extraordinária de renovação, para que homem algum seja capaz de convence-la do contrário.
A vitória dá orgulho,
enche de satisfação,
mas é só com a derrota
que se aprende a lição:
ganhar autoconfiança,
manter a perseverança
para ser um campeão.
Ser criança não é sobre idade. É sobre viver a vida com mais alma, menos corpo, mais muito e menos pouco.
O que faz pensar que uma borboleta esta ligada ao simples fato de amar alguém.
Ninguém é parecido com uma borboleta, e borboletas não se amam.
Talvez fosse o fato de elas carregarem consigo, o colorido de suas asas.
Ou poderíamos dizer, que a inspiração para o amor ,esta em sua magia e leveza de voar.
Tudo isso poderia ser incerto, quando não aprendemos com a natureza.
A arte de viver e de amar, esta espelhada nas simples coisas da vida.
São detalhes que passam despercebidos e nos trazem grandes ensinamentos.
O casulo criado pelas borboletas são os momentos internos de aprendizagem e preparação.
Ás vezes criamos nosso casulo, e ficamos solitários, esperando que estejamos preparados.
E quando estamos preparados, nos desprendemos do nosso casulo,alargamos nossas asas e alçamos longos voos.
No amor também é assim, ás vezes é preciso nos fecharmos e nos conhecermos internamente no casulo da vida.
É no casulo que temos um autoconhecimento daquilo que queremos e pretendemos almejar.
E depois de um momento logo de ensinamento e preparação, nos despojamos do casulo e nos desprendemos para alçar longos voos ao encontro do amor.
Em consonância com o ensinamento de Jesus, o apóstolo Paulo ensinou substituir ansiedade por oração, com ações de graças (Filipenses 4.6).
Conforme o ensinamento de Jesus, quando realmente priorizamos o Reino de Deus, todas as nossas necessidades são supridas.
Talvez não seja sobre abdicar dos tesouros da Terra e sim sobre não coloca-los acima dos tesouros dos céus!
É muito improvável que exista ou já tenha existido um homem que nunca tenha aprendido nada com alguma mulher.
Certa vez, em um restaurante, na Bienal do Livro, eu e uma pessoa que me acompanhava procurávamos um lugar para sentar e comer. Havia mesas para quatro lugares, no entanto, nem todas as cadeiras estavam ocupadas, mas em todas as mesas tinha alguém. Uma senhora, sentada em uma dessas mesas, acompanhada de um menino, nos ofereceu para sentarmos nos outros dois lugares restantes. Parecia uma senhora muito boa, do bem, devido a forma como nos tratou, e também como tratava o menininho, que parecia ser filho, neto, ou apenas uma criança que ela estava cuidando. Enquanto almoçávamos pudemos ver a paciência e carinho com que ela cuidava dele e respondia suas perguntas. A serenidade dela fazia com que o clima fosse muito leve, dava para morar tranquilamente naquele momento. Depois que o menino terminou de comer, ela se levantou com ele, se despediu de nós da forma mais leve possível, falou para ele se despedir também, e se retirou. Não sei explicar direito, mas a forma como ela nos tratou ao nos permitir sentar na mesma mesa, a sensação sentida por esse gesto gentil foi tão boa, que deu vontade de fazer a mesma coisa com outras duas pessoas que aparecessem procurando mesa também, assim como nós no início. A sensação foi tão boa, que eu queria que as pessoas também sentissem o mesmo que a senhora nos fez sentir. O exemplo é a melhor forma de ensinar e de aprender. O exemplo nos faz ser o melhor aluno, e parece também fazer com que alguém seja o melhor professor.
Um santo é um pecador que tem como teima, viver de acordo com os ensinamentos bíblicos, o processo de santificação diária.
Se formos pensar na vida como o tempo passando, hoje é o tempo onde velhos sabem tudo sobre si mesmos e novos sabem sobre tudo e mais ainda sobre tecnologia que os velhos ainda relutam em aprender a usar.
Novos, sempre pouco interessados no que outros possam saber, querer ou fazer.
Conclusão: a vida é pura sabedoria e para isso nascemos e crescemos aprendendo toda a que podemos, vivendo-a nós mesmos.
"Tem gente que aprende observando; tem outros que aprende apanhando, não obstante, há gente que nem apanhando aprende."
Anderson Silva
Diamante é lapidado a base da pancada; assim também se molda caráter, maturidade, empatia e outras características do ser humano. Ouvir os mais velhos seria o caminho mais fácil, sem feridas, decepções E outras marcas de ensinamento; todavia, como a maioria dos animais, buscamos nosso espaço desafiando os anfitriões.
Você sempre começa uma história pensando em alguém. Poderão considerá-las românticas demais ou exageradamente sentimental, considerando meus trinta e poucos anos. Sentimentos que, contados em histórias, o bálsamo do tempo da escrita arrefece qualquer coisa. Histórias como daqueles que casam depois de haver gozado e bem, a vida de solteiro. Se conhecem e percebem a reunião, a um só tempo, da beleza de corpo e alma. Após o encontro, fazem-se amantes, em qualquer sentido que se queira dar a palavra. Constroem um lar perfeito e geram uma prole de filhos. Vivem juntos, tipo uns 50 anos; nesse período, passam bons e maus momentos, amparando-nos reciprocamente. Observam a família aumentar com a chegada dos netos. De repente, em poucos dias, esse amor é interrompido por uma doença insidiosa, inesperada, que arranca um dos braços do outro. Quem fica, sofre na alma a violência de um coice. Já estavam beirando os 100 anos. A tristeza é plenamente normal e justificável. Durante um século, embriagaram-se com o amor um do outro. Com a perda, passa a sofrer uma depressão, sem dúvida, decorrente da saudade, e esta, a queria sempre bem latente para nunca esquecer. Não permitia que médicos desbravadores da mente, com seus artifícios freudianos, expulsassem da sua memória, ou, pelo menos, amenizassem a saudade, que em verdade era a razão da sua vida atual. Na concepção que faziam do termo, os quase 100 anos, um ao lado do outro, era a única história que haviam escrito juntos, movidos pela inspiração provocada por esse único, grande e insubstituível amor. Durante todos os anos de felicidade, dedicavam-se as próprias felicidades. Destas, algumas que encontrei em cartas e bilhetes que guardavam dentro de uma caixa de sapato, preferi protegê-las com o véu da privacidade que considero inviolável, tão somente agora; mas um dia ainda escrevo um livro com essa história. Saudades.
Sentado aqui na minha varanda, sozinho, olhando as luzes de tantas janelas em tantos prédios, e já na segunda taça de vinho, penso que a felicidade é uma palavra de difícil qualificação Comparada com uma cor, certamente teria várias nuanças. Pode significar o estado de um ser ditoso, contente, alegre, de sorte, enfim, um indivíduo satisfeito com a vida por vários motivos. E, nesta variedade de motivos, cabem várias reflexões. Sem dúvida, a felicidade é um estado de espírito e, por isso, muito pessoal e variável. De modo que a razão da felicidade de um, pode ser por outro ângulo, ainda que contrariamente, a razão da felicidade de outro. Exemplo: o portador da boa saúde, forte, belo, econômica e financeiramente bem, é feliz por estas circunstâncias; outro, doente, feio, fraco e pobre, por motivos de crença kardecista, pode se sentir satisfeito e feliz, por admitir pelo que crê, que ao reencarnar ele mesmo escolheu uma vida de sacrifícios, para purgar erros e faltas cometidas em vidas anteriores e, com isso, atingir a perfeição espiritual, para ele mais valiosa que tudo. É feliz por isso. Um outro católico praticamente por viver bem e agraciado por pedir e receber dádivas celestiais que lhe são proporcionadas por seu deus e seus santos de devoção, vive deitado no armarinho da gratidão e felicidade; outro, da mesma crença, levando vida de cão, sofrendo agruras; julga-se, também, conformado e feliz por considerar que tudo que sofre é um desígnio da divina providência e como tal deve entender como justo e aceita conformado e até agradecido. É feliz também a seu modo. Em outras palavras, o que é ótimo para uns pode ser ainda que em sentido completamente oposto, também aceitável para outro. Uma espécie de felicidade pelo avesso. O interessante é que este estado de espírito pode ser sentido, em certas circunstâncias, por uma coletividade inteira, ora sob o aspecto positivo, ora sob o aspecto negativo. Assim, a chuva diluvial que atingiu inúmeras vezes o Rio de Janeiro e, principalmente a Região Serrana, destruindo barracos nos morros e atingindo, também bairros elegantes da zona sul do rio; essa chuva que levou um prefeito a apelar para oração para que não mais chovesse, pois não tinha meios para socorrer os desabrigados, é, sob outro aspecto, a mesma chuva salvadora de vidas em todo o Rio, que poderá salvar os reservatórios, mais uma vez que, sob um terceiro aspecto, vivemos há décadas dos eternos políticos que assentam as nádegas nas cadeiras do congresso. O furacão que arrasta cidades, derruba torres, afunda barcos e mata muita gente nos EUA, considerado dos mais adiantados locais de progresso do mundo é o mesmo vento forte que no Saara, com o nome de Simum, refresca a atmosfera tórrida do Norte da África, estendendo sopro quente através do Mediterrâneo, temperando o clima de todo sul da Europa, considerado o ideal para o turismo da região. Como se vê, a felicidade não é facilmente definível. Tudo depende das circunstâncias. Enfim, as luzes acesas de cada janela desses prédios, tão distantes, continuam iluminando o que estou vendo agora. Tim Tim.
A Tríade da influência na construção da identidade de uma pessoa é:
1- A genética (natureza, personalidade)
2- Criação (Ensinamentos recebidos)
3- Escolhas pessoais
Em cada ensinamento de Jesus, é frequente encontrarmos a expressão "Em verdade vos digo". Isso nos transmite a mensagem de que tudo o que Jesus falou foi com sinceridade e autenticidade, e é dessa forma que seu evangelho deve ser compartilhado e propagado.
Ter sentimentos bons e pensamentos profundos não garante que sejamos seres evoluídos e cheios de sabedoria. De acordo com a Bíblia, o princípio da sabedoria é o temor a Deus. Isso significa que a verdadeira sabedoria começa com o respeito e reverência a Deus, reconhecendo Sua soberania e buscando viver de acordo com Seus ensinamentos.
É comum os pais ensinarem seus filhos a orar antes de dormir ou durante as refeições, muitas vezes como parte de uma tradição. No entanto, é crucial destacar que a essência desse ensinamento não reside apenas no ato em si, mas sim em compreender a razão por trás dele. A oração não deve ser um mero ritual ou hábito, mas sim uma necessidade profunda. É importante transmitir aos filhos que a oração possui o poder de promover transformações significativas e que também pode ser um momento prazeroso de diálogo com Deus.
