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“Com a existência do livre direito de pensar, pontos de vistas se divergem e nenhum governo sobre a terra tem unanimidade para governar. Quem se gaba de possuí-lo é um ludibriante ditador.”

Inserida por valdirgomesescritor

“A instituição do direito pode ser ilustrada assim: ao namorado, o direito de amar; ao casado o de arrepender-se.”

Inserida por valdirgomesescritor

Tem que haver limites entre Liberdade de Expressão e o Direito Privado.
Nenhuma liberdade pode ser total, sob o risco de ferir o direito e tornar-se libertinagem!

Inserida por ajmesquita

O sangue da justiça clava forte.

Inserida por ARRUDAJBde

Sê agradecido a mim e a teus pais, a mim será o destino.

Inserida por ARRUDAJBde

⁠⁠Justiça não tem haver com bondade ou maldade, mas sim como uma ação pedagógica, com a finalidade de proteger a Dignidade como valor axiológico a ser socialmente restaurado.

Inserida por ADRIANOGARCA

⁠A cultura é o equilíbrio intelectual, reflexão crítica, sentido de discernimento, horror pelas simplificações, pelo maniqueísmo e pela parcialidade.

Inserida por ADRIANOGARCA

Crescentem sequitur cura pecuniam. (Quintus Horatius Flaccus) As preocupações crescem com a riqueza. (Horácio)

Inserida por GESTOR

Na maioria das vezes a solução é o que não fazer.

Inserida por GESTOR

⁠Entenda, você não tem o direito de exigir dos outros aquilo que você não oferece.

Inserida por AndressaCarvalho96

⁠Flexibilização das Leis Trabalhistas

Nossa legislação tem que acompanhar tal desenvolvimento, uma vez que, leis sem bem estar significa problemas sociais.

As leis trabalhistas, numa metáfora, trata-se de uma árvore gigantesca cheia de galhos e frutos caindo pelo chão, sendo desperdiçados.

Ao passo que, a Reforma Trabalhista, podendo ser a flexibilização, é o corte desses galhos danificados com o tempo e o recolhimento desses frutos podres para não contaminar os sadios.

Levando em consideração que deixe o tronco e os galhos mais resistentes para que a árvore cresça forte e sadia, aonde nesse tronco consideramos o emprego.

É imprescindível fazer uma lapidação nas letras mortas da lei, deixando inerte as leis que tange os Direitos Sociais adquiridos sustentando o emprego.

Inserida por HumbertoCorsi

⁠Propriedade Intelectual na Era da Inteligência Artificial: o desafio da criação no novo milênio


Vivemos mais uma revolução silenciosa — dessas que mudam tudo ao nosso redor sem pedir licença. 

Assim como as máquinas a vapor redefiniram o trabalho manual na Primeira Revolução Industrial, a Inteligência Artificial vem transformando o modo como pensamos, criamos, nos comunicamos e até mesmo escrevemos. 

Diante disso, uma questão inevitável surge: como ficam os direitos autorais e a propriedade intelectual neste novo cenário?

Historicamente, toda grande inovação enfrentou resistência. A fotografia foi vista como ameaça à pintura; o cinema, como inimigo do teatro; o rádio e a TV, como rivais da imprensa escrita; o Google, como possível substituto das bibliotecas, ou como ferramenta de estudo na substituição dos livros.

Com o tempo, cada uma dessas tecnologias provou ser não um fim da arte anterior, mas um complemento, um novo capítulo. O mesmo está acontecendo agora com a Inteligência Artificial — especialmente nos campos da escrita, do design, das artes visuais, da música e do audiovisual.

Mas há um ponto sensível nessa Nova Era: a autoria.

Quem é o autor de uma arte criada com apoio de IA? Quem detém os direitos de um texto gerado por algoritmo, mas que passou pela curadoria e edição humana? E se uma melodia é composta a partir de comandos dados a um sistema inteligente, essa música é de quem?

As leis atuais de propriedade intelectual, criadas nos séculos XIX e XX, foram moldadas em um tempo onde a autoria era claramente atribuída a uma pessoa ou grupo. Com a IA, esse limite se dilui. O algoritmo é apenas uma ferramenta — mas uma ferramenta que aprende, simula estilos e cria com base em dados humanos. Há, portanto, um entrelaçamento entre criação humana e execução tecnológica que desafia os moldes tradicionais do Direito.

A verdade é que estamos atrasados na regulamentação dessa nova realidade. O mundo já discute isso em fóruns internacionais, e alguns países começam a propor legislações específicas, mas ainda não há um consenso.

No Brasil, o debate está apenas começando, e é essencial que ele seja democrático: criadores, desenvolvedores, juristas, empresários, universidades e a sociedade civil precisam ser ouvidos.

Afinal, essa nova etapa da criação não pertence apenas aos grandes conglomerados ou aos programadores de IA, mas a todos nós — jornalistas, escritores, artistas, professores, estudantes, pequenos produtores de conteúdo.

É preciso entender que utilizar a Inteligência Artificial não anula a essência do criador. Assim como o uso da máquina de escrever não acabou com o escritor, ou o uso do Photoshop não acabou com o fotógrafo, a IA não substitui a mente humana — ela a expande. A criatividade continua nascendo da experiência humana, da visão, da emoção e da capacidade de dar sentido ao mundo. A IA apenas ajuda a tornar essa visão mais ampla, mais rápida, mais acessível.

Portanto, repensar a propriedade intelectual hoje é mais do que atualizar uma lei: é construir um novo pacto social sobre a criação. É reconhecer que estamos em um novo normal, onde o digital e o humano caminham lado a lado, e onde proteger o direito de quem cria deve ser compatível com a liberdade de inovar, de compartilhar, de evoluir.

A revolução não pode ser barrada. Mas ela precisa ser justa.

Inserida por HumbertoCorsi

⁠O Direito é uma ciência que deve sempre ser utilizada no melhor e no pior de nós mesmos.

Inserida por leandro_nunes_3

Respeito não é um direito que nascemos com ele, temos que conquistá-los

Inserida por MercioFranklin

A ignorância consome o córtex daquele que e incapaz de pensar.

Inserida por MercioFranklin

A vida não é fácil, o ontem sempre vai referendar o amanhã. Nessa hora aprendemos a compreender a importância de determinadas pessoas em nossas vidas e ainda descobrimos quem são os nossos verdadeiros amigos.

Inserida por MercioFranklin

A utopia deve ser uma referencial daqueles que sonham com uma sociedade melhor, acreditar que ao crepúsculo tudo será diferente nos faz caminhar tendo um sentido real para as nossas vidas.

Inserida por MercioFranklin

A determinação é algo indispensável para o nosso sucesso pessoal e profissional. No ringue da vida não existe espaço para os fracos. Seja forte e vença as dificuldades, não desista nunca que sua vitória será certa.

Inserida por MercioFranklin

Acreditar em um novo tempo para o direito, faz parte de nossa caminha.

Inserida por MercioFranklin

Pretendo sempre me manter firme praticando a Justiça dentro do direito, não basta se apresentar como justo, é preciso demonstrar com ações concretas na hora que nosso próximo necessite do nosso julgamento.

Inserida por MercioFranklin

⁠Defender os direitos e garantias fundamentais da população não significa ser "negacionista" e sim, ter a responsabilidade de assegurar o Estado democrático de direito, assegurado pela nossa Constituição Federal. 

Inserida por MercioFranklin

⁠Quando a Educação deixa de ser um direito e se torna uma obrigação, 
o sistema educacional se torna um sistema penal. 

Inserida por audreybueno

⁠O ato de votar é muito mais do que uma simples formalidade cívica; é uma das ferramentas mais poderosas para a construção de uma sociedade justa e democrática. Quando decidimos exercer nossa cidadania, estamos afirmando nossa participação ativa no destino de nossa nação. Como dizia Nicolau Maquiavel: “A política não deve ser o que desejamos, mas o que é necessário para garantir a sobrevivência do Estado”. Votar é uma forma de garantir que nossas necessidades, aspirações e sonhos estejam representados.

A escolha consciente no processo eleitoral é, na verdade, uma expressão do poder coletivo de uma sociedade. Sun Tzu, em A Arte da Guerra, nos ensina que “a vitória é fruto de uma preparação sábia”. Assim como em uma guerra, em tempos de paz, a preparação e o voto são as armas mais eficazes que temos para moldar o futuro. Ignorar essa responsabilidade é abrir mão do direito de participar das decisões que afetam nossa vida e nosso futuro.

Napoleon Hill lembra-nos que “a fé inabalável em si mesmo é tanto a arma que derrota o fracasso quanto a ferramenta que constrói o sucesso”. O mesmo se aplica à cidadania: quando acreditamos na força de nossa voz e a usamos através do voto, ajudamos a derrotar o pessimismo, a desilusão e a inércia que muitas vezes dominam as sociedades.

Portanto, votar é uma declaração de nossa fé em um futuro melhor. É uma arma poderosa contra o silêncio e a apatia, porque ao depositar um voto, reafirmamos nosso compromisso com a construção de um país mais justo, onde todos têm o direito de ser ouvidos.

Inserida por abrancs

⁠Percorri os labirintos da medicina à política, da economia ao direito, navegando entre números e palavras, entre bisturis e leis, engoli livros como quem devora o próprio destino, reconstruí-me em silêncios que ninguém ouviu e venci batalhas que nem sabiam que lutei, calei dores que gritavam dentro de mim, e ainda assim tentam me convencer de que só vale a pena dedicar-se a uma única coisa? Como se fôssemos feitos para caber em moldes, como se a vida nos permitisse uma única pele. Mas eu já fui muitos para poder continuar sendo eu. Fui queda e recomeço, medo e coragem, perdi-me para me encontrar. E se às vezes me perguntam o que sou, sorrio, porque sei que a resposta nunca caberia em uma só palavra.

Inserida por abrancs

Por que motivo partimos sempre do pressuposto de que os "direitos das minorias" devem ter precedência sobre os valores de quem vive e sempre viveu em determinadas sociedades, nações ou culturas?

Inserida por PensamentosRS