Tag cumplicidade
Em um mundo moderno, onde muito se celebra o fútil e o passageiro.
Sem dúvidas, a maior prova da existência de Deus é quando há cumplicidade no amor entre dois corações!
Tu é gostosa pra Kralho!!!
Esteja com alguém que te diga isso sempre, não só quando estão entre quatro paredes.
Que a ame com vontade, que contemple não apenas sua beleza física, que saiba reconhecer o seu valor.
Te trate igual uma princesa não apenas em público, porém na cama te devore feito um ogro.
Prioriza ficar agarradinho, mas que esteja disposto a embarque em qualquer aventura com você sem pensar duas vezes.
Enxugue suas lágrimas em dias tristes e que jamais se envergonhe em dizer "me desculpe" ao errar contigo.
Te enxergue por inteiro, que te queira mesmo após ter conhecido o seu pior lado em momentos de crises.
O amor deve ser demonstrado com respeito, atitude e intensidade. É dizer eu te amo todos os dias.
Encontro sem pensar
No caminhar e ser um personagem fisgado pelo destino, sendo instrumento de um ser e encantar-se pelo outro, em alegrias cumplicidade e ânsia de estar juntos, se permitiu ultrapassar as barreiras com olhos e abraços incansáveis e irresistíveis, se manteve eterno e livre esse encontro para sempre.
O amor conjugal só existe e permanece, quando os dois se entendem, e relacionam com cumplicidade e companheirismo.
Não é reclamar, gosto de como as coisas são, mas sinto falta de como elas já foram, sinto falta daquele abraço apertado ao me receber, sinto falta daquele beijo carinhoso pra acalmar meu coração, sinto falta daquela mensagem de carinho, sinto falta de ouvir que a amizade é importante, sinto falta das pequenas coisas, sinto falta dos memes, sinto falta das respostas rápidas, sinto falta das longas conversas, sinto falta de me sentir importante, sinto falta de você, sinto falta de mim, sinto falta de nós, sinto falta da alegria que a gente sentia de estar junto! Dizem que uma amizade é um casamento e acredito sim que possa ser, porque é se doar, é aprender a conviver, é conhecer as falhas e amar da mesma forma, é ver erros e perdoar, é querer o melhor, é querer estar junto, é amar infinitamente, é dar o braço a torcer, é brigar, é cuidar, é parceria, é cumplicidade, é dar prioridade, é doar um rim se precisa, é dividir lágrimas, é somar sorrisos e gargalhadas! Sim ser amigo é muito foda, se você for de verdade! Por isso sinto falta, porque quando tudo era novo, sempre havia um gostinho de quero mais, mas e agora? Se tornou rotina, até cansarmos uma da outra?
Os duetos da vida
É dar e receber
É um olhar e o fechar
É a voz e o silêncio
É partir e é ficar
É presente e futuro
É o amar e se entregar
É admiração e não competição
É estar por inteiro e não pela metade
É seguir e esperançar.
"Creio que nesse instante poderia ter me dado conta de tudo, pois aquela cena já o dizia tudo. Ali ela me mostrava como era, o que realmente lhe importava e optei por ignorá-lo, por ser coautor."
A união familiar é um dos pilares mais importantes da vida humana. É através da família que aprendemos a amar, a cuidar, a partilhar e a crescer juntos. É na família que encontramos conforto, segurança e apoio emocional, e onde construímos as bases para uma vida plena e satisfatória. É um laço que transcende o tempo e as adversidades. É uma conexão profunda e significativa que nos une às nossas raízes e às nossas tradições, e que nos lembra da importância do amor e do compromisso mútuo.
Quando estamos unidos como família, somos capazes de superar desafios e dificuldades juntos, e de celebrar as alegrias e conquistas com mais intensidade e gratidão. A união familiar nos ajuda a construir uma rede de apoio sólida e confiável, que nos permite enfrentar as incertezas da vida com mais resiliência e confiança.
E mais .... a união familiar é um exemplo poderoso para a sociedade como um todo. Quando estamos unidos como família, somos capazes de estender essa união para além do nosso círculo íntimo, e de construir comunidades mais unidas, solidárias e amorosas.
Assim sendo, é uma conquista fácil. Requer esforço, dedicação e compromisso, assim como a disposição para perdoar e compreender as diferenças. Exige que sejamos generosos com o nosso tempo e atenção, e que estejamos dispostos a ouvir e apoiar uns aos outros, mesmo nos momentos mais difíceis.
Mas, apesar dos desafios, a união familiar é uma das maiores recompensas que a vida pode nos oferecer. É uma fonte de amor, felicidade e significado, que nos acompanha para sempre.
Por que com Você eu mordo?
Porque lá fora eu posso ser quem estou tentando ser, e com Você eu sou quem já sou.
Tanta sintonia vestida de esperança neste acreditar, neste prosseguir
de mãos dadas, e todos os nossos caminhos lado a lado são definidos
pelos compassos da cumplicidade, da entrega e da devoção.
Há em todo o nosso tempo a ressonância da sabedoria e da excelência,
para que cada amanhecer se construa e fortaleça.
Somos ligados um no outro
Como os vagões de um trem,
Quando um vai o outro vai,
Quando um vem o outro vem;
É tanta cumplicidade
Que quando um sente saudade
O outro sente também!
"O estado da felicidade sempre será seu cúmplice, pois está atrelado no âmago das suas emoções, basta apenas disposição em vivê-lo!"
Legal estar rodeado por pessoas, é bom ter pessoas que riem das minhas piadas, que cantem as músicas que eu toco, que participam das minhas festas. É muito bom ter pessoas para desabafar, pessoas com quem eu possa compartilhar os meus objetivos, sonhos, expectativas e frustrações. Mas melhor que tudo isso é ter um amigo verdadeiro.
"... Mas na cumplicidade
Do perfeito efeito
Estrela, céu, escuro, preto
O universo derrama lágrimas
Através das estrelas cadentes."
(Da poesia Telhado de meninos)
"A conivência é pior do que o ato. A permissividade dá legalidade e torna-te cúmplice do ato alheio."
FUTURO DO PRETÉRITO
Vizinho passado
Tão perto e tão longe
Não sabes que esconde
Um futuro minguado
Tão lindo e esperado
Meio sindrômico
Crente não vês
Um sonho só teu
Já dizia o poeta
Sozinho não segue
Pra virar realidade
Viril cumplicidade
Virtude tão cara
Que a muitos separa
Tão bela: tão rara!!!
Hoje, uma pessoa veio me contar que leu mais dez textos no meu blog retratando os mendigos do Catete, e me perguntou de onde vem essa "obsessão por gente miserável". Não respondi ainda, e acho que farei por aqui, pois já é motivo pra um novo texto. Bom, começou com meu avô, na Vital Brasil, em Niterói. A casa do meu avô fica no pé do escadão do Cavalão, na subida da José Vergueiro da Cruz. Ali, sempre quando eu estava brincando na varanda, me causava pavor e medo uma negra descabelada, bem miserável, que, de 30 em 30 minutos, sofria ataques de caretas e dava tapas na própria cabeça. E ela sempre ficava sentada ali, no meu foco de visão. Para completar o quadro desagradável (eu só tinha 10 anos) ela soltava pelos lábios ventosidades com estrépitos que muitos julgavam escapados pelo cú. Magra, alta, não me lembro muitos detalhes. Só o que me recordo é que era vista falando com as pessoas conhecidas que entravam ou desciam do escadão, sempre no intervalo entre dois ataques que aconteciam de meia em meia hora. Não era raro vê-la passar e se comunicar com meu avô pelo portão, enquanto ele limpava o chão da garagem com uma mangueira. Por duas vezes, presenciei dois ataques, dois surtos, enquanto falava com meu avô. Não me lembro de ter visto qualquer morador da rua rir daquela senhora. Pelo contrário, quando ela dava os ataques, todos sabiam como auxiliar. Eu, morria de medo. Todos a tratavam com respeito pela educação e atitudes que ela tinha, quando no seu estado normal. As outras crianças, que nem eu, bem mais inocentes do que as de hoje, morriam de medo. Certa vez, meu avô, a fim de que eu perdesse o medo, obrigou-me a falar com a tal senhora, quando de passagem num sábado a tarde pelo nosso portão. Não é preciso dizer que flutuei no medo, na expectativa de um dos seus ataques. Perguntou-me o nome, deu-me umas palmadas no rosto, alisou-me os cabelos e, depois, ela mesma, mandou que eu fosse brincar, obviamente para que eu não presenciasse o ataque habitual. Não esperei segunda ordem. Afastei-me e fiquei à distância aguardando o ataque que não tardou. Mas, o encontro, de fato, fez-me perder o medo. Já não corria mais do portão ao vê-la. Aprendi a gostar dela. Lembro, até hoje, quando passou por mim no portão pela primeira vez que eu não corri. Acenou, acenei de volta, e ela seguiu seu caminho; me senti o cara mais sinistro e corajoso da Vital Brasil. Pensei: quem manda nessa merda sou eu. Desde então, sempre quando via sua sombra subindo a ladeira pela janela, já corria pro portão para redobrar minha coragem e fazer, cada vez mais, um contato mais próximo com aquela senhora, o que me deixava cada vez mais "sinistro" dentro do meu fantástico mundo de alessandro como o segurança da rua. Até que um dia ela parou para, de fato, conversarmos. Após 35 segundos (mais ou menos), ela teve um ataque epilético e caiu no chão, na minha frente. Imediatamente, um homem prestou todo auxílio e, quando a situação havia acalmado, percebi que estávamos de mãos dadas ali na calçada, sem mesmo perceber, durante toda a crise, que durou uns dois minutos. Depois que meu nervosismo passou, percebi que o homem que havia prestado o auxílio era o meu avô. Naquele momento, com ela ainda no chão, nos olhamos e, sem precisar falar nada, entendi exatamente tudo o que meu avô queria me ensinar sobre a vida, naquela oportunidade. Enfim, as histórias e experiências que tive com meu avô neste sentido foram muito longas, mas essa lembrança é o início dessa minha "obsessão por gente miserável" rs. Ainda sobre ela, não sei como terminou, pois nunca mais voltei naquela casa depois que meu avô morreu. Mas, se não me deixou a saudade, pelo menos deixou uma grata lembrança, engastada nas imagens daqueles tempos em que as crianças, tanto as do morro, quanto as do asfalto, ao invés de matar e assaltar, tinham medo de velhinhas doentes e miseráveis...
Você sempre começa uma história pensando em alguém. Poderão considerá-las românticas demais ou exageradamente sentimental, considerando meus trinta e poucos anos. Sentimentos que, contados em histórias, o bálsamo do tempo da escrita arrefece qualquer coisa. Histórias como daqueles que casam depois de haver gozado e bem, a vida de solteiro. Se conhecem e percebem a reunião, a um só tempo, da beleza de corpo e alma. Após o encontro, fazem-se amantes, em qualquer sentido que se queira dar a palavra. Constroem um lar perfeito e geram uma prole de filhos. Vivem juntos, tipo uns 50 anos; nesse período, passam bons e maus momentos, amparando-nos reciprocamente. Observam a família aumentar com a chegada dos netos. De repente, em poucos dias, esse amor é interrompido por uma doença insidiosa, inesperada, que arranca um dos braços do outro. Quem fica, sofre na alma a violência de um coice. Já estavam beirando os 100 anos. A tristeza é plenamente normal e justificável. Durante um século, embriagaram-se com o amor um do outro. Com a perda, passa a sofrer uma depressão, sem dúvida, decorrente da saudade, e esta, a queria sempre bem latente para nunca esquecer. Não permitia que médicos desbravadores da mente, com seus artifícios freudianos, expulsassem da sua memória, ou, pelo menos, amenizassem a saudade, que em verdade era a razão da sua vida atual. Na concepção que faziam do termo, os quase 100 anos, um ao lado do outro, era a única história que haviam escrito juntos, movidos pela inspiração provocada por esse único, grande e insubstituível amor. Durante todos os anos de felicidade, dedicavam-se as próprias felicidades. Destas, algumas que encontrei em cartas e bilhetes que guardavam dentro de uma caixa de sapato, preferi protegê-las com o véu da privacidade que considero inviolável, tão somente agora; mas um dia ainda escrevo um livro com essa história. Saudades.
Mãe é mãe na dor, no amor, na cumplicidade. Berço de vida, palco de lembrança e símbolo de verdade. Mãe é a eterna imagem, que reside no coração, no tempo e na saudade.
Cumplicidade
ato e sentimento,
testemunho de seu tempo,
impossível de viver sozinho,
é fato e emoção,
que só tem valor, compartilhado.
