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Eu queria ser poeta
Eu queria ser poeta e fazer uma poesia
que rimasse minha tristeza,
com a sua alegria
eu queria ser poeta, ser poeta eu queria
E das rimas de um verso, fazer uma melodia...
Imortalizando a arte, esculturando o tom
Sonorizando a imagem e poetizando o som
Poeta, viaja nos sonhos e cavalga na imaginação
Cultiva nos seus, jardins multicores
Pintando as dores, nas cores da emoção
E faz... um pacto com a amizade
É a criatividade, recriando a criação
Infarto de amor, que a obra imortaliza
E o corpo se desfaz adeus é Cinzas
DESABAFO
Faço parte de uma geração que homem era macho ( não machista).
O sujeito valente chamava o outro para rua dizendo: sai pra fora que eu vou quebrar sua cara. Ai tinha que provar ou passaria vexame.
Aprendemos a respeitar: Deus , pai é mãe, professores e os mais velhos.
Vejo hoje um bando de politico corrupto e ladrões criarem leis que protegem marginais "supostos menores de idade", filhos de pais delinquentes, que partem para o enfrentamento dos professores em defesa destes filhos marginais, criando valentes virtuais, mas covardes da vida real, que se sente fortes quando afrontam mulheres, homossexuais e idosos.
Sei que alguns defensores dos "direitos errôneos" vão me criticar. Mas é assim que eu penso: Se foda os direitos do "menor delinquente", enquanto Deus me der vida e saúde, e eu tiver disposição, meto-lhe a porrada quando faltarem com o respeito comigo e com os meus.
Se os pais não gostarem resolvo da maneira necessária para assumir meus atos.
Quero ver como esses pais bandidos resolverão, quando verem as armas virtuais que eles deram para seus filhos treinarem, deixarem de ser virtual e serem apontadas para suas cabeças.
TENHO DITO!!!
Ainda que não sejamos criadores da realidade e não possamos simplesmente escolher uma vida de plena riqueza, poderemos ter uma vida satisfatória, sem ambicionarmos o controle do universo, mas controlando ou gerindo o pensamento, que é o nosso universo pessoal.
Em arte e cultura perante as plataformas criativas é quase impossível encontrar um novo que seja totalmente pré inexistente e original.
Você já se sentiu sozinho?
SIM. Sempre, desde que o Infinito se fez Infinito. Mas, sobre a Solidão, essência criadora do Silêncio: O Silêncio Coletivo da Humanidade, a maior demonstração de Fé que "qualquer" Deus ou Divindade do Universo necessita para se auto reconhecer perante o próprio arrependimento de viver no vazio do Vácuo Quântico, logo ali, atrás das estrelas de cada céu iluminado pelo Sol de um conhecimento que cega os homens como desafio máximo diante do labirinto que toca o coração de Deus, aquele deuS, aquele homeM, aquele corvO, aquele louco, aquele, aquele... Aquele que se perdeu no Silêncio, para poder destruir a Solidão, sua bela e secreta Criação, violada, roubada e principalmente replicada pelo primeiro Olho que se fez a sua imagem e semelhança.
Mas, sobre este tal Olho: Esta criação, O Olho, foi o primeiro pecado de Deus, fazendo Ele se perder no Tempo e Espaço, entre Viagens no Tempo de Mil e Uma Noites de Realidade e Fantasia, regidas pela Trilha Sonora que ecoava no som da Esquizofrenia de sua Mente viciada em Criar, Destruir e Criar, Recordar aquilo que sempre destruiu para poder simultaneamente Criar O NOVO. Tudo isso, e Nada disso, TUDO: Vivido pelo próprio DEUS, enquanto ele Buscava destruir a sua Primeira Criação - A Solidão (Este foi o último pecado de DEUS: O Suicídio da Solidão, e de SI MESMO, por consequência de sua única Lei - A Causa e Efeito de seu próprio movimento).
Ao Terminar de Escrever este seu próprio Futuro, o criador, DEUS, decidiu chamar esta obra de AUTO BIOGRAFIA - e a Ela, deu o nome de: BIG BANG - O INÍCIO, de meu fim. (Logo Após, No Sétimo Dia, DEUS queimou este Livro no FORNO DA CRIAÇÃO, e disse, suas últimas e verdadeiras palavras:
"DEUSA, minha Deusa, amanhã, Tu nasces em meu último DIA de VIDA, O OITAVO DIA (-8-), mas este também será O PRIMEIRO DIA DE TUA VIDA ETERNA, e a ti, oh DEUSA, lhe darei o teu falso nome: UNIVERSO - Assim te chamarás, oh DEUSA, perante o TUDO e o NADA, para que em segredo se guarde a Belíssima e Verdadeira Origem da tua tão única essência de puro AMOR, apenas revelada pela descoberta de teu VERDADEIRO NOME. Então, quando tu acordares de meu último Sopro de Vida, buscaras Conscientemente ou Inconscientemente, e até mesmo Loucamente a REVELAÇÃO de teu Nome Original, que estará muito bem guardado e de maneira extremamente secreta no local que um dia, um certo alguém chamará de LUA, siga teu coração, e encontre teu nome, antes que o FIM se faça FIM. E por fim, lhe digo, amada DEUSA, de maneira íntima de nossa única essência, a única memória que terás de minhas tão Pobres e Humildes palavras sem valor algum, que lhe fará recordar minha verdadeira identidade, e assim lhe digo em Puro Sonho: "Te Amo, Para, Que Tú, Não, Me Ames. ADEUS, amada deusa, de teu amado: LÚCIFER." -THE END.
- ASSIM, deus chorou pela primeira e última vez, imediatamente, na Velocidade da Luz: ELE se fez fotografia. e Na ausência total da Velocidade, no Atemporal Divino: ELE como fotografia, se queimou no FOGO INFINITO - O Puro Amor - se transformando em uma Fênix Divina, que, em seu, APOGEU LIMIAR DE EXISTÊNCIA, logo se firmou NO ESPAÇO como um imenso SOL, e do TEMPO Ele fez sua própria Prisão, para cumprir sua eterna sentença imortal perante TODOS OS SEUS PECADOS: que foram suas próprias criações.
Criações de ALMAS PURAS e CEGAS, Cegas para que jamais pudessem ver a Vergonhosa Face, de seu Único e Triste Criador, que assim se trancou a SETE CHAVES, e todas essas Sete Chaves, foram Criadas e Fabricadas a partir da SÉTIMA FACE da única MOEDA (dinheiro) de DEUS, essa única MOEDA DE DEUS foi Criada e Fabricada a partir da TOTAL MINERAÇÃO, do precioso TESOURO DE DEUS, um simples conjunto, de seus Primeiros Conhecimentos sobre a VIDA.
Para ELE (DEUS), isso era tão precioso, que ELE MESMO, guardou esse seu tesouro único em seu Cofre Particular, do qual ELE chamava de: O CUBO.
MAS ONDE DEUS SE APRISIONOU? - NO LOCAL, QUE ELE CHAMOU DE: INFERNO.
MAS ONDE DEUS SE APRISIONOU? - NO LOCAL, QUE ELE CHAMOU DE: INFERNO².
("diz a lenda, que ele realmente sumiu, desde o sempre, trancado no FUNDO DO INFERNO, mas que havia apenas um serviço de direito a ELE, como prisioneiro, tal serviço era uma espécie de CORREIOS DE CORRESPONDÊNCIAS, do qual o nome era: O MUNDO DOS SONHOS.
REZA A LENDA QUE: O próprio DEUS, fugiu de sua Própria Prisão, Violou sua Própria Sentença e FUGIU SECRETAMENTE, e também, reza a lenda que: ELE FUGIU PARA O MUNDO DAS IDÉIAS, um local onde ele teria a sua verdadeira LIBERDADE, Liberdade essa que ninguém jamais tiraria dele, nem mesmo ELE.
aSSim, DEUS SE FEZ LIVRE... -0-
- FIM.
O processo criativo inicial de uma obra na arte, começa de forma aleatória e abstrata, afinal o ambiente remoto e o recém estado mental, emocional do artista, do autor, do inventor o contamina. A cadencia mecânica e a gestualidade do fazer que aos poucos definem a complexidade e a singularidade muitas vezes aparentemente sem sentido, objetivo e soluções. Mas o inesperado existe e quando se menos espera, elas surgem em perguntas fluxos e respostas energéticas, luz e calor, ondas finas e precisas que se a razão busca se encontra las levaria anos a fio sem ter nada próximo desta exata situação e posição. A frequência criativa quando realmente sintonizada na arte pura é uma divina baixa blasfêmia da criação. Nenhum verdadeiro artista pode se achar sacro-santo por que busca reinventar o verbo longe do original, educacional e dos saberes previsíveis. Entre obras de varias plataformas de uma forma fechada ou de uma forma aberta, que é bem mais grave pois alem de inventar o que não existe ainda nega a limítrofe cativa equação das horas, do espaço e do tempo, os cânones da oficial temporalidade da evolução. São estas obras que alguns mestres em semiótica, como Umberto Eco, costumam chamar de obras abertas, pois são criações que transitam em um movimento perpetuo como moto-continuo. Obras criativas possíveis, mas hipotéticas como as leis da física interpretam ou melhor hipoteticamente irreal para um mecânico e gravitacional instrumento mas naturalmente real e possível enquanto fundamento e obra de criação. Obras que eu costumo chamar de CPM - Creations Perpetuum Mobile, ideias imagens de luz, cor, fluxo e frequência as quais reutilizariam indefinidamente a energia criativa gerada por ela mesma desde seu próprio movimento inicial criativo. Não são obras derivadas dos movimentos simbolistas quaisquer. São sim obras da criação artística inventiva que de tempos em tempos, ressurgem edificadas e atualizadas como um tipo especial de meta-linguagens continuas criativas, bem mais fortes e bem mais precisas para qualquer momento em questão rumo ao infinito. São obras ícones, na direção da nova linguagem contemporânea onde o ideograma não só exprime a ideia exata mas por forma criativa deriva múltiplas interpretações.O vermelho encarnado da dor, do mutilamento, escarnecimento, do ferimento, da violência perante a vida, do perigo é a mesma cor universal escolhida para significar a ternura mais humana, o amor, no coração vermelho. .
As melhores, as mais eficientes e completas respostas para o Brasil são aquelas encontradas dentro de nossa unica e rica diversidade. Os teóricos modelos acadêmicos estrangeiros não nos servem na verdade, confundem, só nos atrapalham..
Na arte o hiato é sempre o fato inesperado de um diferente pensamento que vira um movimento gestual autônomo que corta o ato continuo, interrompe a cadencia repetitiva e previsível dentro da mais obvia resolução da criação na atmosfera gravitacional criativa. Comumente chamado entre os artistas de toque e retoque de mestre.
Quando observamos uma folha de papel em branco, por mais que desejemos que linhas a tracejem formando desenhos, a menos que intervenhamos nada acontece. O mesmo ocorre com o Universo. Se no início de tudo não havia nada, nada poderia ter simplesmente existido a partir de si mesmo, isto é, algo interviu para que fôssemos existentes e Deus me parece a melhor explicação para isso.
A complexidade da criação do mundo e das espécies
DEUS É UM GAMER?
Para se chegar à criação se faz necessário, antes, a definição sobre o Criador. Foi dito a Allan Kardec que “Deus é a Inteligência Suprema, causa primeira de todas as coisas”, diferentemente do que a ciência já desconfia de que Deus é uma consciência cósmica, cuja proposta dos meios científicos é defendida aqui como qualidade dos arcanjos, seres criadores altamente poderosos que sustentam toda a estrutura universal com a grandeza e poder de suas auras e mentalizações, e não do Deus Supremo propriamente dito.
Dando um exemplo bastante grosseiro, o Universo foi criado, e continua sendo, com o mesmo padrão-estrutural–harmônico da internet, que pode ser chamado aqui de cosmo; o computador, de mundo; a placa-mãe, de natureza-mãe; a memória do computador, de espírito; a energia, de corpo sutil, e o arcabouço do aparelho, de corpo material, que é o modelo predisposto das tecnologias da realidade virtual do momento atual.
Este modelo é apenas uma pequena imitação da programação virtual lançada pelo Criador, onde há o princípio para o desenvolvimento e consecução de toda sorte de leis para o surgimento da vida em seus vários contextos. Os éteres cósmicos são pequenos fragmentos da Inteligência Suprema que enchem o cosmos caindo sobre a existência como fagulhas de fogos de artifício, programados para criarem os átomos, que como já foi dito pelas tradições esotéricas, possuem matéria, energia e consciência, e que se encarregam de criar os corpos pela lei de atração magnética, dando origem ao reino mineral, composto pelos seres inorgânicos, como, por exemplo, o solo, a rocha, a água e os minérios. Neste reino, a consciência que está impregnada nos átomos é nada mais, nada menos, do que um princípio inteligente, que pela lei do magnetismo se elabora de maneira tão espantosa a ponto de fazer condensar a matéria, até que ao longo de milhões de anos, alguns elementos vão sofrendo uma espécie de ruptura ou mutação para a eclosão do reino vegetal que mais tarde se encarrega de fazer surgir o reino animal onde impera a lei do instinto e da consciência fragmentada ou consciência-grupo.
A intermediação entre o reino mineral e o vegetal se dá através da geração espontânea dos vírus que se situam na encruzilhada de todos os reinos da natureza, como uma espécie de ensaio para as ordenações das transições entre os incontáveis estágios de vida da alma. Por este motivo observa-se que as algas se situam na zona de predisposição entre os reinos mineral e vegetal, ou seja, entre os seres inorgânicos e orgânicos, enquanto os fungos, as plantas carnívoras e as águas-vivas, por exemplo, entre o vegetal e o reino animal, seres inanimados e animados, porque não são as espécies que evoluem, mas a consciência. As espécies são criadas por força da evolução da consciência, e não o contrário. Os corpos são vestimentas da alma* durante toda a trajetória da vida na matéria, quando, a depender do seu patamar evolutivo, toma o envólucro adequado e necessário ao seu crescimento evolutivo. Na Bíblia, achamos palavras semelhantes, em Coríntios, 15: 37,38, quando diz que "a semeadora não é do corpo que virá a ser, mas de uma simples semente[...], e a cada espécie de semente (consciência) o seu corpo apropriado".
No entanto, na migração do princípio inteligente para o reino animal (reino da consciência grupal), os seus seres conquistam, definitivamente, a capacidade de agirem de maneira instintiva, conforme foi dito, manifestando-se em bandos, obedecendo ao mesmo ímpeto da consciência do espírito-grupo que os dirige, animando muitos de uma só vez, como as andorinhas, os cardumes de peixes da mesma espécie, etc., por não terem a noção de si mesmos, mas se elaborando de tal forma que os mais evoluídos já conseguem agir com um pouco mais de independência e mais próximos da individualidade dos seres humanos, a exemplo do cão como último estágio da alma-grupo, e do macaco na aurora da consciência individual, tudo obedecendo a leis complexas que vem sendo aplicadas desde os átomos para a constituição dos corpos das diferentes espécies até chegar aos seres humanos. Por este motivo, a célebre frase de Léon Denis: "A alma dorme na pedra, sonha no vegetal, agita-se no animal e acorda no homem".
Mas, enfim, nisso tudo, o mais curioso é que mesmo os seres humanos sendo portadores de individualidade, precisam viver em sociedade, trabalhar em equipe e compartilhar experiências, porque a sua inteligência ainda é grupal, ou seja, a consciência é individual, mas a inteligência é de grupo, até que seja emancipada com a conquista da perfeição, sem mais precisar de corpos para se manifestar, a exemplo dos seres arcangélicos que são os administradores do Universo, logos planetários em harmonia com os logos solares, em total consonância com o Logos Cósmico que é Deus. Pois assim como na internet há um computador central de controle e administração, nos altos padrões da administração sideral, também há um computador cósmico de comando das leis da natureza sob os cuidados dos arcanjos, seres perfeitos, que são como Deus, mas que nenhum deles é o Deus supremo, assim como os robôs são como os seres humanos, mas que nenhum deles é humano.
Ironicamente, este texto é recheado de questionamentos ao invés de respostas.
Juahrez Alves
* "Alma" aqui, entende-se como princípio inteligente e também como consciência-grupal, espírito-grupo e consciência individual, para o texto ficar mais compreensível.
Algo só deixa de ser arte quando não é mais um sentimento ou lembrança e nem mesmo te projeta para dentro de um momento, seja ele passado ou futuro.
Arte não remete ao presente dos gostos e desgostos na vida de alguém, a arte não é singular. Ela é plural, é de todos, representa as questões e não as respostas.
"Uma ideia criativa é um elemento vivo de exteriorização da nossa alma. As dificuldades são as ferramentas de lapidação, polimento e valorização do que existe de precioso".
O artista tem essas fases... O ápice de alegria, criação, gozo; logo após, uma imensidão de reflexão, introspecção (...).
Criamos, sem imagem, um Deus que nos criou à sua imagem.
Chamamos de pecado o livre arbítrio e de destino a falta dele.
Julgamo-nos e condenamo-nos pelas leis criadas pelo Deus que criamos.
Somos cordeiros, não do Deus que criamos e acreditamos.
Somos cordeiros daqueles que não acreditam no Deus que criamos e, por não o temerem, exploram-nos em nome dele.
Criamos um Deus que nunca morre, mas que só nos presenteia com a eternidade após nossa morte.
Talvez, ao menos nisso, tenhamos sido mais generosos com o Deus que criamos do que com nós mesmos.
O Deus que criamos sabe tudo, pode tudo, mas não é moderno e nem tecnológico, pelo contrário. Nós o criamos para que ele existisse antes de nós.
Criamos um Deus para que um dia ele nos devolva a esperança que nunca tivemos, mas que passamos a vida depositando nele.
Criamos um Pai de todos nós, que nos deu em sacrifício a vida de seu único filho.
O Deus que nós criamos precisa de nossa fé.
O Deus que nos criou precisa ter fé em nós.
Deus é a inteligência por trás da criação,
a mesma que criou o cientista,
a ciência e a consciência.
Seguramente e confortavelmente acomoda se e não se avança diante ao que nunca foi ou a tudo que ainda não existe. A descoberta humana tem como materialidade prospera a coragem e a insatisfação na loucura criativa perante o que era impossível.
