Tag cotidiano

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Os vícios que nos rodeiam cotidianamente são potencias consumidores de nosso tempo. Silenciosamente eles nos fazem retardatários na jornada vida, reduzindo-nos à constante pequenez de comportamentos e de desenvolvimento pessoal.

Inserida por ALISON2

⁠Os excessos de exigências que nos acometem cotidianamente podem nos influenciar de maneira negativa quando formos atribuir valores às nossas conquistas. 

Inserida por ALISON2

⁠Viver por vezes parece ser apenas adiantar o trabalho do dia seguinte. No domingo, já estamos pensando na segunda-feira, na terça-feira, já estamos de olho na quarta-feira, e assim por diante, sempre um passo à frente do dia presente. Com tanta antecipação, acabaremos vivendo um mês a menos.

Nossa mente, assim como a vida, é uma tecelã desatenta que não distingue entre fios de ouro e fios de sombra. Ela não seleciona memórias como boas ou más; simplesmente as deixa dançar ao sabor do vento da lembrança. Daí o perigo de se viver de amanhã.

O tempo, esse trapaceiro imprevisível, teima em desafiar nossas noções de permanência, sempre nos lembrando de sua natureza efêmera. No entanto, no meio desse emaranhado de efemeridades, o amor emerge como um oásis de eternidade. É nele que residem todas as histórias que o tempo já arrastou consigo, como conchas preciosas depositadas na praia do coração. 

Sempre que puder desperdice simpatia, pois é o amor que empregamos no cotidiano dos nossos dias que nos fará celebrar não apenas o tempo que já vivemos, mas também o tempo que ainda teremos para tecer novas memórias e se encantar com suas infinitas possibilidades. 

Inserida por Epifaniasurbanas

⁠Crônicas do Efêmero 

No ritual matinal do café quente,  
abre-se o dia com moderação,  
enquanto o sol, comedidamente,  
ensaiando seu brilho, molda a mesa com precisão.

A brisa, tímida e reflexiva,  
percorre as folhas com lembranças,  
como quem passeia entre memórias,  
de um tempo que, na verdade, nunca se foi.

O riso infantil, puro e indomável,  
corre sem destino certo,  
como se a vida lhe pertencesse,  
e o momento fosse uma eternidade.

Um abraço inesperado,  
que sem alarde se anuncia,  
carregando em seu simples gesto  
todo o peso suave da afeição.

E no reencontro com os amigos,  
as palavras fluem sem pressa,  
entre risos, confidências e recordações,  
como se o tempo, por um instante, se esquecesse de passar.

São essas minúcias da existência,  
aparentemente insignificantes,  
que compõem, em segredo,  
o grande romance da vida.

Inserida por Epifaniasurbanas

Apesar de tentar nega-la
a poesia continua...
Sim, mesmo com a falta de amor
e reciprocidade.
Ainda há exemplos poéticos
no cotidiano dos dias.

O poeta é o poema.
É a empatia que verbaliza.
Poesia que nasceu para ser dita,
não escrita.
Imagina se alguém imita?
E reproduz essa beleza contida?

De povo prosaico seriamos
poesia.
Por isso
mesmo ante a tanta
violência ao menor sinal de empatia.

Poesia.
E poetas.
E poemas,
quem diria!

Há sim
miopias,
mas enquanto houver
homens de palavra
e dispostos a encarnar
o verbo dos dias,
haverá ainda toda esperança
contida no olhar de criança
e de uma poesia.

Haverá voz.
Haverá revolta,
haverá justiça,
Haverá mais um dia.

Inserida por Epifaniasurbanas

O cotidiano de nossas vidas se assemelha com o teatro. Tudo porque, para viver em sociedade, o ser humano precisa criar e representar diariamente, vários personagens.

Inserida por iolandabrazao

Amor bipolar

As vezes eu não quero o comum
Não quero o fácil
Não quero as mesmas coisas
Só me interessa o extraordinário
E as vezes eu só quero o convencional
O cotidiano chato
A rotina enfadonha
E preciso de um amor que surfe nas ondas do meu humor
E as vezes que me imponha
Que decida por mim
E que me deixe livre dentro da redoma de nós mesmo….

Inserida por egila_souza

⁠A sua vida não é tão comum quanto parece. De perto somos todos extraordinários.

Inserida por mariamoretto

⁠Não subestime o comum, nele pode residir a mudança na sua vida que você tanto espera.

Inserida por gabrielsouli

⁠Sejamos sempre gratos a Deus! A vida é repleta de bênçãos diárias, que às vezes passam despercebidas.

Inserida por LazaroGomes

⁠Fazer a vida valer a pena de viver.

Vivemos em um mundo onde a corrida contra o tempo e o materialismo dominam nossas vidas. Desde o momento em que nascemos até o dia em que morremos, somos constantemente pressionados a acumular bens e alcançar metas que, muitas vezes, perdem o significado com o passar dos anos.

Essa busca incessante por mais nos faz esquecer que viemos a este mundo sem nada e que, ao partir, também não levaremos nada.

 Entre o nascimento e a morte, perdemos dias valiosos com preocupações que, na velhice, se tornam insignificantes. Se todos parassem por um momento para fazer uma análise profunda de suas vidas, perceberiam que essa loucura diária não leva a lugar algum.

Daqui a 80 ou 100 anos, ninguém que hoje está aqui estará vivo. Outros estarão usando nossos bens, morando em nossas casas, e nem se lembrarão de nós. 

É nesse contexto que devemos entender a importância de aproveitar cada momento com quem amamos: nossos familiares, pais, mães, filhos, cônjuges e amigos.

O verdadeiro legado que deixamos não está nos bens materiais, mas nas memórias e na história de cada indivíduo que tocamos enquanto estivemos aqui. 

As relações pessoais e os momentos compartilhados são o que realmente permanecem e dão sentido à nossa existência. 

Portanto, é essencial valorizar o presente e as pessoas ao nosso redor, pois são elas que fazem a vida valer a pena.

Inserida por yhuldsbueno

⁠Os detalhes são as notas silenciosas que compõem a sinfonia da vida.

Inserida por allecgomes

⁠As cores mais lindas e a essência da vida estão nos menores gestos e nas profundezas invisíveis, quase imperceptíveis aos nossos olhos no cotidiano.

Inserida por allecgomes

A vibe mais relaxante é recomeçar todos os dias a mesma coisa que tentávamos fazer no dia anterior⁠

Inserida por Renruchi

O cotidiano rotineiro faz você se estacionar em um cruzamento de dúvidas⁠

Inserida por rudimar_almeida

Normose

Uma triste epidemia assola a humanidade,
sintomas claros, quase sempre ignorados,
produzindo indivíduos massificados,
destruindo toda e qualquer individualidade...

Um distúrbio coletivo de personalidade,
criando humanos cada vez mais alienados,
com estilos e pensamentos padronizados,
Impostos por nossa hipócrita sociedade...

Condenando-os a este mar de mediocridade,
onde impera uma absurda falta de criatividade,
aliada a medo, conformismo e incapacidade...

Eu... Tento preservar a minha integridade,
permanecendo fiel a minha própria identidade,
mas isso soa para a maioria como insanidade.

Inserida por ClayWerley

Efemero

⁠Um dia tudo será esquecido.
Sejam bons ou ruins os momentos,
não importa quais sentimentos,
tudo flui a ser desvanecido.

Tudo isso já é conhecido.
Mas em meio a nossos tormentos,
nos perdemos em meio a lamentos,
nos martirizando a cada ocorrido.

O tempo é uma sentença implacável
nenhum revés pode se perpetuar.
Perde-se tempo com o execrável

em detrimento do que é salutar.
Rumando à fronteira do inevitável,
onde nada desse mundo iremos levar.

Inserida por ClayWerley

"⁠Ame o seu natural e tudo virá e tudo sentirá com toda a intensidade que lhe caberá."

Inserida por lidiane_fernandes

⁠Sobre mim…
E se me perguntas de qual versão tenho mais orgulho, certamente te respondo todas.
Mas, a que eu mais admiro é a de hoje.

Inserida por tasselobrelaz


⁠A vida está cheia de oportunidades e novos caminhos, não permita que as intercorrências cotidianas frustrem o seu espirito mais otimista. Ao seu próprio tempo, o destino segue o seu curso.

Inserida por immontalvao

⁠A pressa

Era tarde como de costume, quando atravessei a rua que dava acesso a minha casa. E por um momento parei para observar algo que me chamou a atenção. A casinha verde da esquina estava escura, e por alguns instantes aquilo me incomodou. Mas segui para casa, estava muito cansada.
No dia seguinte pela manhã ao sair de casa, fiquei atenta ao passar pela casa verde. Estava tudo igual, linda e graciosa como sempre, as rosas estavam reluzentes de tão lindas. Respirei fundo e segui apressada. Ao final do dia voltando para casa, outra vez senti falta de algo naquela rua, as luzes da casa verde não estavam acesas novamente. O que teria acontecido? Dona Benta viajou? Estranho. Incômodo novamente.
Na manhã seguinte, tudo normal. As flores... ah, as flores, tão lindas! Dona Benta é tão caprichosa com suas plantas! Respirei fundo e sorri, apressando os passos. Ao voltar a noite, não pude deixar de notar que ali, já não tinha a mesma alegria. Tudo escuro, e sujo em frente a casa, folhas muchas na calçada. Algo realmente aconteceu ... foi o que pensei.
Então, ao sair para o trabalho pela manhã, meus olhos já buscavam respostas. Parada olhando para aquela casinha que outrora transmitia beleza e alegria, murmurei: _ Estranho! As plantas estão murchas, as rosas ... o que houve? Meu pensamento foi interrompido pela voz do seu Evaldo, vizinho do lado, que cabisbaixo respondeu: _ Sim! Dona Benta faleceu. Silêncio, nó na garganta, e uma dura resposta. Por isso a tristeza na casa verde... _ Ah, nossa! E eu nem soube, sinto tanto! Respondi ao seu Evaldo, e saí, tomada por uma emoção inexplicável.
Que droga de vida é essa? Essa correria que não nos deixa perceber ... Sempre tive vontade de parar e conversar com dona Benta. Sempre a vi como uma senhora distinta, e tão educada! Trocávamos bom dia, e boa noite tão calorosos! Mas a conversa ficou apenas em meus pensamentos. A correria nunca deixou, ou eu me deixei levar por ela.

Inserida por barbaramelosiqueira

⁠O silêncio para mim é um milagre
As pausas,
As pedras e as flores
Os amores e imagens 
são páginas de um livro
de cotidiano.

Inserida por AllamTorvic

⁠Aqui, de perto, tão longe...
homens, pedem para descansar
pais e mães, indo e vindo,
filhos à descobertas, olhar 
memórias douradas 
verdades inventadas, 
e faces de beleza
com cheiro de cotidiano
é segunda-feira,
dança nas chamas do almoço
um brinde sem nome, sem data
um ritmo familiar...
pratos, pia, louça
e a eternidade brilhando
dentro de cada um
na vontade de viver
todos em forma singular
.
O viajante iluminado, "A beleza do cotidiano". 

Inserida por AllamTorvic

Minha sina é o azar!" , dizia a moça que beirava níveis assustadores de superstição. Acreditava em cartas de Tarot, em Ciganas, no movimento das estrelas que alterava sua vida aqui na terra, e direcionava todas essas coisas como motivos para seus desencontros amorosos. Mas certa vez, enquanto carregava um copo de café super quente, correndo apressada para chegar no trabalho, acabou esbarrando em um rapaz e jogando a bebida nele. Depois de alguns gritos de dor ele disse: "Tudo bem, moça! Esse tipo de coisa acontece, com os azarados, claro." E sorriu para ela, o que a fez pensar que nem tudo era questão de má sorte, coisas acontecem quando devem acontecer, porque essa era a vida.
"A propósito, meu nome é Pedro. Se nao estiver com muita pressa, te pago outro café ". Ele disse. Viu só? Acaso...

Inserida por MatheusHoracio

É tanta coisa você e você, que o tempo não passa, ele voa.⁠

Inserida por ARRUDAJBde