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Dois mundos...
(Nilo Ribeiro)
O mundo emocional,
a imagem de homem,
é um conflito real,
que ainda não tem nome
às vezes sou ele,
às vezes ele sou eu,
não me encontro naquele,
o ceticismo sobreviveu
a distância que separa,
uso uma apologia,
é um fio de navalha
que me leva à sangria
dois mundos distintos,
e neles estou perdido,
do amor estou faminto,
na loucura estou detido
não vejo saída,
tapo os ouvidos,
tento a vida,
mas continuo perdido
sei que é minha responsabilidade,
encontrar a solução,
qual o mundo de verdade,
qual o mundo da ilusão
o mundo emocional,
a imagem de homem,
é um conflito real,
que ainda me consome...
Sentimentos
Queria saber
Por que os sentimentos
Tem que ter por quês
O por que de sentir
O por que de não sentir
É um conflito sem fim
Que existe dentro de mim
Se pudesse por fim nesta questão
Traria com certeza paz ao meu coração
Que já esta um pouco cansado
De tanto sentir
Esse conflito sem fim
No imenso circo da humanidade, onde a lógica se perdeu há muito entre os truques da retórica e as acrobacias da desinformação, estamos todos presos numa marcha descontrolada em direção ao abismo. O mundo, tão amplamente ligado pela tecnologia, fragmenta-se em facções que se observam desconfiadas e se armam com tweets raivosos.
De um lado do ringue, os idealistas tocam suas flautas utópicas, clamando por justiça social e mudança climática, enquanto do outro, os reacionários erguem suas bandeiras de tradição e conservadorismo. Ambos se empurram para o precipício com uma convicção cega, ignorando que o chão está a ruir sob os seus pés.
Enquanto isso, os arautos da mídia manipulam as massas, distorcendo a verdade até que ela se desintegre num caleidoscópio de meias-verdades e mentiras convenientes. É a polarização que dita o tom, a tonalidade dissonante de um mundo que rapidamente se move em direção a um estado de disfuncionalidade global.
A ironia reside no fato de que, apesar de nos vermos cada vez mais próximos do abismo, os que empurram são os mesmos que gritam que estão a ser empurrados. E assim continuamos, numa dança sinistra de culpa e inocência percebida, enquanto o solo cede sob o peso das nossas próprias contradições.
Enquanto o mundo arde em fogueiras de indignação digital, os líderes políticos jogam xadrez com vidas humanas, cada movimento calculado para agradar os seus seguidores leais e enfurecer os seus adversários declarados. A verdade tornou-se um acessório opcional, substituída pela conveniência da narrativa que melhor se alinha aos preconceitos e receios de cada grupo.
No final, estamos todos juntos nesta queda livre em direção ao desconhecido, com o abismo à nossa frente e a desunião às nossas costas. Agarramo-nos às nossas convicções como tábua de salvação num mar de incertezas, mas talvez seja hora de reconhecer que o verdadeiro precipício não é apenas físico, mas moral e intelectual. Num mundo quebrado pela polarização e pela manipulação, a ténue esperança de uma revolução de mentalidades que traria o "Admirável Mundo Novo" contrasta com a implosão do velho. Quer a selvajaria, quer a complacência terão um preço pesado. Resumidamente, estamos fodidos.
Quando se tenta contrariar alguém enquanto modo de afirmar a sua diferença, mais se evidencia o nível de dependência que existe nessa relação.
O conflito entre a mente e o coração é a batalha entre o que sabemos ser verdade e o que desejamos que seja verdade.
Às vezes, tudo fica tão confuso que sentimos como se estivéssemos enlouquecendo. Tomados pelo medo questionamos o motivo como se não houvesse nenhum. Mas depois que começamos a olhar as atitudes das pessoas que nos cercam com um pouco mais de atenção e um pouco menos de justificativas para comportamentos maldosos e desprovidos de empatia descobrimos o motivo do nosso desequilíbrio emocional, dos nossos conflitos internos e a suposta loucura.
"Nunca na História da Guerra, tantos deveram tanto a tão poucos." Winston Churchill se referia aos pilotos de caça do seu pais. Mesmo após 80 anos do Desembarque na Normandia o sentimento de gratidão a esses poucos heróis continua mais atual do que nunca.
Em um mundo bem melhor
Toda guerra é de amor
A bala de artilharia
É a pétala de flor
Os soldados são amigos
Não há mortos e feridos
O planeta é o vencedor
Talvez eu não seja desse tempo, um viajante intergalático parado na estação retro do metro*. Mas aqui é tão bom, apesar dos conflitos constantes não sei se gostaria de seguir adiante*. Construo pontes mas não castelos, cada dia é uma fase deste caminho na estação, onde eu torço para o metrô se atrasar e eu não embarcar.
Em um conflito de idéias, vencedor é aquele que converge os pontos divergentes e cria uma solução e não o que gera contenda e cria feridas.
Insta: @elidajeronimo
As razões da primitiva prática dos Selvagens ainda são um mistério. Mas sabemos que a monogamia é uma importante tradição que permite aos Selvagens combinarem os valores base da cultura deles: possessão, competição, ciúmes e conflito.
Passamos nossas vidas tentando evitar a dor, mas é ela que nos nutre. Às vezes, só gera mais conflito. Mas, às vezes, nos leva ao sucesso.
(Spencer Strasmore)
Silencie o Ego, Desperte o Espírito: O Caminho Para a Paz Verdadeira
“A raiz do nosso conflito interior é o ego que criamos… e insistimos em ouvir.
Ele cobra, compara, julga — e nos afasta da paz que tanto buscamos.
Você não é essa voz ansiosa. Você é o Espírito que observa em silêncio.
Quando o ego cala, o sagrado fala. A verdadeira paz começa onde o ego termina.”
Mundo Azul...
Clareai meus pensamentos
Aliviai a minha aflição, trazei
Paz para a terra, aos a aflitos,
Conforto aos corações;
Imagino um mundo azul,
Livre da poluição, irmãos
Se confraternizando e dividindo
Este chão., Imagino uma terra
Fértil produzindo muitos grãos,
Um mundo sem guerra e sem dor,
Nações apertando as mãos.
As emoções na zona de conflito.
Insanidade desmedida.
Quanta violência na inquietude.
O roubo da virtude.
A lingua felina.
Eu sou caçador de mim.
Quando perco os passos.
Não percebo os traços.
Ferido e ferindo sim.
O quão homem falho e presunçoso.
A arrogância e orgulho é uma morte dolorida.
Crateras nas emoções, elas muitas feridas.
O eu indelicado, insensato, como sou danoso.
Mas eu sei, que o Santo sangue dolorido.
Bondoso e em demasia atrevido.
Que socorre me diariamente, a que permita nascer a mansidão, um carinho, dizer não, quando então mata o amor, cruel como aborto.
Eu continuo a tramitar, encurralado no madeiro do conforto.
Mas é dolorido, as emoções trafegar na zona do aflito.
Meu pai, minha mãe, meus acenstrais, Deuses mil, respirando e conspirando.
Quão grande a ciência, a técnica e a magia, a religiosidade do crime, faca no meu olho que se oprime, eu, meu irmão, meus tantos semelhantes, sociedade discrepante.
Cansaço, abraço, minhas pálpebras dilatadas, sinuoso pensamento pendurado numa corda, radiante andar, atravessar os oceanos como as baleias, voar, gorjear, entretanto o canto, o grito, prisioneiro e aflito, a questão de um povo, as emoções, vagões e porões agito, agonias, aflito, aflito, aflito.
Giovane Silva Santos
Entre as técnicas hipnoterapêuticas, temos as ferramentas da REGRESSÃO e da PROGRESSÃO, sendo métodos que podem promover libertação, aliviar pressões internas, elaborar conflitos, reduzir a ansiedade e mapear soluções de problemas atuais, além de reflexão o sobre o próprio estilo de vida atual.
Palavra de paz, palavra de conflito
É uma decisão, ou ocasião, entre o equilíbrio e a doidice, são as vertentes do coração e da mente do homem, uma vez desafiado cotidianamente em lutar, pelo freio ou acelerar da língua, entre a sensatez ou a estupidez, muitas pessoas inocentemente tomadas por paixões e egoísmo profere contra seu próximo agonias e aflições, receber o amargo também é uma luta da temperança para não nos tornar causador de rebentos de tolice, de desarmonia e injúrias, por respostas maliciosas.
Agora senhor peço que amenize, cesse a violência da legião que usa nossos semelhantes para nos ferir, como o cavalo que precisa de rédeas, assim o coração enganoso tomado pelo devaneio precisa da tua disciplina, cure, sare, vidas e vidas angustiadas.
Senhor altíssimo, ao nome de Jesus, sejamos parte de tua amizade, que colhamos as tuas meditações, seja nosso consolo e equilíbrio, seja nós a tua paz.
Giovane Silva Santos
O meu sensorial está se subordinando à razão.
odeio tudo isso ,
os pensamentos são revisados pela verossimilhança da consciência, que quer interagir no mundo das ideias.
Fujo dessa realidade concomitante na necessidade em tê-la, ela me humilha mostrando sua superioridade, seu poder sobre mim e me vejo mais uma vez a segui-la.
