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CONDENADO À MORTE SOCIALMENTE
Da minha janela...
De mãos atadas pelo sistema,
Espio os agentes, que em nome da ordem...
Aos cidadãos condenam a morte.
Esqueceram suas leis, das que legislaram,
Contradizem seus célebres artigos...
É inércia?
É crueldade?
Pondero com meus botões:
Que nome darei a tamanha maldade?
Sem emprego, dinheiro... desemprego
Sem água, morre-se de sede,
Sem energia, morre-se na escuridão,
Sem moradia, morre-se ao relento.
Sem oportunidade, sem argumentos,
Sem defesa... sem dinheiro!
Se é um condenado a morte!
“Mande para a prisão em condenação eterna, todos os seus fantasmas e liberte sua mente das amarras do medo e da escuridão.”
A condenação imposta aos outros após nossos julgamentos, tem mais influência negativa sobre quem julga, do que sobre quem é condenado.
A vida é como um tribunal, em que nós somos réus. Às vezes, o que fazemos ou falamos pode ser usado como prova para a nossa própria condenação.
“Quem nele crê não é condenado, mas quem não crê já está condenado; porque não crê no nome do Filho único de Deus”.
Mas como resistir a um verdadeiro amor? Como resistir a um sentimento tão puro que nos devolve a dignidade, que ilumina o que somos, que restitui o que perdemos e oferece o que precisamos? Muitas vezes o que nos fortalece não é a resistência e sim o abandono que se encontra na desistência em lutar contra a verdade.
Não há pior condenação do que desistir de nós mesmos, da nossa felicidade e dignidade.
O amor de Deus não é condenatório e sim salvífico. Deus não se satisfaz com a condenação de seus filhos, pois é Amor e por isso sofreu no madeiro da cruz como prova concreta da sua disposição de doar-se até as últimas consequências por amor.
Anistia aos detalhes
Que toda pressa seja condenada
por negligência e falso testemunho
Que sejam condenados pela lei do uso e desuso
ao cárcere anestesiante do sentir
os que julgaram e utilizaram
do que eles chamam de medida “preventiva"
para disfarçar o medo de se fazer cumprir
o mandado que todo sem juiz(o) busca
Os que apressados proferiram injúrias
e emitiram pareceres
pelo que a contento lhe parecia ser
Os que se colocaram como preposto
diante dos autos da sua própria felicidade
e negaram qualquer apelação da outra parte
que não sabia pra quê servia tanto “decoro”
Só sabia que não podia habrir seu corpus
e entregar todos seus órgãos
que foram cúmplices do coração
pois tudo poderia e foi usado contra eles
Julgados e condenados a revelia
por aliciar a boca a cometer
o crime de ser boca.
Que o lento tempo na solitária faça entender
que presos estão os que condenam
por olharem rapidamente e não perceberem
a liberdade dos pequenos nadas de cada um
e que no caso de reincidência
se adote uma ação cautelar
para que não fique apenas em última instância
Cada cor, cada hora, cada cheiro…cada cuidado.
As vezes tentar compreender o incompreensível é tentar compreender a si mesmo, pois tentar compreender o outro é mais fácil do que a nós, é mais cômodo julgar as atitudes do próximo e condena-lo do que olhar para dentro de si e autocondenar-se, pois sempre tentamos esconder no lugar mais profundo de nossa alma o que fazemos ou pensamos, mas parece que esses sentimentos vem sempre a tona, por mais que tentamos esconde-los eles sempre nos atormentam.
Os deputados que faltarem à votação do impeachment da presidente, além darem mal exemplo em termos de cidadania, estarão assumindo o papel de Pilatos que diante do impasse na condenação do Cristo e desejoso de ficar bem com Roma e com os judeus, mandou trazer uma bacia com água e lavou as mãos. Hoje eles estão diante de uma condenação. Mas querem ficar bem com ambos os lados, para tirar proveito da situação que seguir ao fato. Esses deputados não merecem ser reeleitos, visto que prezam mais seus interesses que os da Pátria. Que votem sim ou não, mas votem.
Não há prazer gratuito! E ninguém se propõe ser objeto do prazer de outrem sem satisfazer sua própria alma. Por isso Jesus não condenou Maria Madalena, e quando disse: "vá e que não peques mais", estava simplesmente advertindo-a para que não se vulgarizasse. As coisas valem mais por sua raridade. "...Eu também não te condeno..." Receba.
Acordar sem ter sido despertado por algum barulho... Deitar e logo pegar no sono... Comer deliciosamente aquela simples comida e terminar o dia dizendo: Eh! hoje em nada do que fiz me condeno... Ah! Isso não tem preço!
Não tolerar, julgar e condenar. A cada dia que passa eu descubro que esse é o jeito mais errado de fazer o que é certo, e o jeito mais certo de fazer o que é errado.
CONDENAÇÃO POR AMOR
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Como sobreviver a um castigo instituído
pelo manejo do júri da consciência
que escapa aos olhos da matéria
se nem há prévia apreciação,
e nem mesmo há conclusão
do desfecho da história paginada?
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Será uma condenação imposta
pelos deuses da adoração
ou será pela fraqueza da carne humana,
ou até pela falta de coragem na caminhada?
Mesmo que haja firmeza, confiança,
todo o esforço dispensado no viver é o suficiente?
Ou será que a condenação
é apenas obra dos abalos
gerados pelos sentimentos reclusos no coração?
.
Seja qual for a razão
nunca saberemos o que
é certo e o que é errado,
porque o mais terrível dos castigos
imposto pelo júri da consciência
é não saber o tempo da pena imposta
e nem saber se existe
prescrição da pena para o caso de violação
do sentimento mais puro
gerado no coração,
O AMOR...
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12 de julho de 2017 - Uma data histórica. Pela primeira vez um Presidente da República é condenado a uma pena de prisão por 9 meses e seis meses. Apesar de não ser ainda definitiva.
Se o Juízo Final ocorrer em um inverno rigoroso, a condenação ao inferno, em um primeiro momento não chega a ser tão ruim.
Se a humanidade aprendesse a se amar e se repeitar mutuamente, acredito que nenhum Deus teria o direito de nos condenar.
Ainda que você seja o mais correto se a tua motivação não vem de dentro (amor), de nada vale. E se nossas ações não são resultado de falta de amor, não há o que nos condene. É preciso buscar o aperfeiçoamento no amor para que nossas ações fluam naturalmente como fruto deste.
Cansado disto tudo decidi andar por onde Jesus andaria e me relacionar com as pessoas com quem ele se relacionaria.
- Deus nos bares
A repulsa pelo extremismo é a condenação do amor e da verdade. Uma vez conhecendo a verdade, extremismo é uma questão de coerência. E uma vez amando, o extremismo é necessária consequência.
Não é preciso temor como sinônimo de medo e insegurança, se não julgarmos e condenarmos os outros por suas escolhas,
quando faz mais sentido tolerarmos as diferenças, reconhecendo as nossas próprias limitações e incoerências.
O arrebatamento será de uma unica vez! Ou tu sobe aos céus com Cristo, ou tu fica pra condenação eterna.
