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Não julgue o que você não conhece. Muitas vezes há uma dor gerada na alma que ninguém pode ver. Há uma desilusão com a vida diante das circunstâncias já vividas. Há um choro incontido que verte lágrimas internas como uma enchente. Há dúvidas e incertezas... E por fim, um sorriso que nada diz daquilo que realmente se vive.
Muitos climas de brigas,
podem ser evitados,
com um simples pedido de perdão.
Muitos choros tristes,
podem ser eliminados de uma vida,
quando se perdoa. A ruindade é muito ruim.
As vezes um sorriso se perde no oceano e deságua num mar tempestivo onde as lágrimas viram ondas gigantescas...
Quando criança achava que quando chovia era Deus que chorava... e na maturidade eu entendi que as lágrimas Dele que ficaram nas lembranças da infância, hoje fazem goteiras no meu Coração...
Já chorei tanto que minhas lágrimas foram parar nesse oásis chamado vida, ainda caminho com pés descalços deixando marcas na areia que ainda é árida e seca num deserto de calmaria...
Aprendi a chorar por dentro para que ninguém veja as minhas lágrimas. Mas também aprendi que chorar não é um sinal de fraqueza, mas um recurso do corpo para aliviar a sobrecarga da alma. O choro é algo que acontece nas três dimensões do ser humano, no corpo, como resultado de um apelo da alma, que está ferida e cansada, no espírito que se rende e procura forças no Ser Supremo, pois o choro é um pedido de ajuda e rendição.
No dia em que você se for, será um dia como outro qualquer. A padaria da esquina vai vender pães; o atendente da farmácia vai vender remédios; o feirante vai montar sua velha barraca e atender seus clientes...
Alguém vai nascer; outro vai chorar; e alguém estará sorrindo.
O doente precisará de cuidados; e alguém estará se alegrando pela notícia da cura...
A vida vai continuar no dia em que a gente se for. Sabe porque? Porque no fundo, a morte faz parte da nossa vida.
A questão é o que estamos fazendo aqui, enquanto a morte não chega.
Para onde estamos caminhando, afinal?
E que lugar Deus ocupa em nossas vidas, em meio a tudo isso?
(Fabi Braga, 15/11/2024)
Espírito Santo
É incrível como me sinto quando
Invade o meu ser
Não dá pra explicar
A vontade que tenho de chorar
Quando o meu coração arde com
Tua presença
Silêncio (microconto)
Caminhava tarde da noite pela rua Aurora. Quando estava a uns três quarteirões de casa, ouvi um choro vindo de um beco escuro. Me aproximei, olhei em seus olhos, e então, tudo se silenciou.
Minhas lágrimas podem ter um pouco de amor, um pouco de dor, um pouco de alegria, ao cair, limpam como chuva, um banho de sensões esvaem-se, para outras brotarem novamente.
Somente os Fortes choram💪🏽.
O Choro é o privilégio e o presente daqueles que podem transbordar sentimentos, esvaziar e drenar erupções internas e assim contribuir consigo mesmo é com o mundo que vive
Só rio quando
as pessoas choram.
Se você começar a chorar agora,
eu vou começar a rir. (risos)
(Homenageando Abujamra)
Chore o quanto quiser, mas certifique-se de que, quando parar de chorar, você nunca mais chorará pelo mesmo motivo.
Eu ainda choro, não pela pessoa, mas pelas atitudes que foram covardes ao ponto de ferir profundamente, ainda dói muito.
O sorriso dos lábios, muitas das vezes esconde o choro profundo do coração, que é transparecido no olhar.
Agradeço a todos que disseram 'sim', pois me ajudaram a chegar até aqui. Sou grato também aos que disseram 'não', pois me impulsionaram a novos caminhos. Mas, acima de tudo, agradeço ao Senhor, que sempre esteve no controle da minha vida.
Não sorria quando o que você deseja é chorar.
Sinta seus sentimentos
A vida é muito curta para ser fingida.
Meus olhos insistem em ser cachoeira
O vento ainda não a dispersou
Sou intensidade altaneira
Inescrupuloso embaraço
Sou o traço
Do riso discreto
Os dentes falhos
A janela aberta
Da imensidão.
Sou estranha às vestes alheias
Mas não sou sozinha
Eu sou multidão.
Os meus olhos ainda persistem
Como jarros d’água
Infinitas fontes
A cruzar as pontes da escuridão
Eu sou a senhora
Sou a meninice
Sou a pausa e o pique
Da imperfeição.
Meus olhos reclamam por vida
Os braços não deixam enxergar
A pele tão destemperada
O fogo aterra a água e o ar.
Eu sou incredulidade
Palavra de quem argumenta
Motivos, sentenças, viagens
Ao grão da pura inocência.
Meus olhos
Estão cansados
De tanto verter um rio
A cada segundo
No seu mais profundo
Mar em desvario.
