Tag chocolate

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Sou dividida e somatizada...
Parte de mim é amor;
Parte solidariedade;
Parte simpatia;
Parte saudade;
Outra parte de mim é puro chocolate rs

Inserida por AbigailAquino

Amar, é dar o seu último chocolate com sorriso nos olhos. Rs

Inserida por AbigailAquino

De repente a gente aprende que a Vida só é boa enquanto o chocolate não acaba...

Inserida por PoetaFernandoMatos

A espontaneidade interessante de uma romântica atrevida, doçura provocante, reflexo da sua alma intensamente emotiva, vontade bastante sedenta, vividade gradativa, referência a um chocolate com pimenta, deleite e amor, veemência e ternura, olhar sedutor, a sutileza do seu corpo, a viveza da sua essencialidade, natureza gentil, paixão avassaladora, fervor no coração, um forte desejo que aflora principalmente durante a noite, dessarte, marcante como as memórias emocionantes de verão, mais de uma personalidade que em certos momentos se unem, doce sedução, constante fogosidade, calorosa composição.

Inserida por jefferson_freitas_1

⁠Doce coração pra noite não amargar
saboreando uma vívida emoção 
feita de amor e sorte,
um sabor, talvez, quem sabe,
tão bom ou melhor 
do que chocolate.

Inserida por jefferson_freitas_1

⁠Num dia frio, gostaria de estar contigo na frente de uma Lareira num momento aconchegante com chocolate quente, uma boa conversa, troca de olhares, nossas mentes distantes dos problemas por alguns instantes, por estarmos focados numa demonstração recíproca e sincera de afetos. Certamente, por tua causa, seria inesquecível, pois és uma mulher cativante de um lindo sorriso. 

Inserida por jefferson_freitas_1

⁠És um chocolate apimentado, 
há doçura e ardor no teu íntimo, 
és irresistível com teus belos traços,
tens um sabor inconfundível de vivacidade,
logo, és responsável por tamanho fascínio
que causa em mim, muita vontade, 
que traz regozijo aos meus olhos
e deixa meus pensamentos agitados.
És uma mulher de detalhes graciosos
que merecem ser devidamente apreciados.

Inserida por jefferson_freitas_1

A notícia da partida da vovó que vendia sacolés pelo portão da casa verde no Sana desceu amarga. Como eram gostosos os sacolés vendidos por aquelas mãos. Podiam não ser lá muito higiênicos, isso é verdade, mas que eram gostosos eram. Aliás, essa questão de higiene, àquela época, não era muito levada em conta. Não que isso fosse coisa do século passado, quando ainda não se sabia muito sobre vírus e micróbios. Não. Mas também fiz uma pesquisa e vi que sacolés eram vendidos na década de 20, e, já então, as autoridades sanitárias faziam exigências que ninguém cumpria, como hoje. Daí, aquela gente imunda e encharcada com a água que lhes descia pelo corpo proveniente do degelo mal contido nas sorveteiras que equilibravam os isopores carregados de sacolés na cabeça. Mas, gula sempre foi gula. Voltando aquela senhora do Sana: os dedos que tocavam o dinheiro transportado por uma bolsa de coro que andava com ela eram os mesmos dedos que apanhavam pra mim dois guardanapos, que eu sempre pedia. Era daquela mesma bolsinha onde guardava o dinheiro que puxava os guardanapos. Me limpava como um pinto no lixo após degustar sempre a dobradinha: "um de coco e um de baunilha vó". Era o sacolé gostoso que compensava depois daquela manhã inteira torrando no sol na cachoeira. E o mais engraçado é que era tão bom, que até engolir pedacinhos de plástico mordendo o sacolé a gente engolia. Aquela casinha verde fica logo atrás da pracinha, do coreto. Quando ela abria a porta, dava pra ver lá dentro uma forma cilíndrica, de zinco, onde ela acondicionava todos os sacolés. Em torno desse cilindro, gelo picado e sal grosso com um pouco de serragem. Eu perguntei preocupado com a cor avermelhada da serragem. Coroando isso tudo, uma espécie de rodilha de pano, sempre suja, protegendo a tampa, impedindo o ataque de insetos durante a madrugada. A última vez que estive com a vovó do sacolé no Sana, custava R$ 2. Funcionava todo dia até às 18h, mas nas noites quentes de verão era comum ver-se à porta da casa aquela senhora se abanando com uma folha de bananeira estendendo mais um pouco o horário das vendas pra nossa alegria e dos colegas no camping, que nem esperavam que fossemos lembrar deles, de tão bom que o sacolé era. Uma vez, no desespero, bati palmas em seu portão 1 hora da manhã, bêbado, pra pedir sacolé. Tomei um esporro da vovó, mas pergunta se ela deixou de me atender e, depois do esporro, lembro que passou docemente a mão em minha testa e avisou que amanhã estaria mais cedo vendendo os sacolés. Os sabores eram: laranja, abacate, manga, caju e, nos últimos anos, começou a ter de chocolate, além do tradicional coco e baunilha. Mas, nenhuma delas, superava o coco-baunilha, que eu ia degustando ao mesmo tempo. Que me perdoem a propaganda, mas hoje, com todo progresso e processos modernos de fabricação mecânica, como toda e relativa duvidosa higiene no fabrico, o sacolé da minha vó do Sana continua insuperável. Os picolés de hoje, ridículos até no nome, as conchas novas que têm dado forma empírica aos sorvetes, não irão conseguir nunca matar a saudade que comecei a sentir a partir deste momento, quando recebi a notícia. Não sei se exagero ao afirmar que os sacolés do meu tempo, até os extravagantes e alcoólicos que começaram a pegar moda nos blocos de carnaval, nunca serão mais gelados do que aqueles sacolés de coco-baunilha. Faltarão neles agora, eternamente, o perfume delicioso de sabonete que vinha daquela senhora. Faltarão neles, inclusive, a poesia do pedido batendo palmas no portão, e do sorriso carinhoso e aconchegante na entrega. Siga seu caminho vovó. Novos sabores chegaram pra senhora. Delicie-se.

Inserida por AlessandroLoBianco

⁠A poesia é  muito maravilhosa, semelhante a chocolate.

Inserida por Luizdavi

⁠Eu não queria que houvessem construções...
Casas ou ruas pavimentadas
eu não queria!
Eu queria que fosse tudo árvore
E que morássemos na árvore...
Queria que o mundo fosse mato!
Que só ficassem de pé
os museus
os teatros
as bibliotecas públicas
os templos religiosos que pregassem o amor e a caridade...
E as casas de chocolate!

Inserida por bill_oliveira_william

⁠"É melhor desabafar com uma Xícara de Café; com uma Caixa de Chocolate; ou até mesmo com um combo do Mc Donalds, do que com as pessoas que se dizem ser suas amigas."

Inserida por MarcinhaSilva

"A Páscoa é a celebração da fé no renascimento.
É crer no fio da vida, ainda que ele se mostre num aparente sepulcro.
Na Páscoa a exemplo do Cristo, distribua perdão e oportunidades a novos começos, além de ovos de chocolate."

Inserida por Epifaniasurbanas

"Eu desconfio que a felicidade
é tomar café com chocolate!"
☆Haredita Angel

Inserida por HareditaAngel

"⁠Chocolate, amor e amigos, 
nunca deveriam faltar"
Haredita Angel
12.05.15

Inserida por HareditaAngel

⁠Três coisas curam a dor, acalmam a corrente:
Café bem forte, que desperta a gente,
Chocolate doce, consolo envolvente,
E o tempo… que tudo cura, silenciosamente.

Inserida por luccisantz

Invernou

Invernou e a temperatura caiu
Esfriou-se e o nosso amor ruiu
Como uma estação acabou-se
Como algo que é finito
Expirou-se totalmente.

Invernou e a temperatura subiu
Esquentou-se e o frio sumiu
E na estação que se chama inverno
Camisetas, bermudas e chinelos
Substituíram os casacos, as botas e os ternos.

Invernou e nos reencontramos
Fez-se um novo amanhecer em nossos planos
E do que outrora era ausência e dor
Transformara-se em presença e esplendor
Temperado com chocolate quente, abraços e muito amor.

Edson Luiz, São Paulo, início do Inverno de 2015

Inserida por ProfessorEdson

Nessa vida dividimos chocolate, não amor.
Amor deve ser entregue por inteiro de maneira recíproca.

Inserida por OrlandoBiotoviski

Se eu gosto de chocolate? Tanto quanto eu gosto de um café. Diferentes no sabor e idênticos na emoção.

Inserida por Rita1602

Preciso adoçar minha vida. Traga-me uma barra de chocolate urgente.

Inserida por Rita1602

Que minha vida se torne tão doce quanto o chocolate e tão irresistível quanto uma xícara de café.

Inserida por Rita1602

Estou procurando alguém a quem eu possa desesperadamente derramar todo esse meu conhecimento da vida. Dar esta minha vivência. Dar em enormes doses, o que eu sinto, o que eu penso e o que eu vejo. Dar generosamente tudo o que aprendi neste dia a dia intenso. Não quero ficar apenas pra mim, toda esta enorme vontade de viver. Quero dividir, como quem divide metade de um chocolate.

Inserida por Rita1602

Fico incrivelmente feliz quando sei que minha barra de chocolate está me esperando.

Inserida por Rita1602

Um chocolate e uma explosão de felicidade instantânea.

Inserida por Rita1602

Quando estou comendo um chocolate, o prazer e a satisfação me dominam.

Inserida por Rita1602

Um chocolate e muitos motivos para poematizar.

Inserida por Rita1602