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O QUANDO
Quando centenas de mísseis eram lançados ao chão,
Todos caiam sobre uma casa;
Expressão censurada,
Tudo se apaga,
Dor de saber,
Que por um,
Todos pagam.
Quando o arrependimento não se vêm,
Mas o remorso não me deixa em paz;
É quando sofrem pelas minhas contas,
Que percebo já não ser tão eficaz.
Sugiro partir da noção de que não há tais fontes de conhecimento ideais e infalíveis, assim como não há governantes ideais e infalíveis, e da ideia de que todas as "fontes" de nosso conhecimento algumas vezes nos conduzem ao erro.
A internet interpreta a censura como dano e cria rotas para contorná-la.
Nunca houve, nunca haverá, tampouco agora há alguém que seja sempre censurado, ou alguém que seja sempre elogiado.
Os tormentos causados pelas censuras da consciência correspondem precisamente ao medo da perda de amor, por parte de uma criança, medo cujo lugar foi tomado pelo agente moral.
Ninguém pode pisotear sua liberdade. Se quiserem te calar, grite mais alto.
Se censurarem suas ideias, tenha coragem. Nunca desista, sempre erga a sua voz.
Quando um país de mais de 200 milhões de pessoas, se põe de joelhos diante de um único homem, e diz que tal homem é um pretenso ditador; isso está falando muito mais da personalidade do povo deste país e de suas instituições, do que propriamente do homem
Loucura de não poder demonstrar nossa felicidade. Uma palavra pobre, não é? Os outros têm esse direito e o exercem, não se privam dele. Isso os deixa ainda mais felizes, os enche de orgulho. Mas nós somos atrofiados, comprimidos, em nossa censura.
O motivo oculto das pessoas não quererem ter filhos é o socialismo. Ele te dá medo da escassez, dos impostos e taxas, do controle social e da censura. Num país capitalista as pessoas não olham para o futuro sem pensar em ter filhos. No capitalismo a família cresce, pois há trabalho, fartura, abundância e liberdade. O socialismo dá medo, enquanto o capitalismo te dá coragem.
A censura sempre existiu, o pensamento livre está em perigo e o Facebook pergunta: "Em que estás a pensar?" De uma forma natural e com algum descaramento, a todos aqueles que ousam pensar e expor os seus pensamentos neste carnaval de tudo um pouco, sem nos alertar que o pensamento nos dá ideias, que as ideias nos dão opinião e que a nossa opinião, se sair um pouco dos carris do rebanho e do senso comum, oferece-nos quase sempre um vendaval de intolerância e um fardo de represálias em cima, para ficarmos cientes da dimensão da nossa liberdade e do valor das nossas ideias. Costumo dizer que o valor das nossas ideias depende muito do contributo que damos para a evolução da sociedade e do número de idiotas que se juntam e que lutam contra elas. Ademais, nesta disputa incessante de ideias, sou levado a acreditar que tanto no amor como no ódio as opiniões podem ser distintas, porém, os objetivos assemelham-se e convergem no amor verdadeiro que une uma grande parte das pessoas: "a defesa do seu próprio bem-estar e o pão de cada dia". Nem que a troco desse conceito estereotipado tenham de vender a alma a um diabo qualquer ou na melhor das hipóteses tenham de meter todas as palavras do seu pensamento no seu santificado silêncio. Por consequência, com esses mesmos preceitos enraizados no senso comum dizemos que estamos a ajudar a educar crianças e jovens a crescer, para que no futuro próximo esses homens e essas mulheres ajudem a fazer deste mundo um mundo melhor, que colaborem na verdadeira emancipação do seu próprio país e que participem na harmonia social das suas cidades, das suas vilas, das suas aldeias, e até dos seus montes, desde que haja um vizinho por perto. Dá que pensar!
O estado não quer controlar a verdade para te proteger, ele quer controlar a verdade para se proteger de você.
Devemos evitar apontar os defeitos dos outros, especialmente aqueles que doem no âmago da alma alheia.
Pois todo aquele que critica, censura e julga, muitas vezes sem perceber, revela os próprios defeitos que tenta ocultar.
Qualquer pessoa que necessite demonstrar constantemente o seu poder ou a sua força, sabe que não possui nem uma coisa nem outra. E tem medo que esse segredo seja descoberto.
Vive de forma insegura e desconfiada, até que é fatalmente descoberta. E a sua queda é sempre humilhante.
"Nunca mais irei me censurar para que eu seja aceito em algum grupo, se de fato queres a minha presença, terá que aceitar e respeitar a minha liberdade de pensamento, isso não significa que falarei indiscriminadamente como se não houvesse limites mas que eu tenha o direito de apresentar o outro lado da história para que contraponha o pensamento hegemônico presente aos montes na sociedade contemporânea"
Não sou a favor da proibição do cinema, da música e da entrada de produções audiovisuais estrangeiras no Brasil, mas sou a favor da regulação da distribuição desenfreada destas obras no nosso território. Hoje, um adolescente pobre, que mora no interior da Paraíba, filho de feirantes, com livre acesso à Internet, reconhece de olhos fechados a voz do Goku, mas não sabe quem é o Curupira; assistiu Pantera Negra, mas nunca ouviu falar em Besouro; gosta de Tarantino, mas não sabe quem foi Glauber Rocha; ouve K-Pop, mas não ouve o Tropicália; venera Thomas Shelby, mas desconhece a história de Lampião, do Cangaço, das suas próprias raízes.
