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Amor, eu não quero mais
Dormir sozinho e acordar sem você do meu lado
Depois de um dia inteiro agarrados
Te deixar na casa dos seus pais
Eu não sei como é que eu fui me apaixonar
Por uma pessoa assim tão singular
Que nunca somou em nada e todo mundo me avisava
Pode até ser que vamos durar
Mas sinceramente eu nem vou apostar
Eu sou de resolver
Você, de causar
Quero construir
Você quer desabar
Sempre que tá de cabeça quente
Faz algo inconsequente
Depois vem correndo se humilhar
Você nunca pensa lá na frente
Fica dependente
Da minha vontade de te perdoar
AS CANÇÕES DA VIDA!
Digamos que no cd da vida, algumas de nossas faixas preferidas arranharam, já não tocam mais!
Insistentemente, permanecemos ouvindo, ainda que com falhas notórias, canções que no momento devem ser silenciadas.
Essas canções em coletânea poderiam ser chamadas de "os prazeres da comunhão".
Como era afável ouvir e sentir a melodia da amizade, do "tá perto", da familia reunida, do cheiro e do abraço!
Sim, era! E ainda pelo que está guardado na memória continua a ser...
Avaliemos agora por outro lado, aqueles cds velhos, que achávamos não ser mais moda! Intactos nos porta cds da vida e pelo arranhar de nossas coletâneas preferidas, nos vimos obrigados a ouvir o que restou...
Essa coletânea eu chamaria de "Além da presença!", e nesta redescobrimos algumas canções: a saudade, a valorização do ser humano, o perdão, o amor em outra vertente, sem toque, mas com voz, o EU TE AMO na íntegra, o cuidado, a esperança e a certeza de que que dias melhores virão!
Diria em resumo que os últimos cds embora arranhados no momento, virão após tudo isso, com tudo que já tínhamos, mas como nova melodia!
E essa melodia se resumirá em ALEGRIA, COMPAIXAO, EMPATIA, SOLIDARIEDADE, MAIS AMOR E FÉ!
E nesse pot-pourri de sentimentos, que quero ver seu sorriso outra vez!
Dias melhores... PRA SEEEEMPREEE!
O som da vida não parou, estamos apenas compondo novas canções para juntos dançarmos de uma forma diferente!
#Segurafirme
#Jajaestaremosjuntos
E eu quero abraçar você! 🙏🏾❤😘
Thiago Bueno Procópio
@tprocopio
Não existe um texto ou citação
Nem nenhuma bela canção
Nenhum cheiro ou sentido
Que diga de forna espontânea
muito menos contemporânea
ou da forma mais romântica
Que possa enfim descrever
tudo e todo o Amor que eu sinto por você.
Que sorriso desta guria
que me faz ficar vendo estrelas
com essa dança toda jeitosa
A sutileza de uma donzela
Quero contar aos nossos netos
a alegria desta data
eternizando este momento
em poesia, prosa ou carta
É o dia que te recebo nesse altar iluminado
com essas pessoas que amamos,
Nossos queridos convidados
O meu aceite é todo teu
para fazeres o que quiseres
Menina linda dos sonhos meus
a ti concedo estes poderes
Depois da dança é a nossa noite
para enfim comemorarmos
Nossa noite especial
Primeiro de muitos dias casados.
E com o tempo vou lembrar
O quanto hoje meu coração brilha
E para nossos filhos contar
a importância deste dia.
Escritor Amigo!
Debruça-te em doces versos,
Na linguagem, a imaginação,
Assim como ondas viajantes em mar aberto,
A sinfonia traz o encanto da canção!
A vida é longa, mas a canção é breve, toque-a com emoção; viver é diferente de existir, não exista; viva!
I
Eu tenho quinze anos
E sou morena e linda!
Mas amo e não me amam
E tenho amor ainda.
E por tão triste amar,
Aqui venho chorar.
II
O riso de meus lábios
Há muito que murchou;
Aquele que eu adoro
Ah! Foi quem matou;
Ao riso, que morreu,
O pranto sucedeu.
III
O fogo de meus olhos
De todo se acabou,
Aquele que eu adoro
Foi quem o apagou:
Onde houve fogo tanto
Agora corre o pranto.
IV
A face cor de jambo
Enfim se descorou,
Aquele que eu adoro
Ah! Foi quem a desbotou:
A face tão rosada
De pranto está lavada!
V
O coração tão puro
Já sabe o que é amor,
Aquele que eu adoro
Ah! Só me dá rigor:
O coração no entanto
Desfaz o amor em pranto.
VI
Diurno aqui se mostra
Aquele que eu adoro;
E nunca ele me vê,
E sempre o vejo e choro;
Por paga a tal paixão
Só lágrimas me dão!
VII
Aquele que eu adoro
E qual rio que corre,
Sem ver a flor pendente
Que ti margem murcha e morre:
Eu sou u pobre flor
Que vou murchar de amor.
VIII
São horas de raiar
O sol dos olhos meus,
Mau sol! Queima a florzinha
Que adora os olhos seus:
Tempo é do sol raiar
E é tempo de chorar.
IX
Lá vem sua piroga
Cortando leve os mares,
Lá vem uma esperança
Que sempre dá pesares:
Lá vem o meu encanto,
Que sempre causa pranto.
X
Enfim abica a praia,
Enfim salta apressado.
Garboso como o cervo
Que salta alto valado:
Quando há de ele cá vir
Só pra me ver sorrir
?
XI
Lá corre em busca de aves
A selva que lhe é cara,
Ligeiro como a seta
Que do arco seu dispara:
Quando há de ele correr
Somente para me ver.
XII
Lá vem do feliz bosque
Cansado de caçar,
Qual beija-flor que cansa
De mil flores a beijar:
Quando há de ele, cansado,
Descansar a meu lado?
XIII
Lá entra para a gruta,
E cai na rude cama,
Qual flor de belas cores,
Que cai do pé na grama:
Quando há de nesse leito
Dormir junto a meu peito?
XIV
Lá súbito desperta,
E na piroga embarca,
Qual sol que, se ocultando,
O fim do dia marca:
Quando hei de este sol ver
Não mais desaparecer?
XV
Lá voa na piroga,
Que o rasto deixa aos mares,
Qual sonho que se esvai
E deixa após pesares:
Quando há de ele cá vir
Pra nunca mais fugir?...
XVI
Oh bárbaro! Tu partes
E nem sequer me olhaste?
Amor tão delicado
Em outra já achaste?
Oh bárbaro! responde,
Amor como este, aon
de?
XVII
Somente pra teus beijos
Te guardo a boca para;
Em que lábios tu podes
Achar maior doçura?...
Meus lábios, murchareis,
Seus beijos não tereis!
XVIII
Meu colo alevantado
Não vale teus abraços?...
Que colo há mais formoso,
Mais digno de teus braços?
ingrato! Morrerei...
E não te abraçarei.
XIX
Meus seios entonados
Não podem ter valia?
Desprezas as delícias
Que neles te ofrecia?
Pois hão de os seios puros
Murcharem prematuros?
XX
Não sabes que me chamam
A bela do deserto?...
Empurras para longe
O bem que te está perto?...
Só pagas com rigor
As lágrimas de amor?...
XXI
Ingrato! Ingrato! foge...
E aqui não tornes mais,
Que, sempre que tornares,
Terás de ouvir meus ais:
E ouvir queixas de amor,
E ver pranto de dor...
XXII
E, se amanhã vieres,
Em pé na rocha dura
'Starei cantando aos ares
A mal paga ternura...
Cantando me ouviras,
Chorando me acharás!...
Hora chora, hora ri, quando não ri, chora, quando não chora, ri.
De riso em riso, de choro em choro, vou cantando esse coro que mais parece uma canção repleta de repetição. Se você reparar, irá perceber que já dá até pra cantarolar esses versos cheios de palavras que não formam muito nexo. Mas me atrevo a falar, que me acompanhar você já pode, uma vez que todos já sabem que se não ri, chora, e que se não chora, ri. A verdade é que a dificuldade consiste em sorrir, pois na maioria das vezes a tristeza está demarcada no caminho da facilidade, chorar portanto se torna mais simples, porque para poder sorrir é preciso vencer os obstáculos impostos pela vida, e todos sabem, a vida não gosta de facilitar, com ela ou é 5 ou 50, ou você enfrenta ou você não aguenta!
Minha canção
A minha canção é mais
do que uma simples canção.
Minha canção é única e não provém da música.
Ela provém da palavra resultante da minha fala.
Ela é o encontro da letra com a melodia.
Ela canta o romantismo das noites de lua cheia.
Não é vazia. Minha canção é cheia e bela.
Minha canção é aquarela.
É cérebro. É pulso. É veia.
Minha canção nasce no ventre do encanto.
Germina e ecoa na Terra pelos quatros cantos.
Com ela eu conto contos de amor e alegria.
Esta canção minha anuncia a paz.
Minha canção faz
Brotar carinho no chão árido
Da alma arredia.
Minha canção é um tom
Sintonizado com o coração seu.
Ela é um som que vem
do fundo do coração meu.
Minha canção é um dom
E uma benção que Deus me deu.
Por isto canto. Por isto vivo.
“Canto porque o instante existe
E a minha vida está completa.”
Canto porque amo e não sou uma ilha.
Canto, porque já disse Cecília.
Canto por um bom motivo.
Canto porque sou poeta!
Canção do menino da foto
Quando eu tirei os sapatos
Me senti dono do chão
Pé no chão, sonhos altos
Poros sentem cada grão
Para os que me machucaram
Passo a passo, já passou
Da natureza todo eco
Felicidade me tomou
Rei de Todos - Uma canção sem rimas de alguém que sabe o que é
Quem é que faz o que ninguém mais quer?
O Rei dos Tolos
Quem é ignorado por todos?
O Rei dos Tolos
Quem não é importante nessa cidade?
O Rei dos Tolos
Escutem, escutem o que vou dizer:
O Rei dos Tolos existe e ele está aqui.
Sempre leva a culpa dos erros idiotas e bobos dos outros.
É o primeiro a cumprir algo desnecessário.
Ele é o Rei dos Tolos que nunca foi ouvido e está aqui.
Mudo, acusado de surdo.
Observador julgado de cego.
Ele é o Rei dos Tolos.
O Rei tem algo a dizer, escutem:
Não sou rei, não sou tolo, por que me nomeiam assim?
Faço o que me pedem e quando erro sou o pior ser de todos!
Sou o que sou, aceitem, estou me cansado de ajudar.
Perderam as chances de se redimir agora quero suas insignificantes vidas
Enforcados, esquartejados, mutilados e estuprados.
Não sou o "Rei dos Tolos", mas serei seu fim.
O Rei se zangou, agora temos um grande mal.
Quem é que castiga os que erram?
O Rei de Todos
Quem é que mata os que desonram?
O Rei de Todos
Quem é que destrói tudo que amamos só por existimos?
O Rei de Todos
O Rei dos Tolos morreu,
Sou agora o Rei de Todos!
25- Uma Canção
Esse sentimento que tenho por ti
É coisa de ALMA...!
De veneração, amor de CORAÇÃO.
Amor amor é quase...
Uma CANÇÃO...!
Tem até refrão...
Meu amor por você é quase tudo,
Ou TUDO É...!
É isso, um misto
Dê SESSAÇÕES...!
“Canção do amor-próprio
Cante amor meu,
teus singelos versos, simples como eu,
cante amor meu,
a canção que sai do fundo da tua alma
e toca profundamente o meu coração,
cante e me faz flutuar em notas altas
O teu sorriso é a minha doce canção
Tu és a minha razão e sentido
Eu não poderia ser com o outro
Sem antes que sejas tu comigo
Cante amor meu o teu sorriso,
a doce canção da minha alegria,
enxugue as lágrimas dos teus olhos,
Cante a canção que me contagia,
o teu sorriso amor meu
é a mais perfeita melodia. “
Viviane Andrade
Eu gosto é do silêncio.
Eu gosto é de sentar num trapiche bem perto do mar,
Ouvir o vento passar,
As gotas que eu sinto sobre o meu rosto,
Aquele gosto, vida ao mar.
A brisa que invade aquela cidade,
As nuvens que passeiam como que desenhadas pelas mãos de Deus, aquele azul que em lápis de cor nunca se viu.
O som do violão que se mistura a canção que vem do vento.
Tom que gera vida em palavras que se transformam em poesias,
Vida fora do relógio, dentro do propósito e longe da multidão.
Quando o "Som de Deus" te tocar, não resista, porque o seu efeito e devastador. Ele cura, liberta, transforma, acalma e te coloca num estado de paz profunda, que vem de dentro para fora. Som de transformação, som do Senhor da canção, o Senhor de todos os sons.
Quando a tristeza bater,
cante uma canção que fala de alegria.
Assim terás chances de esquivar-se do que te faz sofrer.
