Tag cafuné
Bom Dia!
Um dia perfeito tem sol, flores, abraços, beijos, sorrisos; tem chocolate, fé, café e cafuné.
VOA QUEM PODE CA(IR)
apesar das razões do teu ímpio
tenha fé
nade mais
perdoe o escafandro
respire se gritar
sol deduz teu sorriso
morne a lágrima
faça um chá
cafuné lhe faz tão bem
golpeie o dedo / chupe o sangue
havendo outra dor: enfrente e estanque
a quarar bandeira branca
Òsàlá paz em abundância
vivamos + unidos
voa quem pode
ca(ir)
sambar
Te faço um cafuné quando tu for dormir
Te dou café quando se levantar
Dou comida na boca
Mato a tua sede
Armo a minha rede
E vou te balançar
Você tem
Um emprego pra mim? Olha aí
Qualquer coisa que
Que me mantenha perto de você
Posso fazer
Cafuné no cabelo
Vigio o seu sono, sei lá
Até provo o seu beijo
Pra ver se a barba vai me arranhar
Eu posso ser fiscal do seu olhar
Nem precisa pagar
Quero colo, cafuné, abraço apertado, chamego;
Quero xero e muito dengo, andar de mãos dadas
na praça; beijo na boca demorado, sms de amor, e todas
aquelas coisas gostosas que homem jura ser
bobeira, mas que mulher não vive sem.
Um abraço apertado, um sorriso ao meu lado, um cafuné.
Não precisa dizer nada, basta ficar aqui e me transmitir a sua paz.
Ela nem é tão exigente. Só quer um amorzinho sincero e um cafuné de manhãzinha. Algo que seja diferente de tudo que ela experimentou até agora.
Digam o que quiserem senhores filósofos, terapêutas e conhecedores da psiquê, mas tem horas em que só mesmo cafuné de mãe é o que serve para acalmar as coisas.
Te amo dona Dilamar.
O que era menos, agora é mais
Não va agora!
Toma um café.
Me pede um cafuné?
Só não vá embora!
Te dedico uma canção,
Falamos do cotidiano,
Da vida e dos planos.
Isso afasta a solidão!
Coisa boa te ter por perto.
Falando das flores,
Colorindo o deserto.
Tua presença traz alegria e paz.
Agora que você chegou,
O que era menos agora é mais.
Sentir saudade... Do seu cafuné, do seu leve suave toque, que sempre acaba assanhado o meu cabelo e fazendo cócegas em meu rosto. Que sensação agradável de liberdade você me traz... É tão bom te ter todos os dias minha linda Brisa.
"Nada mais gostoso, que um cafuné em uma tarde chuvosa.
É um convite para um abraço apertado e um beijo roubado."
Lembrou de quem te amava, né? Agora é tarde
Veio atrás de cafuné, bateu saudade
Fez tudo ao contrário pra me deixar mal
E o contrário de oi é tchau
Foi mal
Ontem era intensa como as águas de uma maré e os beijos molhados como o pântano. Hoje prefere a leveza de um cafuné e as vibrações das cordas de um piano. Amanhã celebra as marcas de uma mulher que superou dias insanos.
Todo cafuné é de amizade
Ou será que você não sabia?
É a gente que poe maldade...
Onde antes não havia.
Cafuné de amor, esse sim é bem diferente.
Pois se assim o tivesse, não ficaria carente.
Tem dia que a gente só quer colo...
Da pessoa que nos entende.
O amor de verdade.
Querendo ou não, nasce da amizade.
Quem sabe da atração e da pura afinidade.
Mas se ainda quiser atenção.
Um cafuné. um sossego.
No meu colo vai encontrar.
Meu carinho e meu aconchego.
Quero rir junto com você e sentir você em meus braços.
Quero ver filme num dia frio, comer pipoca, enrolado na coberta.
Quero ver o brilho das estrelas pela janela.
Quero fazer cafuné até pegar no sono.
Quero segurar suas mãos e ver o seu sorriso.
Nas coisas mais simples, desfrutar do que o amor proporciona.
#ALMA DE #GATO
Nasci com alma de gato...
Durmo muito durante o dia...
Amo a noite e a rua...
Sou muito curioso...
Caseiro, porém amante da lua...
Nasci com sete vidas...
Já gastei algumas...
Ousado e esquivo...
Entre as sombras...
Entre as brumas...
De andar macio e elegante...
Se eu caio, caio em pé...
E sigo adiante...
Não duvide...
Ponha fé...
Espreguiçar é uma arte...
E minha liberdade é preciosa...
Desconfiado, rendo-me a um bom cafuné...
Mas cuidado amigo...
Quem avisa amigo é...
Também posso ser mau...
Brincar consigo...
Antes de lhe comer...
Sandro Paschoal Nogueira
Caminhos de um poeta
O quarto era pouco revelado
pela penumbra,
minha mão que escrevia
poesias em sua cintura,
nem se importava
pela roupa jogada nessa altura.
Ela que estava de olhos serrados,
prestes a entrar no teu sétimo sono.
Ainda falava comigo,
de voz abafada pelo peso do sono,
mas carregada de carinho.
Me pedia cafuné,
no meio de todo
aquele cabelo de pé.
