Tag café
Bebida tetra
Fervente da água cristalina
soluto de ralos fragmentos só,
mas sei que abrasa ainda mais o suor na colina
para me dar inspiração
para me dar essa paz,
ao degustar de um néctar semelhante ,
é árduo e merecedor
quão seria tal semelhança o solo em que semeaste
Observando atentamente ao colher,
a nostalgia que impera em mim a esta produção
tal bebida então escoa pelos lábios e desse a garganta então
ai posso observar de tudo sem no mínimo esmorecer
Como se o sangue arquejasse mais ligeiro ,
pelas artérias barradas por açúcar, que me dão essa imponência ,
mas logo após, o efeito se dissipa,
levando-me a perder toda a agitação
permaneço a convalescência
Não serei esnobe a ponto
de exigir-te efervescente
e esperar esfriar , e sorrir ...
Gabriel Silva Corrêa Lima
Deus como o amor deixa marcas! Coisas tão simples que adorava fazer, como comer pipoca, tomar chá ou um café acompanhado de um cigarro, se tornaram torturantes.
Lembranças massacrantes.
Hoje não tem bom dia, não tem café forte, nem fraco, nem doce, nem amargo, simplesmente hoje não tem.
Não tem brilho, não tem cor, não tem sol, não tem motivação.
Parece que está dando tudo errado, tanta incerteza, falta-me a razão.
Cansada de mim, dos meus passos errôneos e retroativos.
Sem alguma ideia certa ou legal que me faça clarear.
Resolvi dar um tempo de mim, estou temporariamente "fora de serviço."
Café Na Cama
Hoje
te levo
café na cama!
Cheirinho de alecrim…
Hortelã.
Pão de queixo quentinho.
Beijos de amor
e muito carinho!
Hoje te levo café na cama…
Pois nessa noite
me fez tão feliz!
É sim…
Merecedor
dos meus cuidados,
afagos e chamegos!
Posso te servir mais um café
Na intenção de fazer você ficar
La fora tocam gotas d’agua na janela
Fazendo o cantar das aves cessar
E na porta aberta o vento vem dizer
Que o tempo para pra quem sabe viver
O vento carrega teu perfume
E o conforto pousa aqui
Nos meus braços cheio de espaço
Com meus abraços sempre a te cobrir
A Vida Começa
Se
o dia começa
depois do café …
Que seja doce!
Que seja intensa…
Que seja posto
à sua mesa o amor:
O amor alimento.
O amor nos pensamentos.
O amor ao respirar
esse aroma
quentinho do café
saindo na hora.
Que seja regado
a doces olhares ,
se o amor está a sua frente.
Que seja o
seu primeiro sorriso.
E também seja
o seu primeiro agradecimento,
por estar com vida.
E podendo respirar
momentos simples.
Porém felizes.
Se a vida começa
depois do café…
Dê a ela mais vida.
Mais aroma.
E segue adiante
com o mesmo ânimo
desse seu doce despertar…
Faz frio.
Quisera eu agora
um mocaccino com cognac.
E beijos,
beijos incandescentes
para acordar
meus demônios.
Ali, o a luz que penetrava pelas brechas da cortina rasgada, madrugada de Agosto, inverno de 1939.
Talvez não fosse a melhor opção continuar olhando para aquela luz fraca, por algum motivo, ela me fazia lembrar. A fumaça marrom café que se estendia pelo ar, marcas e pegadas na neve branca e a lama seca nas janelas da locomotiva. Tentei desfazer o nó que se formou em minha garganta, as mãos e braços gelados de minha mãe me cercavam, meus olhos mórbidos fitavam a paisagem branca multicor que mudava conforme o bater das rodas. Todos ali dentro, eram diferentes, porém iguais. Nos primeiros assentos, uma senhora que aparentava mais de 60 anos, usava a janela de encosto, uma mulher deu o colo para um de seus três filhos, enquanto os outros se apoiavam em seus ombros cobertos por um tecido fino e lã de seu cachecol. A seguir, um senhor que segurava nas coxas um acordeom, a seu lado estava uma pequena maleta cor de areia que caía aos pedaços, no banco em seu lado, um casal Comunista, ela segurava uma vasilha com fatias de bolo, ele segurava a gaiola de um papagaio, que já nem mais falava. O resto da população ali presente era composta por judeus ou contrários ao partido nazista. Eu era um deles, Liore. No meu banco estavam uma menina pálida de longos cabelos marrons, e olhos verdes, que se escorava na mãe, cujo as características eram as mesmas, e segurava textos em folhas de papel amareladas, os mesmos escritos em hebraico. Esse banco como já disse, era o meu, a menina, era eu.
No café derramarei minhas lagrimas de angustia, pelo sal sentirei o gosto das lagrimas no café. Pela dor de sentir dentro de mim, e pela angustia de sentir essa dor me derramarei em lagrimas e um grito ao soltar, pelo choro me espalhei como puera no café.
Não vamos falar de saudade, vamos aproveitar este tempo que nós temos.
Aceite mais este café, senta aqui comigo, fale mais do seu dia.
Quarta-feira!
Nessa manhã parei pra sentir o gosto do café,
até queimei a ponta da língua, mas tudo bem.
Tomei banho como se fosse nas cataratas,
peguei o elevador com uma ruiva bonita,
pisei em folhas secas na calçada de casa..
Os dias e os meses estão passando rápido,
as nuvens formam desenhos, mas ninguém olha.
Uma flor na rua de casa precisa de água,
a vizinha fica sexy com seu vestido de flor!
Bom dia, quarta-feira.
Coisa ruim é te servirem um café ralo e chapado de açúcar, seguido da pergunta: Está gostoso meu café?
SEUS OLHOS
Hoje vi os olhos de minha amada em duas gotas de café numa nuvem de leite, pena que era mera ilusão.
André Zanarella 03-03-2013
http://www.recantodasletras.com.br/frases/4721401
Esta chegando o inverno! Já experimentou doar agasalhos a morador de rua? Cobrir mendigos na madrugada? Abençoá-los com um copo de café com leite e biscoitos? Experimenta! Experimenta! Experimenta!
Apesar de qualquer atraso,
sem mais hesitar, sem mais demora
de um café não me desfaço
Vamos então, pela rua afora...
O café poderia estar mesmo gelado...
É algo que não saberei lhe dizer.
Foi a sua presença que aqueceu meu dia!
Pode vir sozinho ou acompanhado
Que não seja tão doce,
pode até ser amargo.
Pode estar quente, pode estar gelado.
Mas que seja aromático, saboroso,
Com amor preparado!
Meu bom café de cada dia!
