Tag bruxa

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⁠Energia minguante
Depois que ela me iluminou
Reconheci que não e questão de ser egoísta
Me priorizar
Não romantizar estar com quem !
Me fez ser o arco e a flecha.
Agora estou queimando
Aquela que aceitava miséria !
Sou uma deusa na terra!

Inserida por olhabruxa

⁠Lunar quanto lua no luar
Mingua quando homem !
E cheia tal nua , brilha.
Crescente transaciona…
Decrescente toda vez que amar!

Inserida por olhabruxa

⁠A-Flor-Disiaca


Apenas me admire! 
Filhas de Afrodite não foram feitas para serem amadas!
Enquanto obra
Encanto , te energizo ,cativo 
Assim me toca
Me estraga!
Como uma arte única
Cuja somente ,
Pode observar ...

Inserida por olhabruxa

⁠Compartilhar sentimentos.
Mesmo que terceiros
Te faça por inteiro
Com ações em junção
De fato nunca sabemos se tem boas intenções.
Cria duvida !
Acabamos dependendo dos sentimentos
As interrogações vira acido em pensamentos
Fazendo duvidar esquecer do seu próprio amor.
No fim, mesmo se perdendo
Seu próprio amor
Único que te traz certezas
Mesmo sentindo dor
Depois de se perder
Com tantas incertezas.

Inserida por olhabruxa

⁠{⁠F.L & F.L}
O charme em seu sorriso tirou todas as minhas armaduras.
Da forma mas meiga e gostosa.
Ao olhar de primeira fiquei atenta.
Vendo ele rapidamente! após afirmar ser ela!
Cabelos carvão, cacheados com os olhos castanhos.
Na luz artificial ao se posicionar de frente a mim!
Eu de costas ao luar!
Conforme o tempo ele já não era tão ela!
Mas era uma soma!
Em cada toque do seus lábios com os meus, e uma fotografia para minha memoria.
Flashes de cada momento e varias sensações
Sua forma jovial e apenas um detalhe de uma mente forte madura e bem vivida.
Quanta admiração! isso faz bater, arder ,queimar e derreter.
Antes de pedir para ele me sentir ao olhar para a lua.
Me lembro que já dancei em dias de luas cheias .
Já recebi seus abraços, em dias que sol estava sem seu amarelo luminoso.
Embaraçoso tentar descrever algo intimo entre eu e você
Eu só consigo agradecer.
Sempre fui apaixonada em pessoas fortes verdadeiramente trans-parentes.
A transparência do seu amor eu nunca vou revogar!
Apenas afirmar!
Eu já fui amada !
Hoje eu vou dançar para a lua e fazer você sentir minha energia.
De forma egoísta!
Não a feitiço maior e poderoso do que o amor natural.
Totalmente informal.
Juro pela deusa, que não faço por mal!
Ao tocar Tanerrélle de forma orquestral
Vou sentindo cada toque, risadas , raivas, tristezas, desejos, lagrimas, sorrisos , e todas as ações
Que ilumina meu astral!
Mas acho que no fim nada e mais poderoso que nossas trocas de olhares.
de perto
Frente a frente
A fraqueza na distancia!
Pois o que temos e real e pura sensibilidade.
De poder tocar ter
eu te ter ,você meter
eu sentir ! você fundir ,
 você amar, eu relaxar
te deixar ,você chorar
agente errar, se perdoar
e agente eclodir...
e se separar!
sentimental e carnal
Me sinta nas estrelas !
Você e meu sol!
Eu sua Lua!
e nos sentimos nos nossos
corações!

Inserida por olhabruxa

⁠Amor De Sereia.
A-mar também é desistir.
Mesmo que mergulhe de cabeça.
Para Deixar ir.
Amor de sereia.
Nunca e raso ,independente da distância
Ambos vão sentir
mesmo com laços cortados
Tem profundezas!

Inserida por olhabruxa

Uma bruxa não é nada sem seu coven.

Inserida por pensador

⁠Boa sorte com seus amores de cada, Estações!



Será que este gostar
E um desgosto de estar
Enquanto bate, arde
Por gostar de você!
Ou e meu ego em desgosto
De sentir o desconforto
De você simplesmente nunca ter me amado?
Apenas me fez acreditar
Mas na verdade foi temporário!
Assim como outros relacionamentos
Foi de momento!
O incrível que sendo seu passatempo
Eu aprendi amar Você.
Agora você atravessa a rua como fez com outras.
Me evitando como se fosse, pouca!
O ruim deste ciclo vicioso
E que você faz sua própria coleção!
Uma hora vai chegar em um momento
Que vai ter tantas !
Em cada lado da esquina
Que ou você enfrenta !
Ou passa no meio da rua
Sem encarar suas decisões
Ou decepções!

Inserida por olhabruxa

⁠Para o dia das bruxas eu desejo:
Que você tenha ousadia suficiente para ser a mulher que você é, a mulher que você luta pra ser e não a que os outros querem que você seja. 
Que você aposte na doçura e permita-se dela lambuzar-se sempre que desejar;
Que no caldeirão da bruxa, você coloque toda a sua competência, força, coragem e determinação e dessa mistura faça poções mágicas para alimentar os teus sonhos. 
Que você aposte pesado no teu melhor meio de transporte: a imaginação, a criatividade, a fantasia e a poesia. 
Que no patuá do mistério você carregue o encanto que te faz única e linda no meio da multidão. 
Desejo-te gostosuras e travessuras. 

Inserida por ednafrigato

⁠Uma tentativa de tentar explicar o tal Dia das Bruxas

O Halloween tem suas raízes não na cultura americana, como muitos acreditam, mas no Reino Unido. Seu nome deriva de "All Hallows' Eve", "Hallow" é um termo antigo para "santo", e "eve" é o mesmo que "véspera". O termo designava, até o século 16, a noite anterior ao Dia de Todos os Santos, celebrado em 1º de novembro. Logo, Halloween, ou Dia das Bruxas, é uma celebração popular de culto aos mortos comemorada anualmente no dia 31 de outubro, dia que antecede o dia de todos os santos.

Acredita-se que O Halloween teve origem com o povo celta, que celebrava o festival de Samhain, um antigo ritual pagão (Samhain é termo que significa "fim do verão").
O ritual de Samhain começava no dia 31de outubro e durava 3 dias.
A festa era uma forma de agradecer a abundância da colheita do ano e a transição do fim do verão para início do inverno, bem como o início de um novo ano no primeiro dia de novembro.
De acordo com a cultura celta, durante a noite do dia 31 a fronteira entre o nosso mundo e o outro mundo, o dos mortos, podia ser cruzada, que fadas e os espíritos dos que foram tinham acesso ao nosso mundo. Por isso, nessa noite o povo usava máscaras para afastar os espíritos.  
Durante a festa fogueiras eram acesas para queimar o joio e também para repelir bruxarias e afastar a peste negra.

Comer era um componente importante do Halloween, assim como de muitos outros festivais. Um dos hábitos mais característicos envolvia crianças, que vestiam fantasias e iam de casa em casa cantando rimas ou dizendo orações para as almas dos mortos. Em troca, eles recebiam bolos de boa sorte que representavam o espírito de uma pessoa que havia sido liberada do purgatório.

Esse costume acabou sobrevivendo e se tornando o ponto culminante da noite de Halloween. 

A partir do século 9, com a cristianização das regiões celtas já virtualmente completa, o Samhain e o Dia de Todos os Santos acabaram se fundindo, criando o Halloween.
A rogada proteção dos deuses virou a dos santos. Agora contra as bruxas, que aproveitavam o tal portal do outro mundo para se encontrarem com seu mestre.

Em 1845, durante o período conhecido na Irlanda como a "Grande Fome", 1 milhão de pessoas foram forçadas a imigrar para os Estados Unidos, levando junto sua história e tradições.
As primeiras referências ao Halloween apareceram na América pouco depois disso
A princípio, as tradições do Dia das Bruxas nos Estados Unidos uniam brincadeiras comuns no Reino Unido rural com os rituais de colheita americanos.
Foi na América que a abóbora passou a ser sinônimo de Halloween. No Reino Unido, o legume mais "entalhado" ou esculpido era o turnip, um tipo de nabo.

Foi também nos Estados Unidos que surgiu a tradição moderna de "doces ou travessuras". 
A partir de 1920, pregar peças tornou-se um hábito dos norte americanos nesta época do ano.

Hoje, o Halloween é o maior feriado não cristão dos Estados Unidos, superando o dia dos namorados e a Páscoa. 
Por aqui, desde 2003, também se celebra neste mesma data o Dia do Saci, fruto de um projeto de lei que busca resgatar figuras do folclore brasileiro, em contraposição ao Dia das Bruxas.
Atualmente, o festival tem diferentes finalidades: celebra os mortos ou a época de colheita e marca o fim do verão e o início do outono no hemisfério norte. Ao mesmo tempo, vem ganhando novas formas e dado a oportunidade para que adultos brinquem com seus medos e fantasias de uma forma socialmente aceitável. 

Inserida por ednafrigato

⁠Bem prá lá da amoreira, depois do riacho dourado

Mora um gnomo bondoso

Que cuida de um jardim encantado

Quem dera eu pudesse habitar

Na casinha ao lado dele

 Cantar suas canções delicadas 

Ouvir os sinos a soar...

 Assoviar ao nascer da aurora

Dançar  ao cair do dia...

De vizinhos , a Fada Rosa

Duende verde e Bruxa da Colina 

Todos felizes e animados

Com cada semente que ali germina...

Visito ali de quando em quando

Sempre que o sono me domina 

Volto porque os amo

Aqui encontro amigos 

Que sabem levar a vida!

Inserida por magicamistura

Queime todos que tentarem queimar você.

Inserida por ae-lin

⁠Sim eu sou uma bruxa, me queime na fogueira.

Inserida por Asterath

⁠Assim, quando os textos sagrados são escritos, ali está a alma do homem que serviu de instrumento para divulgá-los ao mundo.
E não apenas os textos sagrados, mas cada coisa que colocamos no papel. Porque a mão que traça as linhas reflete a alma de quem as escreve.

Paulo Coelho
A bruxa de Portobello (2006).
Inserida por andreiaparedra

⁠Mãe Cheia!

O convite mais poético 
Para uma sacerdotisa
Dançar
Cheia
Essência
Energética
Sedutora
Cansa!
Ao se deitar observando 
Sua mãe espreitar
No início  da madrugada.

Inserida por olhabruxa

⁠a bruxa que não estuda, é uma pessoa fantasiada para uma festa de helloween. 

Inserida por Lwycostha

⁠Mel! 
Um dourado mais amarelo que o gira -sol da íris do seu olhar !
-flora lunar

Inserida por olhabruxa

Pregação! 


⁠Me Permitir Desde a arte mais simples e completa!
Ate a mais complexa obra de arte!
linguagens!

Não me render ao que querem ver!
E sim ao que eu quero ilustrar enquanto faz...
Sentido !


Então falarei diversas vezes em diversas formas!

enquanto estou sentindo !

E eu sinto muito ! 

Inserida por olhabruxa

⁠A diferença de quem nasceu bruxo e quem estuda bruxaria é gritante. Quem estuda, começa e para. Quem é bruxo, continua bruxo, mesmo se parar de estudar.

Inserida por benoliveira

⁠CAMILLE MONFORT.
– Onde Mora o Insondável de Mim.

"Sim, o sangue já não destona, apenas decanta..."

Os relógios cessaram. No sótão das lembranças, a hora já não é unidade de tempo, mas de dor prolongada.
Camille Monfort reina ali, onde os sentidos se misturam e se desfiguram. Ela não retorna por piedade — retorna porque a psique tem suas próprias ruínas, e ali ela se deita.

Não há afeto puro que sobreviva ao abismo do inconsciente.
Ela não ama, ela convoca.

“Gentilmente”, sim, ela pede...
Mas há sempre um brilho abissal no olhar que persuade a entrega como se fosse escolha.
E o corpo? Torna-se altar de uma paixão que exige oferenda contínua — veias, pele, lágrima — tudo deve ser entregue a esse sacrário espectral.

Freud jamais compreenderia Camille.
Nietzsche talvez a adorasse, como adorou Ariadne —
mas só Schopenhauer poderia senti-la de fato:
pois há um princípio de dor que rege o mundo...
e ela é sua filha mais bela.

“Paira sobre meu túmulo vazio...”

Ela paira, sim.
Mas não como lembrança —
Camille Monfort é uma ideia.
Uma fixação doentia que tomou forma e vestiu perfume.
É o arquétipo da beleza que enlouquece, do amor que não consola, da presença que evoca o suicídio da razão.
É a Musa sem clemência, que exige poesia mesmo do sangue quente no chão.

E quem a ama, dissolve-se... feliz por ser dissolvido.

“Sorrir é perigoso”, ele confessa —
e a psicologia lúgubre responde:
porque o sorriso, quando nasce sob os escombros da alma, torna-se um riso espectral...
e esse riso é o prenúncio do desespero existencial.

Camille é o eco do que foi belo demais para ser mantido.
Ela é a presença da ausência, o desejo daquilo que já foi consumido pelo próprio desejar.
E ela sabe. Oh, ela sabe.
Por isso, volta. Não para salvar, mas para recordar ao seu devoto que a eternidade também pode ser um cárcere sem grades basta amar alguém que nunca morre.

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠Perversidade é coisa de bruxa feia e mal amada.

Inserida por reconceituando

⁠Não são apenas as bruxas que possuem vassouras mágicas.

Inserida por reconceituando

FADA PLUMINHA

Por onde anda seu marido?
Já não tinha mais o que ver
Caminhou por uma linda estrada
partiu, cessou de viver

O homem, foi honrado
quando em vida, sempre humilde
Sua esposa não deixou só
a bruxa, viúva, Matilde

Era mãe de duas filhas
amor pra uma, pra outra nada
Assim vivia a filha Clotilde
e Florença, a enteada

Pra Florença, só trabalho
apesar de seu esforço
Pra legítima, preguiçosa
deseja um belo moço

A beira de um fonte
Florença sempre ia fiar
Após um súbito cansaço
na água o fuso foi parar

E agora, o que eu faço?
Pensou Florença assustada
Se eu volto sem o fuso
Matilde fica revoltada!

Se esforçou para pegar
mas na fonte ela caiu
Muita água, pouco ar
desmaiou de tanto frio

Em um jardim maravilhoso
a jovem moça despertou
Vou fazer um ramalhete
a primeira coisa que pensou

Ao andar pelo jardim
escutou com atenção
A voz vinha de um forno
quem falava era o pão

- Florença, me tire daqui e me coma
será uma satisfação!
- Se demorar mais um minuto
virarei um pobre carvão

A menina agiu rápido
comeu o pão, não deu bobeira
Eis que surge uma outra voz
dessa vez, a macieira

- Colha aqui minhas maçãs
sei que devo merecer
- Estão maduras e pesam muito
não prestarão se apodrecer

Sem se quer pestanejar
atendeu e nada mais
Colheu todas e comeu algumas
dividiu com os animais

Continuou a caminhar
e encontrou uma velhinha
Se tratava de uma fada
a velha, fada Pluminha

A fada sacudia os travesseiros
e caia neve de verdade
Mas a força pra sacudir
se perdia com a idade

Vendo o esforço da senhora
se ofereceu pra ajudar
E na casa da velha fada
por um período foi ficar

O tempo foi passando
Florença não precisava mais de explicação
Fazia todos os afazeres
no sorriso, satisfação

Abriu os travesseiros na janela
e na chegada do inverno profundo
Sacudiu os travesseiros
e fez nevar em todo o mundo

Veio então a primavera
mas era chagada a hora
Com a benção da velha fada
se aprontou e foi embora

- Espere minha querida
sei que parece clichê
-Eu achei isso no lago
acho que pertence a você

Agradecida pegou seu fuso
e voltou sem acreditar
Mas no meio do caminho
seu vestido sentiu pesar

Olhando para suas vestes
se deparou com um tesouro
Viu os trapos que vestia
se transformar em puro ouro

Chegando em sua casa
contou o que aconteceu
Sua irmã e sua madrasta
do coração quase morreu

Se o que dizes é verdade
também posso conseguir
E os passos da meia-irmã
Clotilde decidiu seguir

Foi na fonte, jogou o fuso
fingiu até se afogar
Acordou em um jardim
soube que era o lugar

Viu o pão pedir ajuda
deixou que virasse carvão
Disse a pobre macieira
- Seus frutos apodrecerão!

Entrou na casa da velha fada
mas nunca quis ajudar
E nesse ano o inverno
nem se quer ousou nevar

É chegada a primavera
a moça decidiu partir
Vou ganhar o meu vestido
pela porta vou sair

No caminho olhou pra roupa
estava da cor do azeviche
E pela sua ingratidão
recebeu todo aquele piche

Antes que Clotilde voltasse
com seu vestido divino
Florença saiu de casa
era dona do seu destino

Inserida por EricJoLopes

⁠BRUXA SEDA BRANCA

Era um dia normal, acordei tomei meu banho, fui trabalhar voltei para casa rotina de sempre, mas às 19:30 começou a ansiedade de meus pensamentos coração batendo forte. Fui tomar mais um banho para ver se amenizava a ansiedade, e ansioso para ansiedade terminar, fui me deitar, dormi rápido o que não era de costume, mas aí que as coisas começaram a ficar estranhas, fora do meu controle, senti algo andando na minha cama, mas relevei até porque tem uma coelha e ela sempre sobe na cama para dormir comigo, mas quando abrir meus olhos, e vi nos meus pés, sentada tão serena, calma me olhando linda, bela, rosto angelical, com um lindo véu, de seda Mulberry, pensei que era um anjo. Até o seu rosto se cobrir com o véu, que vinha de trás dos seus cabelos, aquela face horrenda apareceu, ela ria e andava em volta da minha cama, voava toda noite, dentro do meu quarto e no meu sonhos, ela parecia e me perseguia em meus sonhos, parecia cão e gato, um desespero só. Quando eu acordava ela estava na beira da cama, como se dissesse eu ainda estou aqui! O desespero, agonia e a ansiedade aumentavam, lá estava ela me esperando.

Bruxa seda branca.

Inserida por EltonNabis

⁠"Senhor, fazei de mim um instrumento 
de vossa paz.
- Mas, não me tire a vassoura, a adaga e nem o caldeirão"
Amém!
☆Haredita Angel

Inserida por HareditaAngel