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Fulano dedicou sua vida a disputas por bens materiais, mas no crepúsculo da existência, escolheu legar sua fortuna até mesmo a estranhos, como se soubesse que, no fim, a verdadeira riqueza estava na generosidade.
Sejam diplomas recebidos ou bens acumulados, nada será mais admirável que o bom caráter construído.
O acesso aos bens materiais é apenas um dos sintomas do sucesso, uma vez que o sucesso é principalmente um estado de espírito e realização pessoal.
“Ele disse: — O que é impossível para as pessoas, é possível para Deus.
Receberá ainda nesta vida muito mais e, no futuro, receberá a vida eterna.” Lucas 18:27,30
O Senhor está nos dizendo nestes versículos que nada é impossível para Deus porque ele pode todas as coisas, imagináveis e inimagináveis.
Ele diz ainda que todo aquele que:
a) confia somente nele;
b) obedece aos seus mandamentos;
c) cumpre a sua missão;
d) prega o evangelho para a salvação de almas;
e) adora-o em espírito e em verdade;
f) faz a obra de Deus sem interesses mesquinhos;
g) tem compromisso com Deus;
h) contribui para as coisas do reino com alegria.
Sempre terá provisão e vida abundante na terra, e a vida eterna no céu — abundância terrena e salvação eterna.
O quê torna a gente mais importante para as pessoas de bem é ama-las. Não são os diplomas, os status, os bens e nem a fama.
Quando você parar de associar Deus a bens materiais e comida, entenderá que Ele nunca te abandonou.
Aquele que e o que tem se perder o que tem, não será nada.
Por isso seja... os bens vão, mais os títulos meritórios ficam.
O dinheiro pode trazer conforto material, mas a verdadeira riqueza está na paz de espírito e nas relações significativas que cultivamos ao longo da vida.
O comércio na igreja, muitas vezes, se torna um negócio lucrativo disfarçado de devoção, explorando a fé das pessoas em busca de ganhos materiais.
Na busca por uma espiritualidade genuína, devemos lembrar que o valor da fé não pode ser medido em moedas. O comércio na igreja nos convida a refletir sobre a verdadeira essência da religião, lembrando-nos de que a conexão com o divino não deve ser mercantilizada, mas sim vivida com amor, compaixão e desapego material.
"Estamos vivendo o mal do novo século?... O exibicionismo?... O exibicionismo do corpo, dos bens, dos prazeres, dos desejos, dos medos e até mesmo dos mais secretos sentimentos?"
Cristãos devem trabalhar pela comida espiritual, fazendo o bem a todos e, se possível, usarem os bens da vida dados por Deus em prol de sua família, do próximo e da sua alma.
As maiores riquezas da nossa existência não são os bens materiais que conquistamos, mas sim as memórias, as experiências vividas e as relações com Deus e com as pessoas.
Por mais que não pareça a arte indigenista nativa e a arte popular cabocla é o que há de mais valioso na cultura artística brasileira.
Enquanto o povo não for educado incessantemente dentro de uma politica de pertencimento, que o patrimônio artístico e cultural publico, é nosso. Nenhuma ação de preservação e cuidado com ele, será feita... nada do que existe é deles mas tudo que existe, é nosso.
A eclésia atual, erra quando dar mais valor aos que os homens têm, mais do que eles são, o valor material é temporal, o que importa é o que somos na pessoa de Cristo.
Não te enriqueças às custas da pobreza de teu irmão, para que ele não lance sobre ti a ira da dúvida em tuas conquistas. Sê-de honesto e não tires vantagem do patrimônio de tua família, pensando que todos concordam com tua esperteza.
O “pão nosso de cada dia” não é uma oração que visa o pão como um bem próprio, mas, sim um pedido de socialização deste pão.
Um pão que não deveria ser só meu ou estar apenas em meu poder já que o pão e o pai, como diz na própria oração, deveria ser nosso.
Pedir apenas o pão de cada dia é uma denúncia clara que o Cristo é contra o acúmulo de bens.
