Tag bebida
Nós vamos beber até fecharem as empresas
produtoras. . . ↓ e também vamos estudar se
baixarem preço do livro
E.K.Trez
Leva o meu celular
Que se eu beber, eu vou querer ligar
Chorando, implorando pra voltar
Pode levar, leva tudo sem dó
Pedir emprestado de dinheiro para comprar comida não se difere de quem bebe para esquecer as suas mágoas, no dia seguinte a fome volta acompanhada por cobrador de dívida.
Quem, em meio a um universo de embustes, terá a nobre tarefa de tutelar a realidade?
O insigne Salomão da antiguidade não hesitaria em desaconselhar o jovem e imprudente Salomão. Paulo, apóstolo em prisões, não poderia deixar de proferir um severo veredito sobre o impetuoso Saulo. Os dois velhos mestres se juntariam a Elias, o profeta pessimista, numa taverna aqui ou em qualquer outro canto, para aguardar o desfecho da história desse mundo de fingimentos e falsificações.
Um brinde ao fim de tudo isso!
Me deparei com minha adega vazia, logo me doeu o coração atrofiado, sentei num banco sem sustento perto da porta sem maçaneta e pressionei com toda minha força sem vigor para mais um conto triste de meu gigantesco livro em branco de final já contado, que certamente não será feliz.
Alegria Efêmera.
Sou completa em mim,
Embora, não são todos os dias que dão certo,
Carrego o amor como maior jóia,
Enquanto as vezes também se torna pedra de tropeço.
A taça é meu trabalho,
Mas, demais é kriptonita,
Não aceito o fato de te perder pra mim,
Num momento que nem era eu,
É uma briga do certo com o ardor da garrafa,
Onde, se não existe nada do ocorrido se fez,
No meu peito mora ninho,
Não gaiola, mas, a kriptonita engarrafada apaga a memória,
Desconstrói até o ser humano mais construído,
Constrange,
Até os dentes rangem,
A falta que você me faz.
Durante os rigores do inverno, a mulher casada vê-se na contingência de buscar consolo em um companheiro que lhe aqueça o coração e o lar, ou, na ausência deste, em uma garrafa de uísque que lhe aplaque a solidão. E como o seu consorte se encontra frequentemente ausente, em viagens distantes, é imperativo que a adega esteja bem abastecida para mitigar as agruras da solidão.
A violência é o alimento e a bebida dos traiçoeiros.
Pombo que descansa,
Depois de uma taça,
De vinho fácil,
Espírito Santo,
Com gemidos fortes,
Voa pelo céu perfumado,
De baga da videira,
Surgiram enredos embriagados,
Coisas de uma tarde com gosto de charutos,
E a lembrança de uma noitada de vinho,
E tantas outras com gosto de lúpulo,
Nada melhor que qualquer bom motivo,
Para um gole de um rebolado sonho,
Tocando sem parar nesse palco,
É o samba do devaneio,
ÁLCOOL
Ela bebia, tinha vida social,
muitas ligações, convites e opções.
Ela era progressista,
antirracista e feminista.
Por um segundo quase eterno
pairou um silêncio de espanto
assim que ela me perguntou
se eu havia bebido ou bebia.
Pra ela foi choque, talvez a sentença:
eu não tinha essa compatibilidade
e talvez pra ela fosse muito importante.
Não sei, mas sinto que as coisas mudaram
e eu gostaria de saber
em que parte eu tenho dificuldades
de aceitar que ela não me quer.
Talvez encontrando motivos
que nem sequer existem
ou encontrando valores que
nem ela declarou ter.
Será que o álcool nos separa?
Foi a pergunta que comecei a fazer.
É estranho, mas não deveria ser.
Sem um dispositivo eletrônico ou uma bebida à mão, sem bolsos, só você, como se sente? Consegue encarar?
Embriaguez
Nossas mães e esposas dizem para não bebermos. Infernizam-nos, caramba!
Nada vem de graça. Sei disso. Mas vivemos em um mundo caótico e imprevisível. Amanhã posso acordar morto.
Então, se puder comprar felicidade no presente, que é certo, com a possível dor de um futuro incerto, está não será uma ótima barganha?
Muito me admira esse pessoal tido como "evoluído" que já chegou ao nível de se alimentar de luz, fotossíntetiza seu próprio alimento, claro que não irão matar o coitado do alface, ou seja, eles são o suprassumo da humanidade, se incomodar de sobremaneira com a vida alheia, principalmente quando me delicio com minha carnificina, com meu bife de picanha ou mesmo quando fico feliz com minha carne de segunda. Gostaria simplesmente e sinceramente compreender, mesmo de forma rudimentar.
Sou tão limitado e talvez seja um pouco difícil, sou praticamente um homem das cavernas pronto para acertar a caixa craniana de nego com um meu tacape.
Como esse pessoal chegou a tal nível de evolução olhando tanto pro lado, principalmente reparando tanto no meu prato? Se vocês chegarem mais perto eu vou rosnar
"Há pessoas que só bebem em circunstâncias muito especiais. Mas consideram especiais todas as circunstâncias em que bebem."
