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“ Fale, interaja, integre-se, aprenda, cresça e apareça, desta forma você estará evoluindo”.
Cassia Guimarães
"Nos dias de hoje, humanos (religiosos) usam o termo deus para preencher a lacuna do tudo das coisas, pois na sua preguiça intelectual de questionar a autoridade, não descobrem o conhecimento científico e suas teorias racionais para explicarem os grandes questionamentos da humanidade".
Não creio ser tão atualizado a ponto de estar sempre certo; nem obsoleto de estar sempre errado. Apenas busco a luz na escuridão garimpando as informações em busca de verdade.
As pessoas não ficam antiquadas, elas afinam seus gostos
Ao contrário do que muitos pensam, a pessoa está totalmente atualizada;
Ela se molda aos padrões do seu corpo, de suas próprias vontades;
Quando o seu corpo começa a não reagir mais com tanta vitalidade, ela se molda a uma vida tranquila;
Pesa na balança todas as vivências com amigos, e quantas vezes foi divertido, mas pesa também quantas vezes recebeu um tapa na cara de quem
menos esperou;
Sim, se atualizou;
Se atualizou depois que viveu várias experiências ruins de quem não sabia dar amor;
Atualizou as suas vontades, bateu o martelo. Se valorizou, se priorizou;
Não é o mais novo que está correto. Este quer impor seus gostos, suas vontades, seus desígnios, com a aura de quem sabe tudo, mas que chegou agora;
Muitos destes vão trilhar o caminho mais difícil, porque este quer aprender com quem muito sabe falar, mas pouco sabe fazer;
Como querer aprender a andar com quem ainda está engatinhando, se posso aprender muito mais com quem já está correndo?;
Por que aprender palavras novas com quem sabe frases, se posso aprender com que sabe o vocabulário inteiro?;
Por que querer só andar com os que sabem cair, se posso andar com quem já sabe levantar?;
Quando você chega no mundo, aquele lugar que você vê, é seu mundo, mesmo que ele já tenha se transformado antes;
Aquela é sua visão. Podemos dizer: limitada;
Se a história e suas mudanças não fossem importantes, não seria ensinado na escola;
Até hoje não se sabe sobre os mistérios que envolvem grandes construções do passado, coisas futurísticas, mas como assim?;
Se quem sabe é o novo? Se quem conhece é quem chegou agora? Quem entende é o ''atualizado''?;
Muitas coisas nunca mudam. E não são poucas, são muitas;
Às vezes pra saber como funciona o atual, precisa saber como funcionava o antigo;
Os homens aprendem com conhecimento de milênios, ou nada disso existiria;
É como se o mundo fosse um castelo: uns começam a base, outros, o muro, outros, o telhado e outros, vão curtir o castelo se dizendo digno,
mais avançado, mais evoluído, mais esperto, sem nada ter construído, sem ter sujado suas mãos;
Para ele, os outros foram menos inteligentes, porque viveram vidas mais difíceis. Não existe isso;
Para cada tempo, sua evolução. Tudo que existe hoje, os frutos que você colhe hoje e vc aprecia, foi plantado por alguém ontem,
mas que não teve a chance de gozar de tantos privilégios que ele mesmo ajudou a construir;
Talvez eu tenha 10 anos hoje, mas daqui a 40 anos, eu ainda vou continuar sendo eu. O que muda, são os rótulos que te impõem;
Irmão(a), tio(a), mãe/pai, avó, avô, mas você? Você tem o mais atualizado celular, assiste aos desenhos e séries mais iradas da tv, ri de todos os memes,
usa da ironia;
Ainda tem que ouvir que você é 'moderno'. E desde quando deixou de ser?
Para ser atual, não precisa aceitar tudo que chega à sua porta. Ser atual é saber que a única vontade que prevalece no final é a sua.
Você não é inconsequente, usa a inteligência a seu favor. Não banca o soberbo ou sabe tudo, porque em algum momento você poderá errar.
Ser atual é saber escolher e combinar as peças de roupa e não vestir tudo que está na vitrine.
Na sociedade atual, somos frequentemente encorajados a manter-nos sempre ocupados, seja por meio de trabalho, redes sociais ou atividades de lazer.
Essa constante movimentação muitas vezes serve como um meio de validação pessoal e social, onde a ausência de atividade pode ser percebida como falta de produtividade ou relevância.
As redes sociais, em particular, intensificam essa dinâmica, incentivando a exibição contínua de nossas vidas e a busca incessante por aprovação na forma de curtidas, comentários e compartilhamentos.
Esse ciclo pode levar a um sentimento de obrigação em relação à participação e presença online, criando uma pressão para estar sempre conectado e ativo.
Na contemporaneidade, há muitas pessoas perdidas, entristecidas e deprimidas devido a um mundo carente de referenciais, sem esperança e permeado por inseguranças e incertezas.
Na voragem das redes sociais, molda-se um "eu" que mal se conhece. Este "eu" deve ser belo, esbelto, triunfante e admirado.
A experiência da vida já não é mais sentida; segundos vividos são interrompidos para selfies, fotos que resumem a existência a instantes capturados, postados e, se agraciados com inúmeras curtidas, então se sente a efervescência da existência, onde os likes tornam-se a métrica. Uma alienação de si, forjada na engrenagem consumista.
Nas festas e baladas, namorar vários numa noite é motivo de vangloriar-se, seguindo a lógica da acumulação capitalista. Neste cenário, a formação da subjetividade contemporânea segue uma trilha materialista, sexista e patriarcal, que, inicialmente centrada no masculino, agora se expande para todos os gêneros.
LIVRO
Livro, amigo querido sempre
calado, contas histórias.
Trazes momentos alegres e tristes.
Enfim um livro é um companheiro
que leva ao coração o conforto.
Além de levar-te a outros lugares,
te faz pensar, saber analisar as
tuas ideias, torna-te atual.
Como um mágico, faz aparecer
paisagens, afasta as lembranças
ruins.
Trazem ao teu coração o conforto
do amor sempre presente, te faz
sonhar com ele nãos mãos, e no teu
consciente.
Roldão Aires
Membro Honorário da Academia Cabista de Letras. RJ
Membro Honorário da Academia de Letras do Brasil
Membro da U.B.E
O mundo moribundo atual me faz sentir saudades do mundo jucundo de antigamente tal o qual eu só conheço através dos livros.
O problema atual do Brasil não está nos pobres, leigos, ignorantes… E sim, nos espertos, ricos e/ ou letrados que apoiam corruptos por mera conveniência de interesses pessoais.
O público invade o privado, e o privado transborda no público — a fronteira se apaga, a vaidade se propaga.
Perde-se o abrigo, dilui-se o limite: a autonomia cede à patrulha social, a família se dobra ao discurso oficial.
A mercantilização do eu faz da autenticidade uma raridade, transforma a intimidade em produto e reduz a privacidade a luxo esquecido.
Ao contrário do que muitos temiam, a tecnologia não substituiu o professor, ela empoderou os profissionais da educação, alinhando todas as gerações que convivem na comunidade escolar.
O sentido das coisas está no valor temporal simbólico que atribuímos a elas.Isso é mutável e transitório.
E as pessoas que buscam dar sentido a tudo, trocam a contemplação das coisas em seu estado natural por um processo contranatural de medição temporária experimental. Que desconstrói e interfere nesse estado natural para em seguida reconstruí-lo com um mero valor simbólicamente conveniente.
Confirmando sua inadequação inconveniente diante de uma expectativa unilateral egoísta.
Na ânsia de catalogar desejos, sofrimentos e identidades, transformamos a complexidade humana em produto vendável, enquanto perdemos de vista a essência do ser.
Quando o incompreensível, o confuso e o caos de seus sonhos ou pesadelos se revela com nitidez e assustadoramente, desenhando um labirinto sem saída na frágil realidade de sua vida atual...
A imparcialidade, a verdade e a justiça, são virtudes das quais a imprensa atual está profundamente carente: imparcialidade, ao relatar os fatos como realmente são, sem pender para qualquer dos lados envolvidos; verdade, ao contar os fatos sem distorcê-los e/ou alterá-los e, por fim, justiça, não favorecendo a qualquer dos lados envolvidos e, quando necessário for, opinar com base na verdade dos fatos e não no conforto ou conveniência dos interesses ideológicos e econômicos seu e/ou de terceiros, para os quais se vendem ou se conluiam.
Muito da miséria atual é consequência de uma imprensa bandida, corrompida e vendida aos interesses mais escusos imagináveis.
A escrita é igual a lei de Lavoisier sobre a natureza:
"Nada se cria, nada se perde, tudo se transforma"!
Por isso, estará sempre atual e contemporânea.
O homem vive em pleno século XXI
com a mesma incerteza de vida, no amanhã,
como viviam nossos ancestrais primatas,
a diferença está apenas no predador,
pois o atual é o próprio homem.
Coisas interessantes na conjuntura atual: Você pode resumir um livro em uma única frase; Pode-se escrever um livro, também, a partir de uma única frase.
Beleza física é a coisa menos bonita nos seres humanos e a mais facilmente vista e desejada, muitas pessoas falam sobre profundidade, mas poucas são coerentes e menos ainda o exemplo.
