Tag amor
Quando penso em você, a minha mente entra num lapso de saudade e lembranças, onde muitas vezes, e quase todas as noites, eu me afundo, e só acordo no dia seguinte (...).
Eu tive a capacidade de fazer o lúdico se tornar real bem na minha frente... foi lindo.
Mas não consegui fazer a minha paixão, capaz de tornar o lúdico em meu, e eu, em nós ainda (...).
Viver uma vida, onde você supre suas curiosidades, e desejos... exige muita sabedoria, maturidade.
Alguns, julgam como vulgaridade, promiscuidade, mas... são estes, os que mais sofrem; querendo fazer igual, porém, permanecendo presos em 1 metrô quadrado, na compainha da sua hipocrisia sufocante.
Sou flor
mas tenho espinhos
sou dor
mas mereço carinho
quem me toca com amor
poderá usufruir de minhas pétalas
quem me toca com furor
com certeza seus dedos espetam
tenho o perfume do amor
mas também veneno
se levemente me cheiras,
exalo doce odor
se me apanhas bruscamente
exalo fétido odor
é uma questão
de ação e reação
estou pronta para o amor
mas não me venha arrancar minhas pétalas
por que também sairás ferido
deixarei seu coração destruído
já fui despetalada
sofri calada
mas aprendi, sorrir,
e novamente floresci.
Estava pesquisando algumas coisas novas e me peguei preso nessa tese que tudo esta ligado ao amor, tudo está em um processo de feedback .
Torre forte és minh'alma. E mesmo na tempestade, os meus pensamentos de vida
com as cores violeta, azul, verde, rosa, dourado e prateadas corre solta como o mais rápido corcel alegre como a Corsa com a leveza do beija flor do seu amor 🕉️7
As estrelas brilham, os diamantes brilham, as esmeraldas brilham, mas nada brilha tanto quanto meu olhos brilham quando vejo o brilho do seu sorriso.
Quando vi a ferocidade com a qual criticou os trabalhos alheios, estive certo de que ele apresentaria algo melhor. Estava diante de um crítico apenas, nada mais.
NÃO CHORE O AMOR
Não chore nunca o amor perdido
No silêncio sombrio da sofreguidão
Deixai ir, à solta, o luto da emoção
Na dor de o afeto vão adormecido
E quando, à noite, o vazio, for valido
Abrolhai, no peito, a doce recordação
Pura, e feliz, das horas em comunhão
De outrora, e na história de ter vivido
Lembrai-vos dos enganosos, dos idos
Das sensações com haveres divididos
E das maquinas que te fez quiçá doer
E, ao considerar, então, a tua perca
Vereis, talvez, como é frágil a cerca
Da divisão. E que é possível esquecer!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
24/03/2020, 10’41” - Cerrado goiano
Seu olhar dizia que algo estranho acontecia
Porque a briga do outro dia foi intriga da tua amiga
Porque eu nunca trocaria joia por bijuteria
Só quero seu corpo quente, aquela proposta indecente
A gente vive igual adulto e se ama igual adolescente
Pandemia
O único proveito da pandemia
E o crescimento real.
Melhora a própria Vida,
E o todo. Porque; cada um,
é parte do todo.
Se não; é apenas uma penitencia
Coletiva, que o tempo se encarregará
De apagar. Porque, Vida e transformação,
só existe no agora.
Marcos fereS
(em tempo de corona)
O AMADOR (soneto)
Ser-se amante é ser-se abundante
(- ou mais do que generoso talvez)
É doar-se em lealdade tão gigante
E pôr-se ao total dispor na validez
É olhar com um afeto importante
Ciente de ser mais que uma vez
Ao qual cada beijo é sussurrante
E o amor, então, cheio de vividez
É saber que o ardor nos consome
A sede, do querer, saciada no bem
Rir, cantar, e ter o escolhido nome
É acertar no que não nos faz refém
Que nos detém! e ter do outro fome
Porque a gente ama, e quer ir além...
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
24/03/2020, 14’01” - Cerrado goiano
A história de Oseias, na Bíblia, é tão curtinha. E dela até fizeram um filme.
Amor Incondicional — A História de Oseias.
O amor é um sentimento lindo é uma construção, cabe a você decidir como irá colocar ou retirar os tijolos.
CANÇÃO À AUSENTE (soneto)
Pra te esquecer ensaiei minha saudade
Deixei então de pronunciar o teu nome
Me escondi no silêncio que me consome
Pra te esquecer ensaiei a minha vaidade
Pra te omitir ensaiei diverso pronome
Busquei na poesia uma profundidade
E na maldade do verso tu me invade
Pra te omitir ensaiei não ter de ti fome
Pra te esquecer ensaiei a minha razão
E no vão árduo o pensamento chorou
Para te omitir ensaiei o meu coração
Pra te esquecer e te omitir só sobrou
Um prazer agridoce e amarga ilusão
Para te omitir, esqueci.... acabou!
© Luciano Spagnol - poeta do cerrado
24/03/2020, 19’10” - Cerrado goiano
As vezes dentro de mim fica em convulsões...
Quando você me abraça é como se matasse leões...
Tudo serena
Tudo adormece e você me aquece...
Obrigado...
Oh, morena tropicana, porque és tão bela?
com seus cachos, sua composição
seu cheiro, sua lábia, seus lábios
tão formosa, tão esbelta.
Ai de quem negar essa perfeição
Te negar seria um pecado
Não daqueles quentes que nos levam a loucura
Loucuras que farias com você todos dias,
Só para te sentir, para te fazer e desfazer
negá-la seria um pecado imperdoável
oh morena tropicana, porque és assim?
por quê tão bela? tão amorosa
tão maravilhosa, tão inimaginável
és uma das perfeições desta terra
és meu sonho, és meu porto
quando a vejo, sinto-me
tão fervoroso, és meu porto
és meu sonho,és meu amor.
Submersão
Negar-te como amor
Temporariamente é impossível.
Não há como domar o que sinto
Nesse consumar do instinto.
E uma agonia me consome
Quando ao homízio me encontro nivelado,
Pois a cama é nosso maior reflexo
Dos beijos, do toque, o mel provado.
E rente ao meu (eu) me defronto
Uma imparável e tenebrosa guerra fria;
De um lado o ego ferido - talhado,
De um outro a razão que me guia
Mas ambos num mesmo prisma distinto
Por querer enlaçar-te aqui e agora
E mesmo ao recente epílogo que se fez
Hei de por ti padecer à demora.
E assim a vida segue seu curso
Onde tudo que existe nasce e morre
Feito a chama que inda vive em mim
Que externamente implode e interna eclode
E por estar sendo sem sentido
A insistencia dum sentir sem estar
Nada mais comporta tamanha dor
De estar remando sem rio navegar.
Agora, doce minha, mentira- peregrina
Translúcido louca(mente) desvairado
Acorrentei-me às palavras furtivas
Que fortes eu teu amor, teu amado.
Negar- te hei, oh abioso tempo
Para que tuas feridas nao me sumam às presas,
Mas que bem sei, quando bem querer
Haveis de curar-me dessa dor que me resta!
Willas Gavronsk
Nas entranhas de tua teia.
Encontrei-te oh! Meu bem...
Na linha do tempo que se perdeu
Uma aurora ja vivida, tão bem esquecida
Que derepente ascendeu e fluiu.
Um riso pulsante despertou novamente
Cegando por ora as atuais trincheiras
E pôs-me num contentamento insessante
De poder me entranhar novamente em tua teia.
O lobo solitário não mais rugiu essa noite
Apenas uma melodia soou no momento
Era tua voz a bailar no meu inconsciente
Me afogando num saudar deslumbrante.
Desnudei tais olhos enegrecidos
Reacendi alvoraz chama ardente
E queimei junto a ela benevolente.
Mas nao tardou a chegada do inverno
Posto você, o maior inferno
Apagar meu fogo, minha chama.
Willas Gavronsk
