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Sobre o rebanho
Lugares onde tem pessoas encalhadas que nunca deram certo em um ou mais relacionamentos atraem muito mais ainda muito mais pessoas encalhadas que nunca deram certo em um ou mais relacionamentos. Lugares onde tem muitas pessoas ricas atraem também pessoas com menos recursos querendo se passar por ricas. Lugares onde atraem pessoas bem sucedidas atraem também pessoas mal sucedidas querendo passar uma imagem de bem sucedidas. Lugares onde tem muitas pessoas problemáticas atraem também muito mais ainda pessoas muito mais problemáticas. Lugares que atraem pessoas vulneráveis atraem também muitos aproveitadores. Lugares onde atraem pessoas autênticas, honestas sem maldade, que querem apenas se distrair e não chamar a atenção atraem também os babacas, ignorantes, cretinos, tolos, deficientes de inteligência, sempre querendo chamar mais atenção para ser notado ou ser bem aceito no rebanho. E tudo gira em torno de uma única substância. O álcool.
O álcool é o maior destruidor do discernimento do mundo, não quero porém defender os bêbados, ou aqueles que bebem, só vejo como ingenuidade de muitos, matar a Sede com Veneno, com droga livre que destrói tanto quanto as proibidas!
Rapazes, fiquem longe do cigarro, não bebam álcool e, não deixem a escola. Na verdade eu gosto de cigarros, então que tal não tomar álcool e não sair da escola? Humm... O.K.! Fiquem pelo menos na escola!
Esta noite meu corpo parou
a pele fria, com tom azulado
o sangue pouco bom
mas os olhos este chorou e meu travesseiro se molhou com gotas de remorso
O sol insistia com seu calor
pronto sempre desperto
entre ele e eu só há uma semelhança
ambos existimos
Tá certo que um de nós
serve para alguma coisa
o outro fica lá em cima parado no céu
Aonde estou, como cheguei nesse estado mental? até ontem estava tudo normal
Ah pronto, me recordo
mas que saco
tive uma recaída para o maldito álcool.
Eu sei que ele pode ser um veneno
que corrói meu corpo e minha mente.
Mas às vezes prefiro essa dor conhecida do que enfrentar a realidade de frente
Às vezes eu me pergunto
o que seria da minha vida
se eu nunca tivesse descoberto a magia do álcool e da poesia
Com o tempo percebi,
Que não só a droga entorpece,
Não só a bebida embriaga,
A fumaça do cigarro,
Não é a única à intoxicar,
O THC não é o único à fazer viajar,
Sentimentos são assim,
Tanto quanto ilusão pra mim,
Balão de gás hélio,
Em seu mais alto vôo,
Estourou,
Tornando-se em partículas,
Sopradas pelo vento,
Parte à parte,
Entre aprendizados e tormentos,
Sigo adquirindo conhecimentos,
Inebriantes,
Escaldantes ou congelantes?
Que seja.
Se o álcool nos desse juízo, viver bêbado seria uma virtude, e não essa indecorosa vergonha que afoga o desvairado em sua própria desonra.
Alegria Efêmera.
Sou completa em mim,
Embora, não são todos os dias que dão certo,
Carrego o amor como maior jóia,
Enquanto as vezes também se torna pedra de tropeço.
A taça é meu trabalho,
Mas, demais é kriptonita,
Não aceito o fato de te perder pra mim,
Num momento que nem era eu,
É uma briga do certo com o ardor da garrafa,
Onde, se não existe nada do ocorrido se fez,
No meu peito mora ninho,
Não gaiola, mas, a kriptonita engarrafada apaga a memória,
Desconstrói até o ser humano mais construído,
Constrange,
Até os dentes rangem,
A falta que você me faz.
ÁLCOOL
Ela bebia, tinha vida social,
muitas ligações, convites e opções.
Ela era progressista,
antirracista e feminista.
Por um segundo quase eterno
pairou um silêncio de espanto
assim que ela me perguntou
se eu havia bebido ou bebia.
Pra ela foi choque, talvez a sentença:
eu não tinha essa compatibilidade
e talvez pra ela fosse muito importante.
Não sei, mas sinto que as coisas mudaram
e eu gostaria de saber
em que parte eu tenho dificuldades
de aceitar que ela não me quer.
Talvez encontrando motivos
que nem sequer existem
ou encontrando valores que
nem ela declarou ter.
Será que o álcool nos separa?
Foi a pergunta que comecei a fazer.
É estranho, mas não deveria ser.
O álcool infiltrava nos neurônios os elementos degenerativos que, reforçados através dos tempos, dão razão de ser de muita tara atual, atribuída à raça e à mestiçagem por todos aqueles que não se querem dar ao trabalho de aprofundar as origens dos fatos.
O alcoólatra sofre da síndrome de Estocolmo. É completamente apaixonado por quem vai mata-lo. Quanto mais o álcool o debilita mais ele o adora.
Quando me deitei eu estava nas nuvens, senti que estava no caminho certo, com a cabeça leve embriagado de vivacidade e álcool.
O álcool aguça e percepção e revela emoções que você nunca perceberia!
Será justo?
Ou é o destino (Deus) te mostrando o caminho...
Sabe aquele seu amigo que precisa de álcool ou droga para curtir a sua companhia? Ele não vale o que peida. Lembre-se disso da próxima vez em que você for usado como uma babá descartável.
