Sutil
Digo-lhes: Para mudar sua vida, basta somente um gesto, algo simples e sutil como uma pena jogada ao vento. LEIA...leia, somente leia, apenas leia, um livro...
AS GRANDES DECLARAÇÕES , SÃO DITAS NUM SUTIL E GOSTOSO OLHAR !
POIS NOSSOS OLHOS DIZEM MUITO MAIS DO QUE NOSSA BOCA PODE FALAR ...
TE FALO NO MEU OLHAR , DOS MEUS DESEJOS E FANTASIAS QUE CONTIGO QUERO REALIZAR...
TEU OLHAR ME SEDUZ E ME ENCORAJA A MUITO TE AMAR...
CONFESSO QUE ATÉ JÁ ME TOQUEI DE TANTO TE DESEJAR...
VOCÊ É UM LINDO HOMEM , QUE ME FAZ APAIXONAR... TEU CORPO É PURO TESÃO... E EU VOU SEMPRE TE DESEJAR !
Qual coisa é essa
que de modo sutil se apresenta,
dentro de mim começa
E todo o meu ser esquenta?
De repente, vai surgindo,
devagar, de forma lenta,
aos poucos vai me invadindo,
como o nascer da tormenta...
E a isso vou sucumbindo.
Meu coração não agüenta,
as forças me vão sumindo,
nesse amor aos cinqüenta.
Amor maduro, amor infindo,
que a tudo corrói, violenta,
O corpo vai consumindo
E o coração se arrebenta.
Mas, ainda assim é lindo...
Esse sentir que atormenta,
A vida vai ressurgindo,
Nesse meu amor aos cinqüenta!
sentido a brisa no meu corpo
e como seu sussurro,sutil,acanhado.excitante
mas por tolices seus carinhos perdi
o que viviamos era tao bom...
porque seu amor foi-se com crepusculo?
sinto ainda sua presença,o seus abraços que tanto me confortavam,dolorosa foi a perda...
por tolos atos...ciumes...simples atos...
cuimes...
A felicidade é mesmo algo bem sutil.
Fica quietinha no seu lugar,
Aproveitando cada canto reservado à ela
Entre uma ponta e outra da mão...
Mesmo que de forma sutil, influenciamos e somos influenciados. Há um pouco de mim no mundo e um pouco do mundo em mim.
Toque-me e sentirás
que por ser negra a minha pele
é tão sutil, tão leve, tão leve,
leve como algodão, macio,
negue-me se for capaz
e não destinguirá jamais
que por ser negra
a noite é simplesmente bela
A Morte vem á mim,
de um jeito sútil,
ela me castiga assim;
Meu olhar recaiu.
Sobre os meus pensamentos,
Tristeza, solidão e pouca fé.
Meus únicos encorajamentos,
são cigarros, livros e café.
Ao me abrir ao mundo,
minha vida escureceu,
o dia cinza e imundo,
fez morrer ele e eu.
Meu coração se espalhou,
minhas lágrimas secaram,
minha face se fechou,
para os que me mataram.
Na minha realidade,
um ser me trouxe à morte,
isto não foi falsidade,
meu amor enviou minha sorte.
Não ficais preocupados,
eu já sei que o amor me matou,
mas tentem se encontrar resseados,
pois o meu assasino já voltou.
O que me resta não é nada,
desperdicei meu tempo e vida,
com minha felicidade amada,
não faça como eu fiz querida.
Me mate em seu tempo,
derrame sangue no jardim,
não me deixe atento,
pois hoje é o meu fim.
E as vezes, mas só as vezes, tenho a impressão de que a vida é simples, sutil e até agradável. Um impressão que bem pouco perdura.
Toda voz que vem do seu interior é baixa e sutil como uma “inspiração”, vindo do Subconsciente, ou é alta e clara, vindo da alucinação.
Um novo dia amanheceu, o sol estava radiante. A luz, de uma maneira sutil, percorria os buraquinhos da janela dela. O som do canto dos pássaros percorria vagamente até seus ouvidos. Não havia como negar, era mais uma típica manhã de verão. A junção de olhos pesados e mente cansada a fizeram mergulhar no travesseiro. Remexer lembranças do passado era sua atividade favorita. Surgiam cores e lugares, momentos não-vividos a não ser em sua própria mente sonhadora. Era seu refúgio. Ela se baseava plenamente em uma utopia empoeirada.
Ainda temos a sutil e essencial esperança de quem vive,
Que não apenas passa pela Terra e assiste ao espetáculo da existência,
Mas desempenha seu papel e muda vidas, constrói sonhos,
faz a diferença onde quer que passe e floresce o jardim de alguém e torna mais brilhante a luz das estrelas,
ainda que apenas em sua pequena imensidão...
Gosto do sutil encaixe
De nossos lábios nesse enlace
Movimentos perfeitos em nossa face
Fazendo cada segundo eternidade
Para que nunca se acabe.
solidão
O vento brando
poeira sutil
poesias decrescem numa vida senil
a solidão que permeia os cômodos
tomam de lágrimas minhas melhores lembranças
o tempo de outrora, melancolia iminente
a voracidade dos impulsos, vastidão inexistente
um homem solteiro
antes de tudo sozinho.
Sobre Bell
Sua graça é um tanto sutil
Não é daquelas que se encontra
Em qualquer loja de suvenil
Aos olhos dos desavisados ela encanta
Seria uma sereia ou ninfa do mar?
Depende da face que irá encontrar
No geral ela é tranquila
Mas não provoque
Não gosta de birras
E se fala em política
Ah!
Ela tem sempre algo para criticar
Sua voz é adorável
A não ser que use o tom grave
Só pra variar
Seus jogos são um tanto cultos
Há quem diz que sejam brutos
Não sabe se apaixonar
Gosta de simplicidade
Mas é menina da cidade
Nasceu para se arriscar
Na fala um tanto precisa
Usa termos desconhecidos
Desenterrados dos livros que leu
Sempre diz que há motivos
Mesmo que não existam
Sabe se defender
Mas as vezes a máscara cai
E ela não sabe o que faz
Se perde de si mesma
A verdade é meio amarga
Uma vez foi magoada
E não soube perdoar
Seu eu é uma máscara
E o que mascara
Até ela já esqueceu
