Suor Sangue A Lagrimas
"VAGABUNDO"
Vagabundo com inúteis sonhos
Cadáver com o fardo de ser livre
Sangue espalhado pelas paredes
Pedaços do que fomos em casa
Dor maldita espalhada na mente
Serpente venenosa, cuspe a culpa
Sentida por dentro no corpo doente
Amada sem dor, sem amor, sem nada
As águas no rio corre entre as fragas
Mar adentro numa entranha e velha casa
Fagulhas da fogueira perdida de ilusão
Agonizando assim os raros sonhos
Diversas ironias quase perdidas
A dor que fez de nós maltratar-nos
Sonhos antigos sonhos esquecidos
Passos de outros com restos todos!
O consumo da carne e do sangue de um herói ou de um deus persiste até a contemporaneidade, mas de forma mais sofisticada. Não mais com o sacrifício de um ser humano ou animal, porém através do consumo de vinho e pão.
SIMPLICIDADE
O PRE$ENTE DELE:
UM DIAMANTE DE SANGUE
SEM AO MENOS UMA PROSA.
O PRESENTE MEU:
UM POEMA SOBRE NÓS
JUNTAMENTE COM UMA ROSA.
Um homem de coragem, tem a capacidade de enfrentar um exército... mesmo que derrame sangue. Mas será incapaz de ferir uma mulher... mesmo que derrame lágrimas.
Não quero preencher meu coração porque o mesmo já estar preenchido, não de amor... e sim de sangue, veias, carne e assim prefiro preenche minha razão/mente com pensamentos bons e imaginários e sempre saber que posso contar com um sentimento
que as pessoas chamam de "AMOR" mais que uso esse sentimento na razão e não no coração.
o espírito frio encontra se faminto,
tua alma é o alimento, o sangue escorre,
ate que morte o toque, o ar se comprime,
o uivo do dilacerador, o corpo perpetuo,
o refém da noite dispõem do mar da dor,
seu destino termina no fio da linha...
das harpias famintas pelo gosto da tua alma.
por celso roberto nadilo
toque meu coração e sinta tua alma...
meu sangue ferve de desejo...
a morte não sanguifica nossos desejos, profanos,
somos tocados por anjos, caídos...
toque meu coração e sinta a morte...
sinto sua face fria...
sinta meu sangue e vida será eterna,
morte não paira sobre os espíritos...
venham toque minha alma,
caminhamos entre eles,
sinta o final da tua vida,
entre aqueles que já morrem,
ame o calor e sinta frio...
morremos todo dia um pouco,
sinta minha alma,
toque meu sangue,
venha deixei a solidão da escuridão,
sinto te coração batendo,
venha saciar minha cede,
a eternidade é vazia sem seu coração,
alimente mus desejos são profanos,
toque minha faça parte de mim.
Ser feliz é ter um sorriso na mente
que corre nas veias como o sangue
onde a água do corpo... encontra-se no coração.!
mortos diante todos sentimentos,
são flores de sangue
na minha alma formam um destino perdido,
em um passado sanguento,
o destino puro desespero,
não a escapatória,
o ódio parte dos meus sentimentos mais brandos,
não a para que comemora,
o silencio cobre minha alma,
como sempre só esperando o momento certo,
olho no profundo da almas deles,
não a nada que não conheça,
o sentimento mesmo.
por celso roberto nadilo
Esmagado, seu sangue se funde ao de muitos
Meu corpo se esfacela em migalhas
A vida perdida em um segundo
Um corpo me comprime
Perco o ar, vejo a luz
É o fim, o fim de tudo
E agora que morri?
Me jurou de morte
Trazendo me no sangue da sua palavra
Afiou em minha língua o teu punhal que me guarda
Disse que me beberia
Que eu não era de verdade, que arei sua dor
E sente muita saudade, saudade de flor!
Me acusou de roubo
Furtando meu passado pro seu julgo
Quis que o mundo me expurgue
Agora que morri pra ti
Não acenda vela ou apele prece, pois virei vento
Olhe para o seu céu de centelhas
E se agradece!
Há mais coisas no céu e na terra, Horácio, do que sonha a tua filosofia e O Sangue Que Corre na ,Veia pura Adrenalina assim ea Vida Tipidcamente Pre-historia
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Devorei pulsos em chamas.
Amplamente o rosto envolto por coágulos de sangue luzidio
a trespassarem as veias estanques como a enrolar
as cores existentes
por dentro.
Certo é percorrerem
todo esse ar
que engole o corpo celeste mergulhado
na textura do nosso corpo temporal.
Fico com as mãos
cheias de ossos trancados.
Levanto
a cauda de um espelho
e alongo as vísceras astronómicas,
com bastante força química,
a dilatar numa circulação sanguínea
até a leveza
da garganta se alagar
na sombra líquida
das artérias
contra o alto esquecimento das coisas profundas,
contra os tendões severos a racharem a boca desvairada.
Relembro quando adormecia
sobre todas as
coisas vivas ou mortas
por fora.
Submetia os lábios
a girarem a voz louca
ao lume pedestre
e ardia pelo estremecimento terrível
dos nervos cabeça adentro,
donde múltiplas
estrelas demoníacas
a baterem-se em mim longamente
param, a pouco e pouco, a potência que nunca me sorriu
e vago ou inocente deixo de caber
nos sítios superficiais
à minha volta.
Releio todas as cumplicidades translúcidas
a moverem toda a pele num feixe de pérolas
das salgadas mãos,
aos braços a escorrerem aquele alimento
metidos nas águas sentadas
no túmulo dessas estrelas tubulares.
A destreza deste poema extingue-se quando as unhas
tocarem na carne abaixo, rompendo,
com sinceridade,
a desvastação simbólica
da escrita furibunda
ou silêncio furibundo
a pesar com delicada melancolia.
Ouço o rasgão
do corpo a sangrar
com os tecidos dos versos
a palpitarem porque se nomeiam
e se escrevem dentro
da pulsação ininteligível.
Por cima,
devoro os pulsos em chamas.
fecho os olhos
abro-me nos teus como uma balada impune no seu sangue
oscilante
entretido percorro-te, estremeço-me nas veias singulares
depois com a ponta da língua
afável caligrafia reponho as cordas giratórias
e andas no meu imenso chão
um chão embalado p'los nossos sorrisos de cetim
só teu, só meu a transformar-se
porém nunca a concluir ou terminar salvo esse romance
nada súbito a apertarem violetas durante
jactos perfumados
decerto uma bondade eterna
eis donde chegam os meus afectos
e nas artérias de seda cristal
crias novas meigas cores novos ligeiros ares
novos amantes tons
novos endurecidos ruídos
novo auroreal amor para eu continuar a ver
a ver-te debruçada sobre mar transparente
com veludo de orvalho entre os poros
a ver-nos encalhados continuando a moldar
brancos banhos
como numa nossa gargalhada
a dormir no cume de videntes astros adentro
só dessa maneira
estaremos destinados a tais grandes coisas
