Suor
Eu tenho que acerta na loteria.. mais eu nem jogo!
Então vou vencer com meu suor e minha garra.
Status e uma boa vida financeira é o que vale nos dias de hoje para vc viver rodeada de puxa sacos.
Seria convidada para todas as festas... claro levaria um bom presente..
Meus filhos seriam paparicados...
Ex:"Seus filhos só vestem roupas de marcas"!
Vamos combinar para irmos no shopping com as crianças...
Passamos na Parmê, curtimos um cinema e vamos as compras amiga"! Eu não suporto gente interesseira...
Pois é já tive uma vida financeira ótima, ajudei muita gente, nunca desprezei meu próximo,sempre compartilhei minhas festas com todos...Presenteava sempre minha família.
Só que a vida me deu uma rasteira, tropecei mais não cai sigo de cabeça erguida...lutando para dar o melhor para meus filhos..
Alcançar o dobro do que eu perdi Deus me prometeu!
O que eu quero é minha saúde para trabalhar, me dedicar o máximo e alcançar meus objetivos... e vou com certeza.
Mais quem disse que eu quero puxa sacos me rodeando eu quero é pessoas sinceras e amigas, aquelas que nunca te abandonam seja vc pobre ou rico,
Gari ou empresário, camelô ou comerciante...
O que vale mesmo é sua honestidade e seu amor por todos...sem falsidades.
Pessoas assim são raras mais EXISTEM.
Já sinto saudades do cheiro do teu suor que ficou, quando naquele momento nossos corpos se entrelaçavam, suas mãos quentes me acariaciavam e seus beijos molhados me molhavam. Doce aventura com voce vivi, por isso estou aqui pra lhe dizer, que te espero quanto tempo que for, pra reviver outra vez o nosso louco amor.
De quantos rios perenes - de felicidades, e gotas de suor - dos desenganos, é feito um mar de lágrimas?
[fragmentos de "Sinfonia Consentida" memórias de um Lápis sem Ponta]
Gotas de suor me escorrem.
Névoas se dissipam em 4 parcelas de 155.
Abro meus olhos no 1/2 de 1 leilão em Água Boa-MT.
Não ouvi o canto do pássaro, não senti o sol queimar minha pele, não senti o suor descer sobre o rosto.
Não vi a fumaça dos carros, nem ouvi o barulho dos carros, não vi a criança brincar, nem as pessoas rirem.
Nem mulher que chorava por ser traída, nem o desespero do homem que traiu, nem a menina que envergonhada recolhia as roupas do chão.
Não vi o cachorro latir, nem o homem da bicicleta, nem ouvi barulho do bar.
Não tinha música no rádio, não tinha luz, nem o ar em movimento.
Não tinha dor nos ossos, nem entre os músculos.
Lá não tinha abraço nem beijo, não tinha afago ou suspiro, não tinha pele, não tinha o carinho da gatinha que brincava no chão.
Lá não tinha amor, nem dinheiro, só tinha as contas de segunda-feira.
Lá eu só era mais um, em meu silêncio de solidão tumultuada.
Não senti o tempo, nem a vida se passar ao meu redor.
Me sobrou o cansaço, em lapsos dos meus devaneios, me sobrou minha cama, e meu minuto pago de silêncio.
Só mais um dia, e para todos os dias: Resiliência.
Comida na minha mesa coloco correndo atrás, batalhando...com o meu suor. Não com pratos do vizinho, muito menos do patrão !
Somos animais, mamíferos... apaixonados pelo toque, pelo cheiro, pelo suor, pela carne de outrem. A partir do momento que nos for tirado esse direito, do prazer instintivo, viraremos meros seres decorativos, superficiais e frívolos.
Joelhos amolecidos dobram-se,
mãos espalmadas antecedem o suor que colherão da epiderme as chamas,
mas é na concavidade em flor,
que pétala a pétala se dá a oração!
Insensato mundo
Todo este suor a troco de quê?
Reinando a ingratidão por aqui
Todo este tempo nem aí, por quê?
Depois da longa estrada que percorri
Insensato mundo o que eu vivo
Faço muito, por muito pouco
Dou-lhe a rosa, recebo as cinzas
E ainda sou chamado de louco
A placa de pare não me seduz
Meu desejo nunca se reduz
O teu caminho na minha mente
Se faz direto, onipresente
Lhe procuro no epílogo do livro
Esperando que haja continuação
A nossa história, bem abstrata
É um sentimento sem tradução.
Cada base é base dado ao dado visto por participio desdobrado pelo suor e esforço bocado ao descanso poente da gente infreante
Cultura absorve meu ser até me ir ei a ser dela por vir nela o ego abstrair em suor do corpo vestido
