Suas Maos em meu Corpo
Meu corpo cansado
Minha mente não
Consegue mais lidar
Com nada
Minha alma desamparada
Meu coração quebrado
No que buscar ajuda?.
Meu oásis
Meu oásis és tu meu bem
teu corpo matará minha sede
esta louca e tórrida sede
esta sede que me toma
por completo
me domina
me deixa louca.
És tu meu bem
a fonte que preciso
quando saciará minha sede?
Quando matarei a sede de ti?
Quando virás?
Estou aqui...
Quem eu era ?
Não!
É quem eu sempre fui
Eu não mudei eu cresci
Meu corpo ?
Só está readequado
Aos meus gosto.
Minha fé ?
Se eu não há
Tivesse eu não
Estaria aqui
Agora.
Dependência
Por anos e anos você injetou
no meu corpo e na minha alma o seu doce veneno.
Você é a droga boa, a droga necessária
sem a qual não sei viver.
Por isso esta dependência que me mata,
esta abstnência de você que não posso suportar.
Você me estimulava, me alucinava e de repente...
não te tenho.
Eu te consumia, te cheirava, te comia, te bebia, te sorvia com voracidade,
você me consumia com ardor e agora... me vejo só.
O teu sorriso não existe em outra pessoa,
o teu corpo é singular, a tua voz, o teu olhar,
tuas mãos, tudo em você é único.
Esta voraz necessidade do teu corpo, da tua voz,
da tua presença nos meus dias...
Impossível me abster de você,
sem quem o meu corpo não funciona.
O meu pensamento não tolera a tua ausência
desde que você me aplicou a overdose letal de amor,
me aprisionando os instintos
e agora partiu, deixando-me aqui,
me privando da tua doce presença,
com todos estes sintomas que levam até você.
Sem você o meu organismo não funciona,
eu não sou eu, nunca serei eu.
Poderão encontrar, no chão frio, a prova
do quanto eu te necessito.
Meu filho, meu algoz...
Meus olhos já não têm o mesmo brilho de antes
Meu corpo, já não é aquele: esbelto, ligeiro, jovial
Dizem, em versos, que sou anjo, por ser mãe
Mãe que sobrevive, apenada, em cárcere meu
Cuida-me um filho que amo, calado, ausente, impaciente
Nada reconheço entre as paredes que afirmam ser meu lar
Não sei dizer a exata cor das paredes de meu quarto
Olho-me no espelho... não sei dizer quem ali se reflete
Sigo os dias a velar as horas, ao pé de uma janela vazia
Horas e dias que passam sem me notar, sem nada contar
Durmo e acordo em desalento, tendo ao alcance leite e água
Deixados pelo filho, que, por vezes, soturnamente me visita
Adormece em mim, a razão, quereres... incompreensões
Me fogem lembranças, desaprendi a me amar, a sorrir
Convivo com meus temores, meus fantasmas, meu eu
Temo a chegada do filho que amo e se dá a machucar-me
Trago marcas em meu corpo, que se renovam
A cada aperto, a cada saculejo, a cada dia
Fia ele que não compreendo-lhe a impaciência
Que não me dói seu estado colérico de me cuidar
Me sinto descartável, írrita, sem valia, enjeitada
Anulada em princípios, convencida que inexisto
Que sou aquela agraciada com a maternidade
Que não sabe em que momento tudo deu errado
Temo a visita de meu filho, meu intolerante algoz
Não tenho forças para reagir, se tivesse, não o faria
A fome, a sede, a solidão, marcam meu corpo e alma
Em aceitação, me convenço a perdoar e me cobro calma
Lavar a alma é deixar as partículas do meu corpo escorrerem pelo rio e se libertarem em busca novamente ao meu encontro em direção ao mar
Meu corpo anseia pelos mistérios das chagas do amado crucificado, enquanto a alma nutre da contemplação.
Faltam poucos minutos para o fim, ainda assim sinto me aprisionado entre as paredes do meu corpo, respiro profundo em busca de oxigênio mas o ar é rarefeito. Me sinto perdido entre o espaço e o tempo, afinal qual a finalidade de todo esse movimento? As ilusões são todas dissolvidas pelas portas da percepção e os pólos abrem portais invertidos que conectam sua dualidade.
Somente a morte pode trazer a paz que aprecio, e caminhando sozinho pelo lado sombrio onde vivo, hei de enfrentar todos os medos olho no olho porque nada dura mas nada está perdido.
Adormeci em seus braços; descasei meu corpo dolorido pelo tempo.
Como uma chuva em manhãs de domingo, você me trouxe paz.
Quando me despiu não despiu apenas minha pele
Quando me possuiu não possuiu apenas meu corpo... Estou coberta por teus desejos e totalmente possuída pelo amor que por ti sinto!
Escrevi teu nome com batom mate em toda a minha alma e meu corpo, desta forma não haverá distância que te afaste de mim. És meu cá dentro, onde tudo perdura!.
"Eu gosto é tum-tum! tá-tá!
juntar seu corpo no meu
balançando pa lá e pa cá
eu gosto ééé... de se juntar
eu mais você.
É tudo que eu posso querer.
E quando num posso ter!
eu molho o chão do quarto,
eu molho o volante do carro,
e as foto que nóis ta junto...
escolhi a direção que os homi diz que nóis precisa pra se vive meió,
fiz uma faculdade sem tijolo
até uma língua nova aprendi...
conheci um bucado de coisa desse mundo
os homi falo que era bom te um serviço
e nóis fumo atrás...
subi no meu burrinho,
e num é que achei!
fiz tudo aquilo que me disseram a fazer..
mas sabe de uma coisa moço,
cada vez que eu ia meió,
eu deixava um pedaço meu...
e agora seu moço,
não sei mais onde eu tô.
mas um amigu meu disse...
se você esta em um barco, numa tempestade,
fique tranquilo que ele tem dono."
Tudo que em meu corpo carrego.. Não espelha oque meu coração sente, o que por fora é alegre e sorridente, por dentro é alguém triste e vazio. Que procura alguém para do seu lado ter ou um lugar para sozinho morrer.
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