Sou So um Palhaco
Sou a combinação do real com a ilusão. O real é o que sinto e vejo da vida. E a ilusão é um fantasiar ornamentado com trajes airoso que flutuam sobre um cavalo alado e não pisa no chão.
Sou um pouquinho de tudo, sou sorriso, sou lágrima, sou abraço, sou saudade. Sou como uma menina que sonha, que acredita, que se ilude algumas vezes, mas não desiste, mesmo quando estiver triste.
Perco-me ao contemplar o céu com sua beleza e imensidão, o por do sol, um dia de chuva que trazem-me inspiração, palavras surgem dentro de mim, são poesias que me fazem rir, alegram-me o coração.
Sou poeta, tento encontrar-me no som das palavras, na melodia de uma canção, na esperança de um novo dia, no encanto da imaginação.
E com suas palavras afiadas, vi que para ela sou apenas mais um grão de areia neste deserto sem fim.
O mundo não é desagradável. O problema que eu não sou bom assim, sou um ser em constante vicissitudes mas que ainda anseia pela metamorfose certa, ignorante em reconhecer meus defeitos mas diplomado em aperceber erros e defeitos alheios, conivente a tantas situações, moralista nas horas vagas, realidade presente? confesso; sou covarde ao tentar muda-lo, um futuro prospero? Ainda tenho medo! Vejo um mundo melhor quando aos poucos meu coração reconhece que preciso mudar.
Quem sou?!
Sei lá!
Quem sou!
Mas sou...
Sou para cada pessoa...
Um poço de embriaguez...
Ou um buquê de flor...
Sou aquilo que ela enxergar em mim...
E isso, não interfere em nada!
Porque estou procurando o que não encontrei...
E isso eu ainda não sou.
Sou um cronista desvairado, criticando milagres simples, acobertando santos vulgares. Carapuças minúsculas que só servem em cabeças pequenas.
Eu não sou ninguém especial
Mas eu conheci um homem certa vez
Que quando falava o mar se acalmava
Os ladrões ganhavam perdão
E os cegos voltavam a enxergar.
Mesmo eu não sendo especial
Ele me fez especial por algum motivo
Por algum motivo ele me fez amar
E por algum motivo ele me fez acreditar.
Ele me fez nascer para saber sentir
O sentido das coisas em meu ser colocou
E antes que aprendesse a andar
Ele me fez escritor...
Cicero Laurindo
Quem sou.
Sou uma andarilho um indigente .
Quem me olha não me vê.
Quem me vê me ignora.
Sou invisível ao olhos que quem não sabe amar.
Respeito é uma forma de amor sem jugar.
Minha vida e trilhar procurar achar e perder.
Procuro cada passo meu lugar ,cada passo um vazil.
Bato em coração a coração .
Às vezes ganho migalhas de carinho em troca de serviço.
Meu serviço que presto ,e carinho e atenção.
Só queria em troca um abraço apertado ,mas sou para olhar de muitos um doente sarnento ,onde se fala de longe ,e ouve as histórias.
Meu caminho é longo a seguir ,já sigo a anos.
Me sinto fraco e paciência a esperar.
Minha paciência é tão grande que até a morte percebeu ,não tem presa pra chegar.
A morte que me roda deve ser mulher.
Me rodeia me faz sofrer ,com minhas dores .
Mas incapaz de me levar.
Cansado de ser uma andarilho mendigando atenção ,
Mendigando um pedaço de um coração ,que para muito e hoje de papelão .
02/04/2017 a.:t.:d.:mesquini .
Nossos caminhos estão escritos ,podemos até trocar de caminho ,pegar atalho ,mas o destino será sempre o mesmo.
Admirador de borboletas
Eu sou um eterno admirador de borboletas;
da expressividade das suas cores
e da leveza dos seus movimentos.
Eu me encanto de como elas pousam
e decolam livremente.
Eu reconheço a fragilidade,
mas invejo o destemor das pétalas que voam.
Neste mundo globalizado,
se uma delas bater suas asas com força lá no norte,
eu sou capaz de sentir uma brisa fria aqui no sul.
Eu ainda olho pra uma borboleta específica,
e penso, admirado,
como um trem desses é capaz de voar.
- Você pode dizer:
Sou um Sonhador
Mas não sou o único.
Tenho esperança que um dia,
Você se juntará a nós
E o mundo será um só.
Sereia,
Ah, Sereia
Me encontre,
Sou um caso a parte
Prole da arte
Vem, Sereia
Sente comigo
que eu te encanto
Eu preciso de ti, Sereia
Não sei como me expressar
loucura
paixão
amizade
tenho comigo que é tudo isso junto
Adaptemos, oh Sereia
O amor bate cada vez mais tarde na porta
mostre seu amor, Sereia
nunca leve, Sereia
Me leve,
Sereia.
Quem eu sou?
Não sou nada
Apenas mais um número
No meio de tanta gente
Apesar de ser grande
Sou pequeno
perante o mundo
Sou como uma testemunha fiel.
Como um príncipe numa terra debilitada;
Mas no fundo tenho sangue humano,
Como aquele que ama sem esperar amor de volta.
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