Sou seu Quase Amor Odeio meio Termos
Sou merecedor. Mereço tudo o que é bom.
Não uma parte, não um pouquinho, mas tudo o que é bom.
Agora me afasto de todos os pensamentos negativos, restritivos.
Liberto e deixo ir todas as minhas limitações.
Em minha mente, sou livre.
Agora me transporto para um novo espaço de consciência,
onde estou disposto a me ver de maneira diferente.
Estou decidido a criar novos pensamentos
sobre mim mesmo e minha vida.
Meu modo de pensar torna-se uma nova experiência.
Eu agora sei e afirmo que sou uno com
o Poder de Prosperidade do Universo.
Assim, prospero de inúmeras maneiras.
Está diante de mim a totalidade das possibilidades.
Mereço vida, uma boa vida.
Mereço amor, uma abundância de amor.
Mereço boa saúde.
Mereço viver com conforto e prosperar.
Mereço alegria e felicidade.
Mereço a liberdade de ser tudo o que posso ser.
Mereço mais do que isso. Mereço tudo o que é bom.
O Universo está mais do que disposto
a manifestar minhas novas crenças.
Aceito essa vida abundante com alegria,
prazer e gratidão, pois sou merecedor.
Eu a aceito; sei que é verdadeira.
Sou grato a Deus por todas as bênçãos que recebo.
Eu ando em uma estrada solitária, a única que eu sempre conheci, não sei até onde vai, mas sou só eu e eu ando só... Eu ando nessa rua vazia na avenida dos sonhos despedaçados, onde a cidade dorme, e eu sou o único à andar sozinho.
Sofri o grave frio dos medos, adoeci. Sei que ninguém soube mais dele. Sou homem, depois desse falimento? Sou o que não foi, o que vai ficar calado. Sei que agora é tarde, e temo abreviar com a vida, nos rasos do mundo. Mas, então, ao menos, que, no artigo da morte, peguem em mim, e me depositem também numa canoinha de nada, nessa água que não pára, de longas beiras: e, eu, rio abaixo, rio a fora, rio a dentro — o rio.
Um Barco...
Sou como um barco
Que acostumado com a mansidão do rio
Prepara-se pra navegar
As águas turbulentas do alto mar.
Conseguirei resistir às ondas dos desafios?
Suportarei os solavancos da solidão?
Sobreviverei às tempestades de angústia?
Terei que navegar tendo apenas a solidão
A ausência de meus marinheiros/amigos
Deixo-os no rio calmo das boas lembranças
Pra singrar sozinho, o mar de meu destino.
Li no horóscopo que sou como uma pedra
Que rola sem parar e não cria limo.
E agora estou rolando
Justamente quando no limo que se formava
Cresciam as flores de minhas amizades.
Mas sigo minhas estrelas
Com as ondas do “novo”
Arrebentando em meu peito
Venço a arrebentação da ansiedade com a proa reforçada
Pelas palavras de apoio e alegria de meus amigos/marinheiros.
Tendo o convés enfeitado com as flores
Que foram semeadas por seus corações.
Peço a Deus nessa aventura
Que eu saiba conviver com a solidão
E rezo pra que Ele me apresente pelos portos do futuro
Marinheiros/amigos tão competentes e corajosos
Quanto estes que deixo no Porto Seguro do meu coração
Inesquecíveis, verdadeiros Soldados da paz.
Que Ele nos guie!
02.02.2005
Não sou demais porque tudo que é demais sobra, e o que sobra é resto. Sou de menos porque tudo que é de menos falta, e o que falta é raridade!
Eu queria ser um anjo...
E não passo apenas do que sou...
Te daria um par de estrelas mais o que tenho é o meu AMOR...
Onde estão seus olhos, quando não estão em mim...
Onde estão seus passos...
Eu sou diferente de tudo que você já viu ou vai ver. Sou um eterno meio-termo. Não sou uma coisa, nem outra. Sou apenas o que sou. Desapegada, independente e com pontos-de-vista diferentes. Idiota, mas meio fria. Insegura, mas totalmente determinada. Uma pessoa que gosta de coisas simples e de conversar sobre coisas aleatórias. Ando procurando por minha verdadeira identidade, mas ela insiste em fugir de mim... Nasci na geração errada e tenho tantos defeitos que levaria uma semana inteira para citá-los. Quer saber? Esqueça tudo isso. Eu não passo de uma garota a mais no planeta, dessa enorme bagunça em forma de pessoa...
Objetiva e direta... não sou meio termo... meio tempo, meio de meia, meio de campo, de metade, nem meia duzia... nem meio tom...
Sou inteira, completa!!!
Nessa temperatura de ânimos não dá para ser morna...
Minha resistência ainda esta funcionando!
Eu sou 8 ou 80. Não sei ser meio termo, nunca sei. Ou sou quente demais ou sou frio demais. Não sei ser morno, isso não faz o meu tipo. Quanto estou feliz isso até que é bom, mas quando estou triste como agora, isso não é lá essas coisas...
Nasci empelicado
Empacotado e endereçado
Por isso sou assim
Meio louco
Mas não complicado
Não divido o que não é meu
E não deixo você ir
Sem levar o que é seu
Porque nasci assim
Meio louco
Mas não complicado... Liko Lisboa
sou um pouco Frida
ou Brida
meio brisa
e colorida
um tanto sofrida
e também florida
tal qual margarida
neste tempo gélida
mas com amor, aquecida
bem surpresa e estarrecida
muitas vezes perdida
e também vencida
estou perto da despedida
desta vida corrida
partirei fugida
de todo mal que me regrida
e se não evoluo
novamente sou trazida
a viver com a dívida
e conviver com a dúvida
de uma sobrevida
que logo mais jazida
em um mantida
por mais uma existência
que logo termina
desavisada!!!
Nos palcos e teatro dessa vida, eu sou apenas mais um, mais um perdido e solitário, em meio as multidões da massa, que luta insistentemente por um lugar ao sol, tentando sobreviver, nessa insana selva de pedra chamada mundo.
