Sou Pessoas de Riso Facil e Choro Tambem
Olhar
Eu sei, o olhar melancólico,
Eu sei, o desvaneio sem riso
Nunca foi só isso
Sempre foi morando em ti
Eu sei, o que fomos
Eu sei, o que seremos
Deitei-me-ei em teu risco
Nunca deitou-se no meu
Meu sonho feliz era chegar e já cair no mar
Eu sei, o olhar melancólico
Eu sei, o desvaneio com ou sem riso.
Do meu lado
vai ter lágrima, riso
vai ter companheirismo
e um me deixa sozinha
de quando em vez.
Vai ter
passarinho,
gatos
e flores
no gramado.
Vai ter janela aberta,
vento na cortina
chimarrão na varanda.
Vai ter afago
beijo de língua,
arrepio...
Vai ter festa surpresa,
piqueniques na beira do rio.
Vai ter eu e você
elaborando uma receita
para não sermos
nó.
Do meu lado
vai ter bolinho de chuva,
café passado
em cima do fogão...
Vai ter dia
de sol,
e o meu calor
para te aquecer
nos dias de frio.
Vai ter eu andando
do teu lado.
Vai ter minha mão
apertando a tua
e a minha alma
pra ti sempre nua.
Do meu lado...
No riso largo, na beleza, na delicadeza, na fragilidade, na teimosia, no atrevimento, na garra, na força e na coragem ela tem a suprema ousadia de ser ela mesma.
“Não que desafio me traga cansaço,
que riso me dá o desafio,
e que pressão consome o riso,
que força me traz a pressão.
Me fortalece toda essa força,
que surge da alma vibrante,
que abraça cada momento,
e que momento me leva a vencer,
e que vencer me dá esse cansaço,
e que cansaço é minha vitória.”
Família é porto, amigos são mar,
Juntos, na vida, aprendemos a navegar.
Com eles, o riso e o abraço sincero,
São tesouros que guardo e tanto venero.
Família acolhe, amigos sustentam,
Nos dias difíceis, os dois me inventam.
São laços de vida, de amor e alegria,
Que enchem de luz minha rotina vazia.
Precisamos aprender sobre viver
Aquela chama que faz sentido
Do riso nada contido
Do amor correspondido
Apenas sobreviver
É o limbo da existência
O vazio da alma
O amor de complacência
Fique perto de quem te faz gargalhar, porque o riso é um abrigo que acolhe as dores sem julgá-las. Busque aqueles que, na fragilidade, veem sua força e conseguem despertar o melhor que há em você. São esses os que permanecem ao seu lado quando as tempestades chegam, que te abraçam sem palavras, oferecendo o calor da presença. Não aceite qualquer um, pois sua alma merece a leveza de quem transforma lágrimas em sorrisos e solidão em companheirismo. A vida é breve demais para ser vivida ao lado de quem não valoriza o seu brilho.
Vida Minha
Minha vida, selada à tua,
Teu riso, meu destino, tua alma, a minha rua.
Minha história se perde, se encontra em você,
Sem teu agora, não há depois pra viver.
Vida minha, melodia do meu ser,
Tua luz é farol, meu eterno amanhecer.
Brilhas forte na estação do meu coração,
Com você, tudo é festa, tudo é canção.
Teu amor, minha morada, meu lar,
É contigo que eu sempre quero estar.
Do nascer do sol ao cair da lua,
Minha vida, minha alma... sempre tua.
"Em casa, no bar ou no mar, uma taça de bom vinho em boa companhia faz o tempo voar; entre risos e sorrisos, uma nova história está prestes a começar. Cheers!"
Amigo Fiel
Amigo leal, fiel companheiro,
Um irmão guerreiro, firme e inteiro,
Camarada de risos e tempestades,
Poeta da vida, em tantas verdades.
Na porta do dia, sempre presente,
Seja em BH ou num simples ambiente,
Do supermercado às ruas da cidade,
Tua amizade é luz e liberdade.
Resoluto, enfrenta o que vier,
Com galhardia, faz o que é certo e quer.
Resiliente, não se deixa abalar,
Sincero no olhar, pronto a escutar.
Conhecer-te é privilégio e sorte,
És bússola em tempos de sul e norte.
Amigo fiel, meu eterno parceiro,
Caminhemos juntos — sempre por inteiro.
Bonés da Hipocrisia.
Bonés da hipocrisia, o nome é preciso,
Para esses senhores de riso indeciso,
Que ostentam promessas, discursos vazios,
Enquanto enterram os sonhos alheios.
Nojo dessa gente hipócrita e vil,
Que veste o cinismo feito um troféu hostil,
Desvios de verbas, apropriações,
Satisfazendo só suas ambições.
Saqueadores do suor do povo,
Assassinos da esperança de um Brasil novo.
Genocidas dos sonhos, dos dias melhores,
Falsários contumazes, mestres de horrores.
Marajás, maranis, podres figuras,
Destruindo valores, criando agruras.
Tergiversadores em circo patético,
Onde o escárnio se torna antisséptico.
A vanglória da mediocridade é a lei,
Indutores da mentira — eis o que sei.
Boçais e trapaceiros de toda a sorte,
Que negociam o futuro até a morte.
Mas o povo, cansado, um dia se erguerá,
E a hipocrisia, enfim, ruirá.
Pois verdade e justiça, ainda que tardias,
Romperão os bonés dessa vil covardia.
Ah, Felicidade
Ah, felicidade, que outrora batia no peito,
fazia-me riso, e não pranto desfeito.
Quanta tristeza tomou-me o ser,
onde antes havia razão para viver.
Ah, felicidade, que me impulsionava,
guiava meus passos, e hoje me trava.
Quanta tristeza fez-se morada,
onde a esperança outrora dançava.
Ah, felicidade, que me fazia voar,
nas nuvens, sem rumo, apenas flutuar.
Quanta tristeza pesa em meu peito,
como um céu sem cor, desfeito em lamento.
Ah, felicidade, que me fez corajoso,
e hoje sou medo, menino medroso.
Quanta tristeza roubou meu querer,
de quem eu fui, restou o não ser.
Felicidade que fazia bem, me fazia quem e hoje mais ninguém.
O cósmico se manifesta no cômico. O riso é uma chave que dissolve tensões e restaura a harmonia entre o ser e o universo. Assim como o cosmos é expansão e vibração, a gargalhada rompe padrões cristalizados, detonando micro big bangs em outras dimensões.
Vestígios dos Lençóis
Meu riso está tão triste...
Procuro suas mãos
no breu da noite,
na escuridão
do colchão.
Tateio e tateio...
Não sinto nada,
apenas a fronha,
onde um dia
te tive e desejava.
Te amava... e amava.
Nosso suor, pela cama,
sempre lá estava.
Escorria...
Pelo seu corpo,
nosso amor
líquido ficava.
Nossos receptáculos,
repletos de calor,
reluziam um brilho
jamais esperado.
Era o amor
de nossos corpos,
em memórias,
eternizado...
Toque e Fogo
Em meio ao riso, ao nosso enredo,
minha mão desliza, sem medo.
Na curva macia, morena e quente,
um aperto leve, um toque ardente.
Teu olhar responde, faísca e chama,
brilho escondido, desejo que inflama.
Na dança sutil de pele e arrepio,
teu corpo se curva, entrega ao frio.
Não é só toque, é jura, é laço,
é ter-te perto num breve espaço.
Entre risos, entre segredos,
aperto tua coxa e perco os medos.
Teus músculos tensos, um leve tremor,
denunciam o fogo do nosso calor.
É um gesto simples, mas tão profundo,
como se eu segurasse em minhas mãos teu mundo.
E quando afrouxo, num jogo envolvente,
tua pele implora, pede mais quente.
Entre apertos, suspiros, ora pois,
somos apenas nós… só nós dois.
Sabe...
Já me apaixonei perdidamente,
cegamente por alguém.
Meu riso era frouxo e sincero.
Meu coração batia tão rápido,
e as horas pareciam seguir cada batida,
pois cada momento ao seu lado
era breve, bom e delicado.
Eu não sabia o que fazer,
pois nada mais enxergava além de você.
Tu me prendeu de uma forma
que não posso explicar,
nem mesmo com palavras
ou com essas músicas clichês de romance.
Tudo parecia um filme,
mas sem trilha sonora,
sem tudo aquilo que as pessoas acham bonito.
Nós não podíamos ser quem éramos...
por medo.
— EE
Nasci do sonho de permanecer em riso,por momentos eu cresci apanhando da vida mas a resiliência me mantinha de pé.
Acostumei-me a tomar a forma de João teimoso,um dia caia chorando,no outro me erguia sorrindo,era muita surra da vida, e se fosse hoje chamariam o conselho tutelar para ela.
Com o tempo me vi firme porque o choro já não me derrubava, porque eu via gosto de minha queda no rosto alheio. foram muitos choros depois disto ,mas minha expressão era intacta.
A dor era a mesma.
Como as pessoas são cruéis! mas, eu podia ver em cada uma delas a projeção de suas derrotas.
Tempo futuro eu não sofria mais, me fazia coluna,firme,arrojada com vigas de ferro na caixaria.Um pedreiro entenderia bem minhas palavras, por dentro escorria lágrimas em perceber como as pessoas não se importam com sua história e com o que vc passa, com o que você sobrevive.culpam,
julgam,por percepção equivocada. Não posso me importar, eu não seria fruto se olhasse para a erva daninha. Quem tira sua forca é conta não paga e as minhas foram todas bem pagas e, em dia.
Hoje meus caminhos continuam sendo trilhados. Pés doloridos, corpo cansado. Mas meus olhos não lacrimejam para qualquer um, minhas lágrimas são seletivas, e só derramam para quem tem o coração de gaivota, solitário, pensativo,coração de compaixão.
Todos os cartunistas do mundo (...) sempre passaram o riso em volta do tirano.
