Sou de Sorte por te Conhecer
Existe uma contradição, fruto da ignorância
do não saber/conhecer e também do caráter,
no afirmar que Trump liberou a Venezuela de um ditador.
Óh, céus da ignorância!!!
Onde um ditador pode liberar
um Nação de outro ditador?!!
Essa ignorância nasce tanto da ignorância política quanto da má-fé discursiva.
Dizer que Trump “libertou” a Venezuela de um ditador é um nonsense conceitual.
A resposta é simples e incômoda:
- Em lugar nenhum.
Isso só existe na propaganda, na ignorância política ou na conveniência ideológica.
E acreditar nessa narrativa exige ignorar o óbvio , ou seja, o autoritarismo não se
combate com autoritarismo.
Isso não é libertação , é pura propaganda política de parte.
✍©️@MiriamDaCosta
Um Sábio me disse: Quando conhecer alguém e sentir que não é confiável, dê corda a ele, fale da sua vida, assim ele vai confiar em você, vai abrir a guarda, e vai se entregar!
No jardim onde todas as flores pareciam conhecer o seu lugar, havia uma Tulipa que gostava de olhar o céu e uma Rosa que tinha medo de deixar alguém se aproximar de seus espinhos.
Elas eram diferentes em quase tudo.
A Tulipa era leve, inquieta, dessas que dançam quando o vento sopra. A Rosa era intensa, perfumada e silenciosa, guardando dentro de si uma delicadeza que poucos conseguiam enxergar.
Foi numa manhã de primavera que se conheceram.
— Você sempre fica tão longe das outras flores — perguntou a Tulipa.
A Rosa sorriu.
— Talvez porque nem todo mundo saiba chegar perto sem machucar.
A Tulipa olhou para os espinhos e respondeu:
— Então eu não vou chegar correndo. Vou chegar devagar.
E foi assim que começou.
Primeiro vieram os olhares. Depois, as conversas ao nascer do sol. A Tulipa contava seus sonhos; a Rosa, seus medos. E, pouco a pouco, aquilo que parecia apenas amizade começou a ganhar outro perfume.
Um dia, a Tulipa perguntou:
— Você não tem medo de se apaixonar por alguém tão diferente de você?
A Rosa respondeu:
— Tenho. Mas tenho mais medo de passar pela vida sem descobrir até onde esse amor poderia florescer.
Naquele instante, o vento passou pelo jardim e espalhou pétalas pelo caminho.
A Tulipa se aproximou.
A Rosa não recuou.
E foi ali, entre pétalas, espinhos e promessas que ninguém ouviu, que duas flores descobriram uma coisa que o jardim inteiro ainda não sabia:
há amores que não precisam ser iguais para pertencerem um ao outro.
A Tulipa não perdeu sua leveza.
A Rosa não perdeu seus espinhos.
Elas apenas aprenderam a cuidar uma da outra exatamente como eram.
E, desde então, quando a primavera chegava, havia duas flores que nunca mais floresciam sozinhas.
Às vezes me perco de mim mesmo, e toda vez que me reencontro, passo a me conhecer um pouco mais. Na verdade, percebo que esses desvios não são falhas, mas sim o terreno fértil onde minhas novas identidades nascem. O eu que retorna é sempre mais resistente e autêntico do que aquele que partiu.
Conhecer o mundo é a vontade de muitos, conhecer a si mesmo é a necessidade de todos!
A viagem mais importante de nossa vida é a que fazemos dentro de nós!
Conhecer novas paisagens nunca foi apenas mudar de horizonte. É permitir que os olhos aprendam um vocabulário que ainda não conheciam.
Entre ruas e memórias
Eu não te levaria para Barcelona.
Te levaria para conhecer a Itália,
o país pelo qual nós dois temos uma fascinação em comum.
Caminharíamos por ruas que atravessaram séculos, admirando cada detalhe como quem descobre um novo mundo.
Te levaria para ver o Coliseu,
onde o tempo parece ter parado,
e para contemplar as mais belas obras de arte,
porque algumas delas só podem ser compreendidas quando vistas com o coração.
Também te levaria
ao país onde a sua cantora favorita
empresta a voz a canções
que atravessam tantos corações,
e onde a língua soa como poesia,
tão sedutora
que até o silêncio parece ter sotaque.
Faríamos questão de nos perder
pelas pequenas ruas de pedra,
tomar um café em uma praça qualquer,
ver o pôr do sol colorindo os telhados antigos
e descobrir que as melhores lembranças
nascem dos momentos que não estavam nos planos.
Mas, para falar a verdade...
O meu lugar favorito nunca seria um país.
Seria qualquer canto do mundo
onde eu pudesse segurar a sua mão,
ver o brilho dos seus olhos diante de algo novo
e guardar, em silêncio,
a felicidade de estar vivendo aquilo ao seu lado.
Porque existem lugares inesquecíveis,
obras que desafiam o tempo
e paisagens que roubam o fôlego.
Mas nenhuma delas
seria mais bonita
do que a expressão do seu rosto
ao viver tudo isso pela primeira vez.
No fim,
eu não te levaria apenas para conhecer a Itália.
Eu te levaria
para colecionarmos memórias
que nem o tempo
seria capaz de apagar.
Dois Oceanos.
Você me disse:
"Se quiser me conhecer de verdade,
não se contente com a minha superfície."
E eu entendi
que havia um oceano
escondido atrás do horizonte
dos seus olhos.
Então você sorriu
e fez um convite ainda mais difícil:
"Se quiser conhecer o meu oceano,
permita que eu conheça o seu.
Mas já adianto:
não vai ser fácil."
Foi nesse instante
que compreendi
que algumas pessoas
não querem ser admiradas.
Querem ser descobertas.
Então abri as portas
do mar que existe em mim.
Disse que,
para conhecer o meu oceano,
seria preciso enfrentar
ondas gigantes,
aceitar o peso
de alguns mergulhos
e permanecer submersa
até encontrar o caminho
de volta.
Você não recuou.
Apenas respondeu:
"Eu não tenho medo do seu oceano.
Sei que existem ondas,
profundezas
e partes difíceis de atravessar."
E, pela primeira vez,
o medo de ser demais
encontrou alguém
que não desejava ir embora.
Foi então que percebi
que talvez
os maiores encontros
não aconteçam
em águas calmas.
Acontecem
quando duas pessoas
escolhem mergulhar
uma na outra,
sem prometer ausência de tempestades,
apenas a coragem
de continuar nadando.
Por isso,
nunca vou me cansar de repetir:
Venha desvendar os meus códigos.
Talvez você seja
a primeira pessoa
que, depois de decifrar
todos os meus mistérios,
escolha ficar.
E, se um dia
você me permitir,
prometo fazer do seu oceano
o lugar onde
até as tempestades
soam como poesia.
Porque, no fim, descobri que oceanos não procuram quem saiba nadar.
Procuram quem tenha coragem de permanecer,
mesmo quando a profundidade assusta.
Talvez esse seja
o verdadeiro significado
de conhecer alguém: não desvendar
todos os seus mistérios; mas escolher voltar, todos os dias, sabendo que sempre existirá
mais um oceano para explorar.
E tudo bem.
Porque algumas pessoas
não foram feitas
para serem decifradas.
Foram feitas
para serem escolhidas,
onda após onda.
- Sereia 💖
" O julgamento estéril costuma nascer da distância. Observamos os outros sem conhecer suas batalhas silenciosas. " Criticamos suas quedas sem compreender os precipícios que enfrentaram. Entretanto, a experiência ensina uma verdade que o mero raciocínio abstrato dificilmente alcança. Toda alma carrega dores invisíveis e necessidades que raramente se revelam à superfície. "
Mesmo sem me conhecer por inteira, parece que você me entende como ninguém. Há algo em tua presença que traduz minhas dores em silêncio e meus sentimentos em palavras. Em uma única tarde e noite, nos revelamos mais do que muitos que convivem por anos, como se nossas almas já tivessem se reconhecido em algum sonho antigo. Você é doce como mel, mas também mortal como veneno; cruel na intensidade, belo no enigma... Um paradoxo que me fascina e ao qual, inevitavelmente, me rendo.
Quanto mais próximos estamos de conhecer os nossos verdadairos desejos, aos poucos libertamos um monstro na sociedade que vivia dentro de nós e não queriamos ver.
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