Sou Besta com a Falsidade de uns
Ontem desenhei uns cavalos ouvindo Rolling Stones, mas não voltarei a pintar. Desde a última exposição imagino feridas-girassóis.
Então já são 22:41 esta é a Hora de Tomar uns Red Bull com Whisky Red Label..Para o frevo não alvorecer pra voce!
Algumas pessoas vão a caminhos incompletos por nós mortais, num dia frio como o de hoje.
Uns levam flores e outras trazem algumas lagrimas para regar a saudade que ainda persistem em nós tocar.
E já não bastando à luz do Sol que iluminam nossos olhos carnais, uns levam as velas que o tempo a de se apagar.
Mas eu não preciso desse dia pra recordar, pois minha mente vai mui a longe da terra dos viventes aonde os verdadeiros adoradores podem ficar, pessoas amadas que foram com os anjos a descansar, e em meu coração arde uma chama que nem o vento, e o tempo pode apagar, o amor que sinto por elas que em mim jamais poderia deixar repousar, como estão os meus amados.
"Vai lá pra ver se eu te amo. Dá uns giros...Se achar que deve voltar, volte. Senão, continue girando que um dia voce encontra quem te ame mais.Bobão".
Se Todos Nós Parassemos De Mentir Uns Pros Outros E Começarmos a Ama-los, Viveriamos Em Um Mundo Melhor!
Caso engraçado......Outro dia estava na rua, tinha saído para distribuir uns curriculuns, estou desempregada. Acabei andando muito e quando percebi ja passava das 14:00hrs e nem tinha almoçado. Resolvi parar em uma pequena Temakeria pois estava com um pouco de fome e ainda tinha algumas coisas para resolver antes de voltar para casa. Entrei e me sentei em uma mesa com dois lugares. Um rapaz bem jovem veio me atender e me entregou o Menu, dei uma olhada rápida e fiz o pedido, visto que não tinha muito o que escolher.
Logo veio meu pedido e comecei a comer, estava uma delicia, pois adoro comida japonesa e sem querer exagerar essa Temakeria esta de parabens. Quando já estava quase terminando vi que entrou um garoto, devi ter uns 16 anos, sentou-se na primeira mesa ao lado da porta de saída. Vejo quando o garçon se aproxima dele e fala alguma coisa que não consegui ouvir. Eles conversam cerca de um minuto e o garçon volta para seu lugar e conversa com uma garçonete que em seguida vai para a cozinha. Passados alguns minutos a garçonete volta com uma bandeja e serve o garoto que com uma fome de dar inveja começa a comer. Não demora muito para limpar a bandeja e começa a mecher na carteira colocando em cima da mesa umas moedas. Depois pega a mochila e abre, enfia a mão la dentro e fica procurando alguma coisa, encontra mais umas moedas as quais se juntam as outras que já se encontram em cima da mesa. Ele conta e reconta aquelas moedas e já não sabe mais o que fazer, olhava para um lado e para o outro, aquelas moedas não pagariam a conta que não era alta, mesmo assim não pagaria.
Aquela situação estava me deixando impaciente, ao mesmo tempo que queria ajudar não sabia como fazer, se me oferecesse para pagar e ele se recusasse, e se eu estivesse tirando conclusões erradas a respeito daquele garoto, e se não fosse o que estava parecendo ser? Ai Jesus, que coisa mais chata. Do outro lado do balcão o garçon já se mostrava impaciente tambem.....fiquei imaginando o que aconteceria dali pra frente....entao pedi minha conta, paguei e me levantei. Ao passar pelo garoto, fingi pegar alguma coisa no chão ao lado da mesa dele que me olhou com cara de assustado.
Ei garoto, issu deve ser seu e lhe entreguei uma nota de dez reais. Ele me olhou mais assustado que antes e disse: Não moça, não é minha não eu não tenho dinheiro. Com a voz que fiz parecer firme lhe respondi, claro que é sua eu vi quando a deixou cair.
Sai daquele pequeno restaurante com uma certeza, quando queremos ajudar alguem sempre existe uma maneira e melhor ainda, podemos ajudar as pessoas sem constrange-las.
Temos a livre opção de fazer 'a escolha'. Para uns isso impõe medo então outros ajudam na escolha, para outros é situação constante, uns acham fácil demais, outros não sabem escolher, mas para todos é um fato universal que escolher sempre será uma angústia sofrida e por vezes desmedida. Afinal na arte de sonhar podemos perder o controle e como existe uma pequena lacuna entre isso e o pesadelo, podemos acabar tirando nota maior no segundo.
Outro dia, uma amiga publicou que sua filhinha deu os primeiros passinhos. E que após uns dois, ou três, ela caía.
Penso assim; Muitos de nós, mesmo depois de crescidinhos, ainda caem após alguns passos... Tudo bem que alguns caem em demasia, porém o importante é levantar, sempre. E entendermos que, mesmo que essa maldição que é a ansiedade humana, nos obrigue a dar passos maiores que suportamos, são necessários passos curtos. Por que devagar, se vai ao longe.
Sentia que eu crescia , que os coleguinhas iam mudando, uns de cidades outros de escolas, começava ai sentir todas as mudanças, as primeiras foram dificeis pra mim, não me lembro ao certo qual me dueu mais se foi minha melhor amiga também gostar do meu namoradinho ou dela simplesmente me trocar por outra .
Fui aprendendo que amigos de verdade são poucos, mas tão poucos e talves unicos . Percebi, que meus amigos não só mudavam de escolas e cidades, mas também de caracteristicas fisicas e mudará também de persolnalidade. Os que sobraram foram poucos, como disse muito poucos. Lembro que namoradinhos tive varios, mas nenhum até hoje foi eterno. É o tempo passou , eu cresci, eu mudei, e agora percebo realmente as mudanças, percebo que amigos de verdade ... há nem foi aquela do meu prezinho , foi aquela que em tão pouco tempo se tornou tão intima, que parecia te entender em tudo, realmente aquela é o meu diario, que não só guardo a em um lugar onde ninguem possa me tirar, que ninguem sabera dos meus segredos alem de mim e ela, pra que eu possar acreditar nela, ela se tranca e só ela pode saber dos meus segredos, e ela sabe que eu também sou teu diario .
GRIPE SUINA
O surto de um novo tipo de vírus é algo que me intriga. Há uns 15 anos atrás, era o vírus ebola, que derretia suas vítimas em febre e assustava com a rapidez que se espalhava em uma África desde sempre precária em saúde. Depois, o surto da "vaca louca". Em seguida, um par de anos atrás, a gripe aviária. Agora, a mexicana gripe suina. Em todos os últimos casos, é de se notar que vírus devastadores agora se aproveitam da logística global do consumo exacerbado. Doenças que se limitavam a fundos de quintais ou cercanias de chácaras e sítios, agora adquiriram asas invisíveis. É de preocupar, claro.
Esse interesse pelo assunto que me levou a um livro de Stephen King, chamado "A dança da morte". No romance "kingiano" de quase mil páginas, um misterioso vírus liquida quase toda a raça humana, exceto algumas pessoas misteriosamente imunes, que tentam formar uma nova sociedade, enquanto o diabo andarilho erguia um império do mal num mundo caótico. Recomendo.
Ficção a parte, entre hipóteses de extinção da raça humana que às vezes formulo comigo mesmo, nenhuma está relacionada a algum tipo de vírus. Acredito que a biomedicina encontraria soluções mesmo em casos drásticos. E praticamente todo tipo de vírus acaba por encontrar resistência em algum dos diversos sistemas imonológicos entre bilhões de seres humanos. O homem encontrará uma maneira mais eficaz de se destruir, alguém duvida?
Alegria peculiar
A alegria é algo peculiar
Tão peculiar que pra uns parece fácil
E pra outros difícil de achar
A alegria não se compra
Não se vende
Apenas se estende
Não se acha não inventa
Ela apenas habita
Dentro de todos nós
a linguagem dos pincéis.
Uns entendem, outros não.
Uns tantos se apaixonam até amar, até pintar!
Poucos até capturar a sensibilidade do instante, até perder a idéia lógica, até crer no vazio, no inútil... na descrença.
Até ultrapassar os limites físicos, até superar o vindouro, até chacoalhar a imaginação do leigo, até se desviar dos reflexos da atenção, até despir o ego e gotejar sobre a tela o amor. O ódio.
Coagula a tinta e com ela a voz e a fala. Se expõe a mensagem.
Com o extrato de todas essas coisas vai revelar os abismos, o segredo e o mistério.
Com o extrato de todas essas coisas vai vingar os loucos, purificar o seu mundo e o de outros e nunca vai morrer.
Pessoas diferentes se julgam no direito de criticar ou até mesmo questionar a vida uns dos outros. Vivemos em um mundo onde nossas atitudes falam mais do que os conceitos que queremos passar. A cada fato ou situação observada fica claro o descaso, o preconceito e indiferença no olhar, como se o outro em uma situação diferente da sua, e claro jamais almejada sinta-se acuado e como se tivesse a pior das doenças do mundo. Claro cada um paga aqui o que se faz, mas para isso existem leis, justiça e até mesmo a situação em que se encontra e não somos nós quem podemos condenar ou julgar o próximo,ate porque não saberemos qual será nossa situação de amanha,conosco ou com alguém próximo a nós.
Aconteceu em um Hospital publico, em Minas, eu vivenciei cada segundo daquele momento. Na espera do atendimento, o carro da viatura militar se aproxima da porta trazendo duas pessoas algemadas com um agente a escolta. Sim, são presos e não merece mordomia mesmo, mas nem sabemos o que os levou para essa vida, como foi suas historias. Ao adentrarem no hospital todas as pessoas em situação diferente ou conhecida por algum caso na família, ou com amigos imediatamente se cala e os olhares se voltam fixamente aquelas duas pessoas, que não estavam sangrando ou machucados simplesmente pessoas “normais” a serem atendidas, como qualquer uma outra pessoa ali naquele local.
Me sinto perdida no mundo que vivo,por presenciar situações como essas.Quem somos nós,dignos ou não para julgar alguém com um constrangimento tão grande e silencioso em um lugar publico,onde eu,eles não se quer sabemos o que são e o que tornaram a vida dessas duas pessoas para estarem presos em uma cela sem sentir o sol quando querem,correr de um lugar para o outro,enfim ter o direito de ir e vir.
Portanto, estamos em um local, onde se toca na palavra “preconceito”, ah ninguém tem, mas para criticar e fuxicar baixinho basta o inferior estar em minoria.
Hipócritas infelizmente.
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