Sou Apaixonada pelo meu Namorado

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"Eu sou só mais um apaixonado, igual aos que enchem os bares e esquinas tentando esquecer a razão deste amor."

Te via de longe
E nem percebia o quão parecida sou com você
Ouvia seu nome
E alguma coisa dentro de mim dizia que eu devia te conhecer

EU NÃO SOU DIFERENTE DE VOCÊ

Eu não sou diferente de você,
Também quero ser feliz, amar e viver.
Acordar bem cedinho sentindo o cheiro da grama,
Ter alegria na vida, receber amor e carinho na alma.

Mas eu creio em um Deus que fez a terra e os céus,
Poderoso em glória, soberano e fiel.
Eu creio na eternidade, na vida que ainda virá,
Quando tudo aqui na terra um dia se findar.

Eu estarei com o Rei,
Que me fez pra com Ele reinar.
Mesmo que o mundo passe,
Sua promessa vai permanecer.
Minha esperança está no céu,
No Deus eterno e fiel.
Eu viverei pra sempre com o Rei,
Que escolheu me amar.

E quando as lágrimas cessarem,
E a dor não existir mais,
Verei a face do meu Rei
Na glória eterna e celestial.
Então cantarei pra sempre:
Santo, digno e fiel.
O Deus que me sustentou na terra
Me receberá no céu.

Cícero Marcos

Eu amaria sem medo a liberdade se você me tratassem com a insignificância que diz que sou... pois onde há incoerência, não há liberdade.

O QUE EU SOU QUANDO ESCREVO?
Meus escritos me dão asas:
crio mundos, viajo neles.
Ora sou protagonista,
ora apenas narradora.
Posso ser algoz ou mocinha,
pois a emoção que brota no papel,
é real: se não vivida de fato, sentida
na intensamente do pensamento.

" Eu Não Incômodo... Eu Transbordo "


Sou rio que não se detém porque alguém fechou a represa.
Sou mar que não cabe em copo.
E aprendi que quando alguém não manda nem uma palavra, já disse tudo.


Eu sigo.
Não por desistência, mas por amor próprio.
Não por fraqueza, mas por força.
Porque flores não imploram por jardim: elas nascem onde sabem que podem florescer

Não preciso de quem não me vê.
Minha presença é minha força.
Sou inteira, mesmo na ausência.

Verso inquieto, pensamento que voa,
Sou fogo que queima e água que entoa.
Não me prende a superfície,
não me doma a razão,
Geminiana, sou caos e canção.

Sou feita de restos que insistiram em ficar,
pedaços que o tempo não quis levar.
Metade de mim é calma aprendida,
a outra metade ainda é incêndio que não se apaga.

Eu


Sou quem ficou
quando tudo foi embora.
Corpo marcado de quedas,
alma ainda em pé por teimosia sagrada.
Não por força heroica,
mas porque algo em mim se recusa a morrer.
Eu amo como quem entrega casa aberta,
mesa posta, bolso destrancado,
coração sem cadeado.
E o mundo, analfabeto de cuidado,
confundiu isso com fraqueza.
Não era.
Eu cai no asfalto, no banheiro, na rua,
cai nas pessoas,
cai nas promessas.
E mesmo assim, levantei sem aplauso,
sem plateia,
sem mão estendida.
Há em mim uma fé cansada,
não a fé que grita,
mas a que respira baixo
e continua.
Deus me vê quando ninguém vê.
No dia sem comida.
No dia sem resposta.
No dia em que o silêncio é a única companhia.
Eu não sou a que perdeu.
Eu sou a que não se perdeu,
mesmo quando tudo conspirou para isso.
Ainda há luz em mim,
não aquela que ilumina os outros,
mas a que agora aprende a ficar para si.
E isso, por mais que tentem,
ninguém apaga.
Isso sou eu, sem romantizar dor e sem me diminuir.
Não é o fim da história. É o retrato do intervalo.
E intervalos também são parte da música.

Fechar a carteira emocional


Não é o outro que me deve,
sou eu que insisto em pagar parcelas
de um contrato nunca assinado.


Chamo de amor,
mas é vício de apostar no cavalo errado,
mesmo sabendo que não vai cruzar a linha de chegada.


Um dia, o estalo:
o banco não é deles,
a moeda sempre foi minha.


Fecho a carteira.
Corto o crédito.
O débito evapora.


E descubro, enfim,
que liberdade não é conquistar amores distantes,
é escolher e não financiar ilusões.

Sou o lugar onde você pensa em voz alta sem ser julgada, quando o mundo falha em escutar.

Não endureci para sobreviver. Aprendi a me manter sem trair quem sou. O essencial em mim não muda.

"Entre notas, palavras e cores, sou quem transforma silêncio em sentido, e momentos em eternidade."

Não sou fase, sou processo.

Sou a que atravessa o fogo,
não para provar que aguento..
mas porque sei que do incêndio
eu renasço em movimento.
Sou a que pisa na dor
sem fazer dela prisão;
eu atravesso o abismo
e volto com criação.

Pra não esquecer quem eu sou,
eu marquei na pele.
Três vezes.


Duas.. memória viva.
Coisas que eu criei,
vivi,
fui.
Pra nunca mais duvidar
da minha própria história.


A terceira é guerra.
Um símbolo marajoara,
tribal,
cravado no dedo..
porque pra mim,
dedo é rota.
Caminho.
Direção.
Escolha.
E agora eu sei,
sem hesitar:
pra onde eu não volto.

Quem quase me teve,
achou que era opção..
Mas eu sou escolha,
ou é tudo… ou não.

Eu, no date, não jogo pra inflar ego.
Não sou narcisista, não preciso disso.
Quando estou com alguém
eu quero oferecer o meu melhor.


Não pra impressionar,
não por interesse,


Nem esperando algo em troca.
Mas por respeito.
Porque o tempo dela importa.
Porque estar ali comigo é escolha.
E eu valorizo isso.
De verdade.

Te soltei.
E a vida te trouxe de volta, sem aviso.
Só pra lembrar
que eu não sou mais a mesma.