Sou Apaixonada pelo meu Namorado
A Casa
Não sou a casa,
Sou parte viva da família
Sem vocês, restam cômodos vazios,
Espaços frios de dor e solidão.
As lembranças não moram na matéria,
Mas vivem na memória e no coração.
Não existe moradia que seja feliz
Se a estrutura estiver vazia.
Mas serei sempre o respeito e o acalento
Para quando se sentirem sem rumo
Eu estarei aqui
Com amor infinito...
Roseli Ribeiro
Não importa,
a minha condição
Eu não sou,
o que ainda posso ser.
Eu sou o que quero,
e não o que querem.
Se sou pouco.
Se sou muito.
O tempo irá lapidar.
E não a opinião alheia!
Eu brindo. Sou muito além do que se vê. Quem me olha na superfície julga ver apenas uma silhueta frágil na correnteza, mas há uma doçura secreta em flutuar. Minha leveza não é fraqueza, é o jeitinho manso que encontrei de carregar minhas tristezas e incertezas. Não tente me decifrar; apenas sinta a essência da vida que me move. Sou um mistério que não quer assustar, mas sim abraçar quem também tem coragem de mergulhar no profundo.
Eu sou apenas um menino que ainda guarda estrelas no bolso e acredita que o amanhã pode ser mais leve. Erro, aprendo, caio e levanto. Não tenho todas as respostas, mas tenho coração aberto, sonhos nos olhos e o tempo inteiro do mundo para ser feliz.
Às vezes me perguntam por que sou genial. Eu lhes respondo: aprendi ontem, aprendi hoje e vou aprender amanhã. Faço isso todos os dias da minha vida, desde o meu nascimento até o dia da minha morte.
"Freud provavelmente diria isso sou eu deslocando um desejo para um objeto mais seguro. O
que é uma forma muito elegante de dizer que eu terceirizei meus problemas emocionais para
uma empresa chinesa que vende produtos de silicone que vibram muito gostoso."
"Eu não sou ruim a ponto de minha própria mãe não me querer. Eu sou ruim porque a minha mãe não me quis."
"Quando deixo de ser indispensável, sobra apenas a pergunta mais cruel: quem sou eu quando ninguém precisa de mim?"
Sou educada. De verdade. Mas não sou manipulável.
Sorrio quando quero. Me calo quando preciso. Falo apenas o necessário.
Não preciso ser vista como “legal”. Prefiro ser justa. Coerente com meus valores. Inabalável nos meus princípios.
O que importa é deitar a cabeça no travesseiro e dormir em paz. Saber que fiz a minha parte. O resto não me pertence.
Vou aonde quero. Estou onde escolho estar. Sei me posicionar e não vivo para agradar ninguém.
Transito pelos mundos que escolho. Levo o que me fortalece. Deixo para trás o que já não faz sentido.
O que sou?
Sou a pena a voar no vento sem rumo...
sem destino..
E sem saber a onde pousar.
Sou o sol sem luz que não clareia terra.
Sou a noite na escuridão com apenas o brilho das estrelas.
Sou a água sem mar que correu para as geleiras e escoou no deserto.
Sou terra, sou mar, sou Espaco, sou luz.
Sou a fusão da atmosfera que transformar-se no todo para ser compreendido.
Sou como a pena que voa pra lugar incerto.
Sou a água da chuva que transborda pela cidade.
Enfim! Sou a natureza que procura o seu lugar de volta destruído pela mão do homem.
Vivemos atualmente na ditadura da beleza, tudo tem que ter um padrão ideal de beleza. Eu já sou mais a mulher normal, com pouca maquiagem, a típica mulher contemporânea se preocupa consigo mesmo e com a sua aparência, mais não vive em uma regra padrão, segue a vida ao seu modo...
Sou menos do que penso
e muito mais do que sinto.
As antigas versões de mim se diluíram
como tinta,
e da mesma água turva
nasce outra forma,
que também se desfaz,
infinitamente.
As sombras do que fui ainda moldam o que sou.
Talvez eu ainda esteja nascendo.
Talvez eu nunca termine.
-Lunafonia
