Sonho texto
"O sonho ainda não terminou,
A paixão ainda não encerrou,
os planos da vida ainda não
chegaram ao fim, sonhos que ficaram
para trás por várias situações,
mau planejadas.
Amores do passado hoje
me perturbam no presente,
e com um súbito desejo
triunfante almejo reencontrar,
esta paixão que me faça novamente
sonhar.
Um sonho árduo este jamais quero
reviver, se sonhar é uma magia
todas as noites desejo sonhar com
você. Maravilhosa sensação de estar
com que realmente me faz se sentir
bem, uma paixão ao seu lado companheira
sempre foi a escolha certa, caminhos estreitos
eu definitivamente trilhei e na estaca 0
novamente voltei. De corpo e alma desejo
voltar a amar.E sabe de uma coisa paixão irei te falar algo;
Ontem ao dormir ao meu lado você sismava em ir
foi um sonho lindo, pois você paixão era o
único sentido".
Sonho ou um mero delírio da mente;
Sentimento misterioso chega no ar,
talvez esta linda e nostálgica melodia
que estou a escutar me deixa inspirado.
Um sentimento terno, meigo, vem de repente como o leve bater de uma linda borboleta relusente.
Penso em ti porque isto me faz sorrir.
Agradeço a Deus por você existir, torna meu caminho menos desgastante, minha vida menos angustiante.
Agora passando várias horas e sono logo vem, aquela bela morena que eu sempre sonhei, no meu sonho reaparece, será um sonho mesmo?
Porque se for, não quero continuar sonhando, quero rapidamente acordar e ao olhar o lado da cama com você poder estar....
Realidade? Ou um sonho dentro de outro sonho?
Mais uma madrugada aqui estou, a solidão a muitas horas aqui predomina, e a saudade e gostinho de uma nova paixão insiste em ficar.
Tento respirar, e só respiro você, tento pensar e só penso em você.
Doces e antigas melodias insisto em escutar, a madrugada promete docinho venha aqui me visitar, você faz falta.
Um encontro, apenas um encontro e tudo em minha cabeça girou e seu lindo nome ficou, nos pensamentos só da você meu bem, quando irá me ver?
Eu já fiz minha parte, te procurei embora algumas vezes em vão e não encontrei.
Mais o tempo é sábio meu bem e nos reserva uma linda história, esta madrugada
continua e um prologado sono aparece, dormi bebê e aqui no meu sonho te encontrei....
SEGREDOS
Todas as noites ela visita seu sonho,
Durante o dia, não sai de seus pensamentos.
Já a imaginou em todos os momentos,
E tento mostrar em cada texto que componho.
Todas as vontades ela nem imagina,
Por mais que se diga, não da pra mensurar.
A todo momento, com ela, queria estar,
E poder, a ela chamar, de sua menina.
A verdade é que, por mais difícil que pareça isso,
Ele sabe que juntos tem tão pouco tempo.
Mas sua companhia deseja sempre, e a todo momento,
Nem que só por um instante, só pra ver seu sorriso.
O grande problema é que desde o primeiro olhar,
Ele já sentia que com ela nada era igual.
Diferente das outras, com ela era especial,
E lá no fundo, sabia e queria por ela se apaixonar.
A convivência só aumentava seu anseio,
Os dias com ela nele só deixavam mais perguntas.
Com vontade e paixão, cada vez mais profundas,
Queria viver com ela, e só não conseguia achar um meio.
Desde que a conheceu, só pensava ou queria seu abraço,
Por mais insano que isso possa ser.
Mas nisso tudo, juízo não parecia ou queria ter,
Pois em seu coração ela já ocupava todo espaço.
Fato que ele o tempo todo sentia medo,
De perder aquilo que nunca um dia foi seu.
De abrir mão de um amor que ainda não aconteceu,
Dela ir embora tão logo, e tão cedo...
Seu coração por ela fora atingido como um torpedo,
E no papel ele revela aquilo que nunca é dito.
O que sente por ela, aqui fica escrito,
Mas lá dentro grita, por que aqui, não passa de segredo.
Se tem duvida de como deve chamar,
Chame do que quiser, afinal é por você Eliza.
Esse sentimento que hoje é furacão, mas chegou como brisa,
Afinal nome não importa, desde que você eu possa amar...
Busque nas esquinas, nas praças;
Nas vastas cidades em um rio no mar.
No quarto vazio, num sonho bom que foi perdido ao acordar.
Busque no vento, na sinceridade falsa de uma amiga.
Busque na brisa boa ao abrir a janela à noite.
Busque no Google, busque em qualquer lugar!
Pois não encontrará palavras verdadeiras como as minhas,
Ser bom as vezes é defeito?
O sonho de um voador é alto; sempre buscando alcançar seu maior dos objetivos. Sua maior meta...
Voos rasos não faz parte do seu histórico;
Pois o alcance do maior voo dá sua história é o céu!
Essa frase é dedicada a um irmão que se foi e nunca será esquecido, Danilo ou voador como era chamado
era para ser somente um sonho.
era tudo uma brincadeira,
uma mentira qualquer...
onde mais e com quem mais a não ser com você?
mas a mente valente, dominou o coração inocente,
calou a saudade, soltou as correntes e nem olhou para trás; partiu!
quem ficou, ficou esperando sem acreditar que fosse de verdade, mas era quase tudo verdade, mesmo brincando de "brincadeira". /i
Lembranças de um sonho
Hoje poderia ser uma daquelas manhãs chuvosas de domingo, que amanhecíamos juntos, sem hora pra levantar, aqueles dias que eu podia descansar no teu abraço, ouvindo meu coração pulsar no teu peito, compartilhando os planos que eu havia feito, enquanto admirava você dormir, pedindo a Deus para aquele momento nunca passar... Mas isso nunca aconteceu, eu amei, vivi e morri sozinha, um pouco a cada dia, afogada nos desvarios meus. Os amores impossíveis são cruéis e resistentes, solitários e carentes, tão fortes e tão doentes...
Ray Sousa
NORMA...
Ser seu amigo, descobri que,
entre o sonho e a realidade,
existem um espaço chamado
felicidade. Que nem todos os
segundos de inúmeras horas,
são suficientes para tirar você
do meu pensamento.
Como são sábios aqueles que se
entregam a uma amizade verdadeira...
Por isso me entreguei a você...
Te adoro...
Sérgio o Cancioneiro.
Eu entrei em um sonho infinito da paz mundial onde eu conquistava o mundo com uma campanha pela vida e o direito de viver. O sonho era belo não segurei as lágrimas. Eu imaginei um mundo mágico sem o mal onde o amor estava acima de tudo em uma sociedade que todos se respeitava e se abraçava.
Relato as 2:28 da madrugada.
Poesia Pandêmica
Teu sorriso esfacelou,
Tua esperança esfacelou,
Teu sonho esfacelou,
Ela não vai voltar.
Não foi o vírus que a matou,
Foi o desprezo pela vida,
De quem nem mesmo a conheceu.
Não conheceu os teus amores,
Não conheceu as tuas dores,
Os teus temperos e sabores,
A tua chama lutadora a flamejar.
Tua missão esfacelou,
Teu projeto esfacelou,
Tua presença esfacelou,
Ela não voltará.
Não foi o vírus que a matou,
Foi a tolice desmedida,
De quem negava o inegável.
Quem a matou não se deu conta,
Que a negligência contamina,
Não há vacina, pra estupidez.
Ele nem mesmo a conhecia
E suas inofensivas idas e vindas,
Ceifaram vidas, arruinaram vidas.
Não me recordo dos teus nomes,
Nomes demais pra recordar,
Nomes demais pra mencionar.
Mas conheci os teus amores,
Eu conheci as tuas dores,
Os teus temperos e sabores,
A tua chama, lutadora, a flamejar.
Peguei no sono, adormeci.
Em sonho, acordei em uma cidade pouco evoluída, dei-me conta de minhas vestes, eram muitas camadas que me cobria.
Um creme levemente alaranjado, como um envelope de papel pardo desbotado, era a camisa de botões, que cobria a brancura do algodão da primeira camisa que me vestia.
Havia um pano grosso de linho marrom, como bombom de chocolate ao leite, cobrindo meus membros inferiores, preso a cintura pelo cinto de couro que um belo brasão reluzente possuía.
Nos pés, um couro talhado, de crocodilo ou cobra brilhando, quase meu rosto reluzia.
Um lenço circulava o pescoço e as pontas do laço protuberânte, balançava ao vento.
Um lindo chapéu elegante, não anacrônico a idade medieval, redondo e cinza, minha cabeça protegia.
Parei de reparar em mim, quando avistei uma linda donzela, com quilos de roupas, armadas e longas, que não tirava os olhos de mim.
Seus cabelos, eram altos, claros, escuros, enrolados e lisos, pois subiam uma armação de tubos e ao mesmo tempo se derramavam pelos ombros, ultrapassando-os com folga.
O generoso decote, não condizia com tanto de roupa que vestia, mas parecia normal, só eu abismado olhando sorria.
Tentei me aproximar, mas a donzela assustada pelo trote acelerado da carruagem que pela rua descia, subiu a elevada calçada e entrou em uma loja disputada por tantos fregueses que a enchia.
Decidi conhecer o local, apesar dos olhares que me seguiam, tudo parecia normal, e fui reconhecendo o terreno devagarinho.
Quatro horas da tarde, soube disso pelas vezes que o sino dal igreja tocou, me dirigi para o bar, que tinha por nome Saloom, lá, fiz amizades, e uma delas é o João.
Nem alto, nem baixo, nem magro nem gordo, nem bonito nem feio, nem rico, nem pobre, era uma pessoa comum.
João gostava de dançar, e isso lhe rendeu grandes nomes, os homens desta época, não dançam.
Pietra, era uma jovem de cabelos ruivos de pele bem branca pintada por sardas , e quando envergonhada, sua pele, bem vermelha ficava;
Ela gostava de jogar, mas nem sempre era aceita na mesa, pois esse é um tempo que damas não jogam, quando fazem, são em locais clandestinos.
Grande, digo, avantajado entre os normais era o Adail, que sobressaia na multidão, não só pela altura, mas também pelo porte físico que o deixará semelhante a um "guarda roupas" de tão alto e forte que era.
Lucas, era bem magro, ágil e muito esperto, até demais, o que para ele era bom, muita gente incomodava.
Por último, o Amarildo, sua pele escura contrastava com seus olhos claros, sua arcaria dentária impecável, branca e alinhada, provocava inveja a muitos.
Sempre que nos reuníamos, a falante Pietra tentava nos convencer a sair da cidade, mas sem dinheiro, os planos só ficavam no ar e em nosso imaginário
Certo dia, o xerife precisou se ausentar, mas antes de fazê-lo me nomeou xerife interino em seu lugar.
A cidade sempre foi calma, talvez por conta da reputação do xerife, que além alto e forte era rápido e bom de gatilho.
Na noite de uma sexta-feira, a calmaria deu lugar a confusão, a rotina de sossego foi quebrada pelo bando chefiado por Maldoque, que invadiu a cidade, querendo o banco assaltar.
Maldoque, tinha cinco capangas em seu bando, era não era o mais forte, nem o mais sábio, mas todos, suas ordens seguiam.
Eu era xerife na ocasião, mas nem sabia atirar, e havia apenas um guarda comigo, acoado, decidi um plano bolar.
Chamei meus amigos fiéis, expliquei tudo sobre o plano que tive, e para cima do bando de Maldoque, decidimos fazer a investida.
Vencemos sem disparar um único tiro, e a prisão ficou pequena para o bando que para cadeia foram dormindo.
No dia seguinte ao ocorrido a bela e para mim desconhecida donzela, me encontrou no caminho.
Educado, tirei o chapéu, inclei-me um pouco e simultaneamente dei-lhe um bom dia.
Ela, com brilho nos olhos e escancarado sorriso, além do bom dia, disse-me: Posso te perguntar? Endireiti-me, de postura bem ereta, peito estufado e ombros jogados levemente para trás, comecei a narrar o ocorrido, o dia que tronei-me herói para cidade.
- Querida donzela, não sei o seu nome, careço dessa informação para continuar nossa prossa.
- Ah meu querido xerife, como isso pode acontecer, perdoe-me por tamanho despreparo, me chamo Danica, sou filha do escrivão.
- Então vamos começar de novo. Beijei a mão da jovem donzela, do jeito mais tradicional no tempo antigo, inclinado-me, e mão direta pensando a dela, é na esquerda meu chapéu engraçado encostado em meu peito.
Disse: Prazer, sou o xerife Júnior, seu humilde servo, donzela Danica.
Danica, levando a mão a boca, simulava esconder o sorriso, enquanto ria. Terminada a encenação da cerimônia, comecei a contar o causo.
Naquela manhã fui pego de surpresa com a notícia que o bando de Maldoque estava na cidade , imediatamente mandei chamar meus amigos, e enquanto isso, elaborei o seguinte plano.
Lucas, que é muito veloz e ágil, foi na casa do veterinário pegar alguns frascos de tranquilizante que o doutor usava em seus pet pacientes.
Enquanto isso, João e Amarildo, buscaram mantimentos na venda , para fazermos uma deliciosa ceia.
Convidei Pietra para ir ao encontro do bando para e oferecer o jantar, como alguém com medo, que quer agradar.
Jantar aceito, levamos muita comida regada com vinho batizado, e Adail era nosso trunfo, se era bom de briga não sei, mas intimidava é servia para nós como escudo.
A Bela Pietra, dançou com João para enquanto os destruídos bandidos comiam e bebeiam, e pouco tempo depois do espetáculo, com cabeça na mesa ou caidos no chão dormiram.
Antes que o efeito do tranquilizante acabasse, todo o bando encarcerados a cadeia lotaram.
Acordaram irritados, mas sem armas, e atrás das grades só o que podiam fazer era reclamar.
Foi assim, sem nenhum tiro, recuperamos o dinheiro do banco e prendemos os bandidos.
A moça, talvez sapiossexual, com olhar que me devorva, sem palavras alguma dizia que conhecer mais de mim, queria.
A conversa tomou rumo diversos e minutos, transformaram-se em horas, até que um singelo convite da dama Danica, me surpreendeu alegre positivamente.
- xerife, vem jantar hoje em nossa casa, mamãe te acha um bom homem, e papai do Senhor de falar não para.
Aceitei o convite, e as seis horas marquei de chegar. Para não ir de mãos vazias, corri para falar com a pietra para saber o que eu poderia levar.
Pietra, antes de tudo, sacudiu a poeira de minha roupa, na altura dos ombros e peito, e disse primeiro vamos melhorar esse vestuário.
Escolheu roupas, que a seus olhos parecia melhores, um bouquer de flores me fez encomendar, e na venda, doce de leite e outros me fez comprar para alegrar a mesa da casa que iria jantar.
Amarildo, era poeta, metido a galã, me dava dicas para jovem impressionar, não dei muito atenção, pois eram palavras difíceis, poderia me atrapalhar, resolvi ser eu mesmo.
Danica estava linda naquela noite, sua mãe falava demais, e nosso flertar impedia. O pai dela tabelião respeitado, dizia sobre o plano de ser prefeito e as melhorias que queria fazer na cidade.
Comemos uma ave grande, bonita, assada, macarrão, e vinho era bebida.
Só na despedida após o jantar pude ficar momentos sozinho com Danica.
Seu cheiro, me atraia, e a bela boca desenhada, coberta pela camada do rubro batom, me seduzia.
O decote era desprocional as vestes, mas com o tempo acostumei com o costume da época.
Filosofei minhas ideias, e compartilhei o conhecimento que tinha, para impressionar a donzela sapioafetiva.
Não querendo ir, mas já era tarde, chegou a hora da despedida, arraquei um beijo, não roubado, porque ambos queriam, e foi demorado por ser correspondido, tanto que ativou todos os primitivo dos instintos masculino.
Parei, sem querer me afastar, os olhos em chamas, congelados, se encaravam.
O silêncio foi interrompido quando falamos simultaneamente, e cedendo a vez um para o outro, frase alguma era proferida, voltamos a nos beijar, era mais caliente esse beijo, com minha mão direita segurando sua nuca e com a esquerda seu quadril puxava para mim.
Ficamos sem ar, e meio ofegante, Danica disse: é malhor eu entrar....
Afastei-me um pouco, enquanto a encarava, a vi se recolher sem me dar as costas, fechava a porta enquanto me olhava.
Dei um salto de alegria, como um adolescente empolgado, a muito tempo isso queria, e hoje havia conquistado.
Montei no cavalo, ainda sonhando acordado fui encontrar meus amigos para contar tudo que havia vivido.
Ao chegar, avistei Adail na porta, e ouvia o choro de pietra, juntamente com a voz de Lucas que calma lhe pedia.
- O que houve ? Perguntei três vezes para ouvir a primeira resposta.
- O gato da Pietra, o gato da Pietra.
- morreu?
- caiu no posso, não sabemos nadar, senão morreu, morrerá.
Com roupa e tudo pulei no poço escuro, não era um poço normal, dito tradicional, este tinha um diâmetro de duas rodas de carrogem real, sua profundidade era de três homens altos em pé.
O poço, metade cheio, metade vazio, não afogará o gatinho mingau, ele tava vivo assustado , gato nadando cachorrinho, no poço meio vazio.
Com Mingau nos braços, gritei para que buscassem na venda duas cordas, e orientei que fizessem assim:
Dois de vocês permaneçam do lado direito do poço e atirem a corda, e outros dois do lado esquerdo façam a mesma coisa.
Peguei a primeira corda enrolei bem em meus braços e segurei em sua ponta, fiz o mesmo com outra e pedi que puxasse ao mesmo tempo, e fui assim que subi.
Quase na borda, entreguei o gatinho mingau a Pietra e os desajeitados que me puxavam largaram a corda ao verem a emocionante cena do reencontro dos dois.
Cai de costas na água, mas dessa vez me afoguei, mesmo sabendo nadar a água batia em meu rosto incomodava, acordei.
Era a chuva com vento que molhava minha cama e meu rosto, pois a janela antes de dormi não fechei.
Que sonho meio doido, todos sonhos o São, então foi só mais um, fechei a janela e voltei a dormir, talvez com o infantil e inocente desejo de continuar a sonhar o mesmo sonho, o que não aconteceu.
Vida normal que se segue, é madrugada o dia já é sábado.
Visualizo o semblante de um sonho nascendo nesta hora.
Viçoso e com o sorriso aberto colorindo a tarde.
Olho como se o nascimento fosse o fenômeno impar da vida ida e
vinda como derradeiro sopro de alegria.
Abraço-te com os olhos fixos na eternidade... o imorredouro dia sonhado insculpe o amor como a certeza da vida.
Ame e o resto será simples complemento dessa graça.
#UM #TOLO #QUALQUER
Rogo a Deus enconto a estrela brilha...
Para que eu não esqueça meu sonho...
De mais feliz eu ser...
A cada despontar de um novo dia...
Que os desafios sejam superados...
Meus caminhos sempre floridos...
Um coração puro...
Para tudo fazer sentido...
Sempre olhei a mim nos outros...
Sempre esperei o melhor...
Realidade, de mãos dadas estou...
O tempo, quando é que cessa?
Muito medo, tenho...
E em cada olhar me procuro...
Falta-me o ar, quase não respiro...
Como se por tanta saudade...
Do que me faz falta...
Uma alma...
Um abrigo...
Mas é que a verdade nunca me fez...
Às vezes até me assusta...
Na procura em que nada se encontra...
Cada um tem que inventar sua resposta...
Um sonho...
Uma graça...
Eterna ilusão...
Perco o sentido...
Me encontro...
Tolo coração...
Sandro Paschoal Nogueira
#TEMPEROS
Olho o horizonte com lentidão...
Tudo que ainda em meu sonho cabe...
São levados pelo vento...
Corre a tarde ao meu lado...
E as pedras observam caladas...
O meu momento...
A vida acende e arde breve...
Na verdade não me conheço...
Travessia de dia após dia...
Em meu jardim me perco...
Nenhum anjo bateu à minha porta...
Não sinto a presença de quem tanto amo...
Levo comigo um silêncio inteiro...
No que vejo no espelho...
E sob o sol que tudo doira...
Tempero meu coração...
Faço da vida meus versos...
Afasto de mim o medo...
Criando minha ilusão...
E a saudade que ninguém quer...
Só eu posso aceitar...
Sandro Paschoal Nogueira
facebook.com/conservatoria.poemas
#CONSERVATÓRIA
Sei muito bem do que esse sonho fala...
Quando a moça da cidade...
Veste-se de prata...
E pelas ruas vai seguindo formosa...
Fazendo a todos esquecer do balanço das horas...
As estrelas audaciosas...
Põe-se mais à brilhar...
As miríades fazem festa para lhe acompanhar...
Pouco importa estarem distante ou próximas...
Aos amantes, só amar...
E o menino, cheio da lembrança...
Também a segue pelas ruas...
A magia está no ar...
Um lampião aceso...
A cadeira se faz vaga...
Uma porta que bate...
E o vento assovia...
Põe-se a cantarolar...
A beleza que está guardada...
Que de todos se escondeu...
Também vem à rua...
Perfumando o sonho meu...
Minha alma então viaja...
E volta para o mesmo lugar...
Na velocidade do pensamento...
Sob esse magnífico luar...
Isso é Conservatória...
A Vila das Ruas Sonoras...
Um pedacinho do céu...
Um cantinho meu e todo seu...
Sandro Paschoal Nogueira
Caminhos de um poeta
#AGUARDO
Na solidão em que sonho contigo...
Saudades dos belos dias...
Sigo agora o meu peito a doer...
Só pelos seus olhos...
Eu posso viver...
Ao menos resta ao sonhador o consolo...
De suas mãos dentro das minhas...
Suspiros, arroubos de nossa paixão...
É doce amar como os anjos...
Se aqui fomos amantes...
Seremos uma única alma no céu...
Se um dia tiveres saudades...
Sabes que desde já estou aqui...
Aguardo noite a noite a lua triste...
Aguardo você em mim...
No amor basta uma noite para fazer de um homem um deus...
Sandrinho Chic Chic
facebook.com/conservatoria.poemas
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#SONHO
Sonho absurdo...
Chamado realidade...
Desprevenido menino...
Diante mundo de maldades...
Deixe-me ver a vida...
Tal como eu queira...
Afaste de minha essas sombras...
Que me fazem chorar...
O mundo não se modifica...
E às vezes viver cansa...
Os homens são os homens...
E os ignorando...
Teimo em sonhar...
Teimoso em viver...
Ninguém vê minhas lágrimas...
Mas eu choro ...
Confiante e ansioso por mais querer...
Melodia de silêncios...
Em meus ensandecidos pensamentos...
À procura do eterno...
Perdido...
Sem nada saber...
Tão longe de mim...
Onde meus sonhos estarão?
Paschoal Nogueira
facebook.com/conservatoria.poeta
#Não #há #mais #nada #a #dizer...
Alem de um sonho...
Pintar e escrever...
O que mais pode ser?
Grande mistério é a simplicidade....
Palavras soltas e cores misturadas...
Meu mundo...
Cheio de mistérios ...
Cabem sonhos de todos os tamanhos...
Mas não cabe muita gente...
Tem espaço para a alegria...
Tem espaço para saudade...
Tem espaço para dor...
Tem espaço para felicidade...
Assim vou vivendo...
Um dia de cada vez...
Beleza da vida faço aqui...
Sou de todas as cores...
Sou de todos os tons...
Assim sou eu...
Sandro Paschoal Nogueira
Qual é a flor do sonho?
Noite de lua cheia...
Um violão...
Uma seresta...
Ter sempre um ombro amigo...
Um cafuné a ser recebido...
Viver sem inimigos...
Estar com Deus e Deus estar contigo...
Dormir ouvindo a chuva...
Ver voando as aves do céu...
Um bilhete de amor esquecido e encontrado...
Em um velho pedaço de papel...
O tempo é algo que não volta atrás...
Ter boas recordações...
É bom, muito bom, demais...
Todo jardim começa com um sonho de amor...
Quem não tem um jardim na alma...
Sofre com dor...
Sandro Paschoal Nogueira
