Soneto da Saudade
Por amor; Dei adeus a minha desilusão.,
Busquei você que estava tão distante,
e tomei as rédias do meu coração.
E por um instante eu parei pra pensar...
Vi que a vida não tem graça sem você,
pra que chorar, pra que sofrer, pra que
viver sozinho nesta solidão; Quero viver somente para ti meu amor,e nossos
sonhos que estavam adormecidos, acordou. Pra que viver sozinho nesta solidão; Se existe o sol, se existe o mar,
e se ainda existe amor em nossos corações.
Quando eu te Conheci..
Quanto tempo se passou
E eu ainda aqui estou
Pensando em você.
Até parece que foi ontem
Quando eu te conheci
E realizei os sonhos meus,
Era quase madrugada
Você surgiu em minha frente
Quando eu lhe cumprimentei,
Nossos olhares se cruzaram
E depois de algum tempo
Eu me apaixonei; E ao ser
Correspondido eu jurei
Para mim mesmo que iria para
Sempre te amar, mas o tempo
Foi passando e na distância
Nos perdemos e você não
Está mais aqui. Será que ainda
Pensa em mim, ou será que
Me esqueceu, já nem sei o que
Pensar, enfim. Espero um dia
Reencontra-la e como no primeiro
Encontro novamente te amar.
Quando tu partiste guardei comigo
as suas recordações, se eu as
ignorasse estaria admitindo que
posso te esquecer.
O começo é o final de uma história.
No fim de um fato começa uma trajetória.
Como posso encetar? O que posso narrar?
Sentada de baixo de uma árvore pensando em alguém para me inspirar.
Aquela vontade de estar perto de quem está longe.
Ah!!! Isso é sempre, isso é constante...
Esse sentimento é uma iluminação.
Ao chegar em casa torna-se expiração.
A noite já faz presente.
A noite um compromisso.
A vontade é de não presenciar. Só que lastimavelmente não posso prevaricar.
Apague com um sorriso as marcas de tristeza que lhe invade a alma. Assim não maltratas o teu coração e nem as tuas lágrimas te impedirão que vejas o sol nascer.
Profª Lourdes Duarte
NOSTALGIA DE UMA MADRUGADA FRIA
Profª Lourdes Duarte
Envolto em uma nostalgia fatídica,
Ao som de uma longa madrugada
Saudada pela luz do luar que a ilumina
Mesmo nos deleites de uma noite fria
Meus amor por ti, meu coração aquecia
No horizonte o sol a ilumina mais sedo
O que a lua deixou para trás,
Nostálgica e ao mesmo tempo romântica
Almas e corações apaixonados
Que na madrugada fria aquecia.
O amor que me tocou naquele dia
Frente ao mar, no horizonte que o sol brilhava
Desfrutar a noite a luz da lua de seus olhos,
Era a sensação mais bela, que jamais sentia.
Tento seguir este caminho no tempo
No som que paira no ar e nas ondas do mar
Até que venha outra madrugada sombria
A me lembrar, um grande amor,
Que em dois corações fez morada e existia.
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Mario Quintana diz que:
“O tempo não para! Só a saudade é que faz as coisas pararem no tempo..”
Nunca deixe de ter aquele calafrio para ver o seu Amor.
Pode ser que um dia o Calafrio se torne Saudade.
Sempre que vejo o céu avermelhado
Instintivamente lembro-me de você ao meu lado
Nunca pensei que fosse sentir a sua falta mas,
Tem sido complicado sem você aqui
O meu peito dói sem explicação
Sinto muito por ter cometido erros;
Um sábio me disse que, "todos erram"
Ao menos era isso que imaginavam...
Faz seis estações que você que me esqueceu,
Algumas pessoas me dizem para não lembrar ti
Logo me vejo obrigado a te esquecer,
Tempos atrás eu choraria por isso mas,
As lágrimas secaram e só me restou a tristeza.
Até um dia novamente
Até um dia novamente.
Gente, gente, gente.
Quantas gente, passaram pelo nosso mundo.
E deixaram lembranças eternas.
Como agradecer. No calor da Vida.
Apenas o ato de estar juntos, perto. Estar lá.
No mesmo lugar. Alegrou o Viver.
A simpatia sentida. O tempo distante.
Transforma aqueles encontros, em saudades.
E quando se lembra. Dar-se o valor do encontro.
Cada encontro. Traz uma riqueza.
Mas o coração dividido. Não sabe aferir
A verdadeira preciosidade.
Por isso; as lembranças.
Não havia óleo na candeia.
E a memória conforta o tempo
que ficou lá atrás.
Saber-se feliz. No momento de felicidade,
Traz o jubilo do Viver.
Saber ser feliz na saudade,
Traz o jubilo , de bons tempos vividos.
Perder-se na Vida. Só para reencontrar-se.
Marcos fereS
Eu ainda sou capaz de criar
Cenas em que estou com você
Você era ouro
Eu era daltônico
E agora vivo agonizando em meio a ficções e lembranças de nós dois.
Qual a graça das noites quando não existe o encontro dos nossos corpos?
Qual o sentido de desejar se não for para me perder no seu desejo?
Respirar é difícil e o ar se torna um inimigo, quando tudo o que o corpo precisa é do calor do seu toque.
As lembranças atormentam e o coração cria ossos que se partem em uma agonia constante, enquanto a dor da saudade aflige e tortura.
Voltar no tempo não é possível, e a mente mergulha em um abismo que se alimenta de medos e frustrações. Um buraco negro que desintegra todas as esperanças de dias melhores, e deixa apenas a certeza que não importa o caminho, o sofrimento é inevitável.
Como a claridade,
Expressa,
Que assombra a escuridão,
Tácita,
É a convicção da ambiguidade,
Fecunda,
Que amua o coração,
Tristura,
Como a de agora que lateja saudade,
Falta,
Quem és tu?
Que vens lembrar,
Que aquilo,
Que alguém,
Que não está,
Mas ainda vive,
E mesmo de longe,
Pode chegar?
Quem és tu?
Que machucas com tanta crueldade,
Que corporalizas,
Que personificas,
E tomas forma própria e não pedes licença?
Quem és tu?
Que bates diferentemente todos os dias,
Incurável,
Que nem o tempo abranda,
Interminável,
Que só o tempo suaviza?
Soluço afogado em águas ferventes,
Sinto o choro gemer dentro de mim,
Dor agonizante sem fim,
Inefável sentimento enfim,
Morro sempre assim,
Ouvindo o desespero do meu choro dizendo,
Morri,
Morri,
Tristura inabitável,
A certeza da minha pequenez amplifica meu grito insuportável,
Que ouço amiúde,
Adoeço com minha ausência,
