Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
Somos contumazes jogadores. Jogamos com o futuro. Temos a certeza utópica de que sairemos vencedores. Para nós, o NIRVANA é o limite!
Não se imagine o dono da verdade ou que sabe tudo. Somos seres imperfeitos, sujeitos a erros. Por isso, Deus é o nosso guia, para nos orientar a não prejudicar os outros e agir com justiça.
"O perdão que recebemos emiti no céu uma declaração deque somos justificados naquele pecado específico. Essadeclaração emitida naquele momento confirma a declaraçãofeita no início da jornada, quando aceitamos Jesus como
Salvador. Ser justificado significa ser perdoado, e isso requerarrependimento, confissão e pedido de perdão constantes." Justificação para Principiantes, pág. 21.
Somos química viva — elementos da tabela periódica em perfeita união.
Enquanto essa organização persiste, vivemos; quando se desfaz, a vida cessa, e retornamos à química da natureza, participando do ciclo contínuo da matéria em constante transformação.
*“O Direito dos Sentimentos
Não somos parafusos, robôs🤖 nem peça de chão,
Temos alma, saudade e aperto no coração.
Nascemos pra rir, pra errar e amar,
Mas nos empurram silêncio no lugar de sonhar.
Dizem que chorar é fraqueza, que gritar é exagero,
Que calar é virtude, e sorrir... um dever sincero.
Mas esquecem que o ferro também se arrebenta,
E o peito calado... vira prisão lenta.
Cobram metas, batidas, presença, missão,
Mas não perguntam nunca: “e o teu coração?”
O tempo virou moeda, descanso, utopia,
E o afeto um luxo raro que o mundo desafia.
Por isso declaro — sem medo, nem freio:
**Sentir é coragem, não desrespeito.**
**Desabafar é cura, é resistência.**
**Ouvir o outro — é pura consciência.**
Quero um mundo de abraço e presença,
Sem vergonha de dor, sem medo da crença.
Onde homem possa chorar, mulher possa gritar,
E ninguém precise se esconder pra amar.
Em nome de todos que vivem calados,
Esse poema é grito dos silenciados.
Porque **emoção não é fraqueza, é raiz.**
É a alma dizendo: *"eu também quero ser feliz."*
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Se quiser, posso te ajudar a criar uma descrição bonita pra acompanhar a publicação ou adaptar o poema com sua assinatura pessoal. Você quer colocar seu nome como autor ou usar um pseudônimo? 📜💡💫✨ Vivemos num mundo que sufoca a emoção e pune o silêncio com solidão. Esse poema nasce como um grito do peito — um manifesto pra quem ainda acredita que sentir é um direito, não um defeito. ✊🏽🕊️
Vivemos e estamos no âmago do senhor do tempo…
Somos proles deste senhor que nos controla e imaginamos ser livres e ter poder de mudar nossos destinos.
SOMOS LIVRES EM PENSAMENTOS, PALAVRAS E OBRAS. Um livre-pensante é alguém que possui autonomia e independência para formar suas próprias opiniões e questionar padrões estabelecidos. PENSAR, AINDA PODEMOS, MAS EXPRESSAR PUBLICAMENTE???? NÃO."Mais vale um tempestuosa liberdade, que uma tranquila escravidão".
Somos milhões no mundo, cada um com
histórias, lutas e sentimentos únicos. Cada coração carrega batalhas silenciosas, feridas escondidas e orações feitas em segredo. Vivemos realidades tão diferentes, enfrentamos dores que o outro talvez nunca entenda, e mesmo assim, Deus nos vê, com um olhar cheio de amor, atenção e cuidado. Ele conhece cada lágrima que cai no travesseiro, cada suspiro de cansaço, cada alegria que não conseguimos explicar.
E assim, em meio a bilhões de vozes, Ele ouve a nossa. Em meio a tantos caminhos, Ele conhece o nosso. Em meio ao barulho do mundo, Ele fala direto ao nosso coração. Sua graça nos alcança
sempre. Ele renova, restaura. Nada passa
despercebido aos Seus olhos, cada oração, cada lágrima, cada gesto de fé. Ele é o Deus dos detalhes, da perfeição, da paz que excede o entendimento e do amor que transforma tudo.
Somos Deuses
Somos cinza e fogo no ventre da história,
eco de estrelas na carne que sangra,
nossos passos moldam a glória —
mesmo caídos, a alma não manca.
Erguemos mundos do barro e do sonho,
na palavra, no gesto, na dor que renasce.
Mesmo no abismo mais medonho,
um deus em silêncio ainda se faz.
Não por coroa, nem por trono ou ouro,
mas porque criamos, curamos, amamos...
Somos deuses — de barro e de couro —
mortais... mas imortais quando ousamos.
Patrono: Mateus Sebastião Kilola
"Somos os arquitetos de nossa própria salvação; não confiem em fontes externas para encontrar o que está dentro de você."
somos breves suspiros no tabuleiro infinito do universo peças em constante deslocamento, movidas por forças que jamais compreenderemos por inteiro. estar aqui é, por si só, um mistério não decifrado: vivemos para sermos espelho ou contraponto. a cada passo, oferecemos ao outro a lição da luz ou da sombra. somos professores sem saber, aprendizes relutantes do tempo que nos consome.
a morte, tão temida quanto mal compreendida, não apaga transforma. e mesmo assim, nos agarramos à ilusão de permanência, ignorando que a existência é fluida, substituível, repetida. cada alma que parte deixa ecos: fragmentos sutis do que fomos, escondidos em novos seres que caminham sem saber que carregam lembranças que não são suas.
a missão? SER. apenas ser. mesmo que o ser se dissolva, se dilua, se perca. porque no ciclo incessante de renascimentos, o ser de outrora desaparece, e o que resta são formas renovadas vestígios do que já habitou o mundo em silêncio. seres dos seres que fomos.
e o universo continua o jogo.
sem pressa. Sem regras. apenas movimentos…
"A vida é como um filme, e nós, os seres humanos, somos os atores. Deus é o escritor e diretor, e a cada cena, a cada nova vida, aperfeiçoamos nossos conhecimentos e colecionamos novos dons."
Percorrer a história familiar, social, cultural
do eu que sou, do nós que somos,
herdamos e carregamos.
E do valor que, no outro, tanto esperamos reconhecer
e que almejamos receber.
Somos feitos de instantes que não voltam, de palavras que ecoam e de silêncios que dizem tudo.
A vida não espera aplausos nem promessas; ela cobra presença.
Enquanto buscamos respostas no amanhã, esquecemos que o agora também fala — e às vezes, grita...
Escutar a vida é um ato de sabedoria.
Patrono: Mateus Sebastião Kilola
Sem bilhetes de volta, somos convocados para uma viagem sofrível, sobre ponte defeituosa, envernizada pelas tintas do mistério.
