Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
Feliz é aquele que vê o céu azul mesmo que o dia esteja nublado, feliz é aquele que vê alegrias em momento de dor, feliz é aquele que vê esperança em momento de crise, feliz é aquele que crê em Deus mesmo que muitos digam que isso é tolice, feliz é aquele que ama o próximo como a si mesmo, feliz é aquele que conta os dias para reencontrar seus amigos e poder abraça-los! Feliz é aquele que agora, acabou de ler um texto e uma pequena e solitária lágrima, rolou em sua face, pois, este conhece um sentimento chamado amor.
A. Cardoso
Tem crente que quer ver anjo dentro da igreja e não vê o irmão passando fome.
Tua Bíblia tá errada .
Da tempo ainda de se converter.
conversei com as pedras
sobre os silêncios do seu coração
me falaram de respostas em agonia
que versos não expressarão..
Eu nasci nessas estancias
Da pampa que ao largo vai
Trago a sina de ginete
Que herdei do meu velho pai
Nas dita demarcatória
Não tive terra tropilha
Me toca o sangue encarnado
Do lanceiro farroupilha
Que maula, sou pelo duro
A história se me esqueceu
Fiquei cuidando cavalos
E campos que não são meus
É a vida é a história
Cosas de destino, revolução
Uns nascem pra maiungo
Outros nascem pra Peão.
Um dia na estancia
Um flete se desmamo
Me deram como descarte
E o potro guacho vingo
Era ´último oficio
Pras corda dum domador
O primeiro cavalo
Que vida me regalou
Se fomo quage dez lua
Naquele lançante inclemente
Onde cavalo e ginete
Medem força e pacença.
Era pura resistença
No palanque inclinado
O cabresto estirado
Preste se arrebentar
O tempo faz sujeita
A força é quage em vão
Dei nome de solidão
E terminei de enfrenar
Era flor aquele pingo
Clinudo, zoio salgo, Ligeiro como tainha
Era sestroso o bagual
Não tinha marca, sinal, Mas era tudo que eu tinha.
Que lindo aquele retosso
Naqueles findar de tarde
Era a própria liberdade
Demarcando território
O taura fica simplório
No orgulho do preparado
Se brandeava pro meu lado
Como quem nos pede um mate.
Nas noite despois das lida
Nos rumava pro bolicho
Saia dando relincho
Facero bem aplumado
Eu todo perfumado
No estrato de amor gaúcho
Era os dois virado em luxo
Pronto pra um retrato
Facerice era medonha, naquela nossa toada
Ringindo basto na estrada, encurtando os corredor
A sina de um payador
Que a vida não deu parada.
Sempre quis erguer um rancho
Nas volta de algum fundão
Pra eu, mais o solidão
Ter na morte um poso certo
Um galpão, Mangueira perto
A sombra de um caponete
Pro descanso do ginete
E uns ponteio no violão.
Pra quem tem quage nada
Qualquer cosa é furtuna
O campo beijando a laguna, aa silhueta da tarde
Galpão, pelego, um catre, pra lua que se boleia
A cada gole de canha
As ideia se empareia,
O pensamento volteia
Tal um compasso de tango
Assim no mais, vai ao tranco
A vida se faz pequena
O branco mescla a melena
O tempo que se perdeu...
A china que nunca tive, a cria que não lambeu
O campo que não é meu, mas rondei como se fosse.
A vida é quase um coice
Pra quem sem nada nasceu.
Pra se campeiro me basta
O céu, planuras, as estrada
É muito pra um monarca, sem posse nem procedência
Que te por dono a querência, cantada numa payada.
Um dia se vai um taura, como quem puxa um bocal
A doma agora é solita não trás amadrinhador.
Por fim em algum corredor, a de sobrar uma terra
Uma cruz onde se encerra a vida de um domador.
Nem quero muito alvoroço, também quem vai se importa
É só no mas pra constar nos anais do campeirismo
Nessa vida de xucrismo
Alguém hay de se lembrar
Só meu pingo,
Só ele me basta
Nessa última tropeada
No fim dessa estrada, onde repousa um tropeiro
Eu recordo, meu parceiro
Dos bolicho, das função
Foste meu único amigo
E te chamei de solidão.
Se você pensa que estamos evoluindo, é porque você não vê que não estamos mais dando nenhum passo para a evolução.
Escolha:
você vê os teus soldados serem massacrados⚠️
Ou pega a Porã da arma e acaba com eles 💪🏾
General é um soldado também
Querido admirador secreto, eu queria muito ser capaz de me enxergar como você me vê, mas só vejo minhas falhas e meus defeitos.
Essência se sente. O brilho da alma é luz interna. Aparência apenas se vê . A beleza ilumina de dentro para fora. Faça-se luz ♡
Você é um arranhão
Que fere meu coração
Você está cada vez mais distante
E a minha tristeza cada vez mais constante
Tem dias que não quero levantar
Outros nem respirar
Mas sigo assim
Até um dia a vida lembrar de mim
E me entregar uma estrela cadente
Pois meu único desejo é ser feliz novamente
- Arranhão
Prisão Perpétua
suspenda a festa,
doe o vestido, o véu
o sapato e a grinalda,
recolha o tapete
vermelho, vermelho,
a luz seja apagada
cancele o sonho,
aquele sonho único
capaz de redenção,
escondo no escuro
da solidão, esse Amor
tornado em opressão,
esqueço de tudo
da busca frustrada,
Amor não vivido,
de mim mesmo
da vida, pra sempre
ficarei esquecido,
a prisão perpétua
em última instância
condenado em instantes,
Amar sem medidas,
poesias de versos rotos,
meus graves atenuantes,
perpetrada a condenação
de meu crime cometido,
Amar o Amor não vivido..
onde estiver
sempre estou
a seu lado.
não me vê
mas eu estou.
não me toca
mas eu sinto.
isso nunca
vai acabar.
é meu
pesadelo predileto...
sonho meu.
Alegrias.
.
Abri minha janela e um sorriso
De quem vê nela o meu destino.
Como d’antes eu a vi...
Eu sempre ali
No brilho farto de um sorriso.
.
Teus olhos não me buscam
E nem mais tenho o que lhe dei
Nos caminhos largos do teu riso,
Mas não destoa em mim
As cores vivas de quem vive
Um instante desse brilho.
.
O sonho é sempre um sonho
De uma alma adormecida
Que não perde a companhia...
Um viva a vida de alegrias já vivida
Que traga nela mais um dia.
.
Edney Valentim Araújo
1994...
Nesse mundo líquido queremos:
Atenção sem dar atenção.
Ser vistos sem vê.
Ser conhecido sem conhecer.
Parecer sem ser.
Cada uma das confusões está relacionada a algum tipo de sofrimento. Por isso, o sentido da vida é vencer cada uma dessas confusões para sermos sempre mais felizes.
