Somos aquilo que fazemos quando Ninguem nos Ve
Somos programados para o bem e para o belo, e quando desviamos deste intento, condenamos a nós mesmos ao martírio, desequilíbrio e falta de paz interior.
Somos criaturas sociais e a importância disso fica clara quando comparamos a satisfação que as pessoas sentem nos relacionamentos com sua satisfação geral com a vida.
Paramos no tempo, quando nos deixamos consumir pela vaidade do que não somos e, nos esquecemos de viver em nossa própria realidade.
Um “feliz ano novo” começa dentro da gente quando decidimos mudar, quando reconhecemos que somos falhos no falar, no pensar e no agir. Quando resolvemos ser mais gentil com as pessoas e a se importar mais com a dor do outro. Quando erramos e pedimos perdão pois queremos paz. Quando priorizamos Deus em tudo que fazemos, e decidimos a depender dos seus cuidados e proteção.
A vida é curta
A estrada é longa
Quando somos crianças, queremos crescer.
Quando crescemos, queremos voltar a ser criança.
Somos um aglomerado de átomos, mas quando iremos dominar a técnica de desfazer e refazer esse aglomerado?
A vida nos pune quando somos sinceros e, nos dá a vã sensação de que premeia quem desonestamente age.
quando o coração de alguém não nos entende, somos um eco perdido, e o amor foi só uma pincelada de sol fugaz e solitária...
A gente não morre quando deixamos de existir fisicamente.
Mas sim quando sentimos que não somos mais importante por quem amamos.
Um grande beijo em seu coração.
R&F Perazza.'.
Se a verdade é relativa, por que desde quando somos crianças, somos obrigados a acreditar e não questionar a verdade absoluta a nós imposta?
Não há nada mais medíocre que resumir a beleza a algo estritamente superficial quando somos tanto mais.
O exercício do perdão é imprescindível, embora não seja nada fácil exercitá-lo quando somos magoados.
Somos o leito quando um no outro adormecemos, como borboletas sem porto para pousar. Somos o brilho desses labirintos que nos sucedem. Só há leveza nesse nosso não saber das coisas.
mas meu bem
Nós somos menos que a palha e não me pergunte porque
Olha quando o vento bate
Ele leva a folha com você
E o ser humano quando cai
Quem é que vai levante você?
Se não outro ser humano como você??
A folha o vento leva.
Quando nos despimos de todas as máscaras, criamos espaço para nos colocar diante de quem somos de verdade.
Mesmos que sejamos os piores, somos os mais difíceis de sermos derrotados, quando nossa luta é interna.
"Quando somos levados ao limite de nossas forças, o Senhor nos faz lembrar de algo poderoso: quando somos fracos, então somos fortes!"
Somos seres expressivos, muito mais do que comunicativos.
Quando nascemos, antes de aprendermos a balbuciar, nossa comunicação acontece por meio dos gestos e pequenas expressões.
E mesmo quando não podemos ou não queremos dizer, nossas expressões figuram tudo o que foi calado.
Há um vocabulário que grita no silêncio!
O corpo fala o que não verbalizamos, e até revela a verdade oculta nas argumentações falaciosas.
De maneira voluntária ou não, o corpo entrega sinais e mensagens através das emoções.
Não é à toa que as relações mais fortes são aquelas em que as pessoas se compreendem somente pelo olhar.
