Sombras

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Coragem!




A cada vez que te via entrelaçada com outro alguém nas sombras dos prédios as lágrimas falavam mais que palavras,


Quantas horas foram guardadas dentro da caixinha de surpresas sobre nós que nunca chegaram a acontecer?


Prisioneiro da fonte dos desejos sem ação, abracei o pão amassado do faminto solitário,


Quando ouvia a tua voz pelos corredores do condomínio uma cura momentânea tomava conta de mim abatendo o duro golpe de um fugitivo da realidade,


Pegar nas tuas mãos e falar o que penso é o caminho a ser trilhado e mesmo que nada aconteça como imaginado amanhã voltarei a ser um adulto em liberdade pulsando em cima do vazio do esquecimento.

Papéis invertidos




Te carreguei nas minhas sombras,


Te dei pão e água quando precisou,


Te apresentei um mundo que você não conhecia,


Sou grato hoje pôr os papéis terem se invertido,


São tantos ensinamentos, são tantas experiências,


O acaso abraçou o que causou impacto e agora vive da razão.

Uma pintura




O céu está em cores ricas,


As sombras não nos acompanham mais,


No alto da montanha a lua revela o mar,


A escuridão grita, as ondas batem, os ventos surram os coqueiros,


O céu está lindo e as estrelas respiram na pintura é vibrante.

Quanto mais eu caminho pelas sombras, mais quero me manter na escuridão.

Aquele que encara minhas sombras e, mesmo assim, escolhe ficar, é a própria luz que o destino me negou.

- Ketty Williams

A sabedoria do Evangelho revela que a antiga aliança já carregava, em suas sombras e promessas, o mistério oculto da graça que explodiria na pessoa de Jesus. O que no Antigo Testamento era um sussurro místico e latente, no Novo Testamento se torna a manifestação escancarada, viva e patente do amor de Deus na história humana.

Até quem provou da luz pode traí-la nas sombras. Judas entregou a intimidade do mestre aos seus inimigos e vendeu a luz que o amou. Ama, sim, mas com a prudência de quem sabe que até o mais próximo pode escolher a traição.

Entre Livros e Sombras

Há livros que não apenas ocupam as mãos; eles transformam a alma.

Foi entre páginas silenciosas que compreendi que as sombras não são moradas, mas caminhos. Elas atravessam nossa existência como a noite atravessa o céu, sem jamais conseguir apagar a promessa do amanhecer.

Cada leitura me ensinou que a verdadeira sabedoria não está em possuir todas as respostas, mas em cultivar perguntas que aproximam o coração do eterno. Quanto mais conheço a vida, mais percebo o quanto ela permanece envolta em mistério.

Os livros me apresentaram autores que se tornaram mestres, pensamentos que desafiaram minhas certezas e palavras que enxugaram lágrimas invisíveis. E, entre tantas páginas, encontrei a presença silenciosa de Deus, conduzindo meu espírito com delicadeza e esperança.

Hoje caminho entre livros e sombras sem temor. Sei que as sombras passam, a verdade permanece e a esperança continua iluminando o coração de quem nunca deixa de aprender.

Porque, no fim, cada livro verdadeiro acende uma luz que continua brilhando muito depois que a última página é virada.

Na sombras a poesia está morta.
Seria simplório a música encanto da minha vida...
Então são metáforas de um sentimento...
Exposição da carne nua crua comida pelo corvo...
O corvo é preso pelo delito de comer...
Nas sombras o assassino se vangloria...
Seus caminhos são expostos pela lucidez..
Ar sombrio engana de madrugada...
Espinhos da rosa morta são belas...
Num suposto telema apenas olhares num estante vazio.
O glamour do pos morte na mesma palidez observa que o brilho do luar.
Sois antro perdido de alegrias e tristeza pois declínio do silêncio é o algoz do silêncio.
Tal conciliação atroz sentimento o fruto do esquecimento.
Embora seja maravilhoso o renascer do amanhecer,
Como amantes cansados espera o entardecer do dia para acordar e contemplar as trevas do anoitecer.

Mansões de espírito ricos sem sombras.
Seria simplório como andar de camelo...
Mas, pequenos lampejos nas carruagens de fogo tem a tendência de explorar os mais vulnerável.
Discursos inalterável que vitória é simplicidade abandonado do ser pensante para ser dominante. Ate o pais venderia...
Mais esta na devastação da tornozeleira elétrica ninguém quer pois já fala sozinho....
Seus Discursos falsos feitos pela inteligência artificial demandam de alma e espírito so tem é de espinhos do GTP e a imagem cansada da farra de bebedeiras se torna deepfakes.
Transição moral morre nos instantes opacos que diz guerra ao comunismo...
A retrospectiva retórica da embalagem do discurso autoritário e fascista.
Sendo assim fakes news da televisão.

Nas sombras do conhecimento somos ignorante, preconceituosos e cegos para verdade que não se pode calar.


Ouvimos nada dizemos ate que o amanhã seja tarde num único momento.


Seria a verdade de mentira na falácia de tantos argumentos são privilégio...

Nas minhas sombras de madrugada não vejo mais meu rosto.
No espelho vejo meu reflexo buscando um paradigma neste imenso mundo.

Lágrimas do tempo são rosas jogadas ao vento...
Mero ador que desdém nas sombras a dor do amor...
Sejam sempre navegantes ilusões que ressurge nos braços dos amantes...
Bem-vindo as fogueiras da madrugada cujo o momento irônico seja lindo e maravilhoso.

Nas sombras do desconhecido somos apenas fagulhas de ideias...
Para os quais de repente obtemos o conhecimento quando compartilhamos ideias e formamos ideais.
Nas virtudes mais obscuras desvendamos que a escuridão também tem vários caminhos...
Nas tais escaladas os degraus não dificuldades, e sim são vitórias no vácuo vazio,
A matéria escura é simplicidade das teorias do desconhecido...
A virtude julgada deste mundo é apenas é um pássaro num céu azul,
Para o qual devemos pensar no puro sentimento humano e transceder diante as dificuldades

Somos condenados por amar.
Jogamos nossas vidas em nossos pensamentos.
Somos sombras de um amor pagão...
Amanhece no profundo do meu ser.
Vagamos pelas poeiras da noite...

Não conheço o amor morri para que estivesse viva. Minhas sombras me consumiram.

As Sombras da Essência e a Dualidade do Ser
​Por Celso Roberto Nadilo (Adaptação Lírica)
​As sombras da essência e a dualidade do ser: o trágico contraste entre o triste e o feliz.
​Há uma dor profunda em não se reconhecer no espelho, um cansaço em nunca encontrar a felicidade no próprio ser. É a dor existencial que se manifesta também nos fenômenos do autismo — graus distintos da alma e da individualidade, onde até o mínimo barulho fratura o silêncio e converte o indivíduo em um território de conflito sensorial.
​Diante disso, como agirá o transhumanismo? Irá ele sobrepor-se ao ser existencial?
​Compreender a mente humana é mergulhar no complexo e no imprevisível. À beira desse abismo, para onde podemos guinar? Nas fronteiras do desconhecido, a mente ainda é um universo do qual sabemos muito pouco. Projetamos chips, eletrodos, receptores e emissores digitais instalados no cérebro para obter o controle da mente e criar uma ponte definitiva com o mundo. Mas, com o intelecto dividido com a Inteligência Artificial, o controle mental, as decisões e as escolhas ainda seriam influenciados pelo mérito do astro espiritual?
​Para onde caminhamos? Para dentro ou para fora? Para cima ou para baixo? Seremos nós os laços que unem a humanidade, ou apenas nós de uma rede técnica? O sentido contemporâneo mais profundo está justamente no início daquilo que começamos a viver. O "nós somos" diante do "eu sou" nos impele a compreender que a própria existência tornou-se um salto de fé em direção ao transhumanismo.
​Tudo o que conhecemos, tudo o que somos, desdobra-se diante do que vejo na caverna — o eterno retorno às alegorias de Platão, buscando laços ainda mais profundos na eternidade. Nas órbitas das nossas origens, somos criaturas minúsculas diante da imensidão infinita do universo. O transhumanismo talvez veja o fim deste cosmos, mas será que ele compreenderá o real significado de ser poeira?
​A verdadeira grandeza que carregamos está no milagre dessa poeira cósmica saber falar e pensar. E, talvez, através das eras, cruzando galáxias e universos, continuemos a captar conhecimento, conscientes de que sempre fomos a parte mais viva da matéria estelar.
​O espelho da existência reflete o espelho de um mundo multissensorial. A verdade permanecerá primordial, ou os espelhos abrirão múltiplas realidades até que tudo vire um borrão? O multiverso fragmenta o espaço e o tempo; contudo, evoluímos apenas nos atos que somos capazes de dominar. Diante do contraste do ser, o tempo de existência será superior ou uma mera métrica de qualidade de vida?
​As definições do ser podem crescer ou definhar. Mas a alma humana necessita compreender o ciclo sagrado da vida: nascer, crescer, amadurecer e, por fim, perecer nos limites dignos da existência.
Por Celso Roberto Nadilo
Viajamos pelas asas do tempo e ganhamos conflitos e questionamento sobre o somos e que seremos capazes de ser diante o eu.

Nas sombras somos a duvida ate que a luz celeste seja manipulável.
A manipulação é apenas equivalência da observação.

Voz altiva clama e faz leis das gravidade caírem no esquecimento...
Neros fantoches de sombras
Alimente o fogo mas deixei um gole de cachaça para lembrar que um dia foi bom...
Os gritos dos animais são expostos pois declínio do luar tras vida a noite fria...
Somos desconhecidos para floresta...
Mais famintos....
Nos braços da existência apenas olhares ao fundo...

A sombras da almas
Resquícios do coração.
Espírito irriqueito...
Paira nas mortalhas do espírito clama o frio...
Anestesia dos sentimentos
Seja maravilhoso a sepultura.
O corvo consome a alma e leva espírito.
No fogo da vela jas a vida... um dia foste viva..
Olhares profundos em seres enigmáticos.
Voz fria no ador da noite calida...
As asas batem o ar sombrio e temeros abita nossos pensamentos...
Fragmentos da madrugada serena a brumas do sereno clamam o frio...
Angústia das almas que berram seus pecados numa tumba qualquer...
Meros arficios tocam sinos da capela e a fumaça branca denúncia o dia dos mortos.