Som Alto
Ainda me sinto um menino...Uma criança só apenas tentando voar com meus sonhos.
Voar bem alto
Buscando ainda o caminho
Onde posso descansar minhas asas da imaginação e encontrar.
Encontrar uma paz que carrego em meus sonhos
Em cada passo estou aprendendo a soletrar
Amor e exalando paz.
Quero quê tudo se misture no que sinto com o que sonho
Na essência de meu ser...
Por isso à cada dia...
Vou aprendendo como descobrir o caminho
Para chegar a paz
Vivo a amar pessoas
E na minha procura
Sei que irei ainda te encontrar oh Paz...
Embora tu já existe em mim.
Mas quero mais.
Muito mais....mas que já tenho.
Autor:José Ricardo
Era sonho
Sem muita demora se pôs o sol...
E, em solidão, me veio a lua
Que contemplo do alto deste farol
Para que a paz sem ti me flua...
Nela, alegre, seu rosto vejo risonho
Insinuosa a me olhar em gracejos!
Ah! Como sou bobo, era um sonho
Acordado, desejando seus beijos!
A brisa leve beijava-me o rosto;
Em transe, confundi, deveras...
Fazia-me carinho assim e eu gosto.
De volta à realidade me entrego,
No peito tantas saudades doeras...
Resta esfriar o amor que não nego!
..."A praticidade vem cobrando um preço muito alto ao homem pela sua preguiça. ... Ricardo Fischer.
“Eu sei que muitas vezes precisamos navegar em alto mar pra mudar a própria sorte.”
Giovane Silva Santos
E no fim tudo será convertido para uma reflexão necessária. E no alto, o céu e as estrelas, fenômenos físicos, tornar-se-ão as testemunhas mais sinceras dos nossos atos.
O Recife, que beleza!
Lá de cima, linda vista,
cá embaixo, palafita...
Prédio alto de grandeza,
e favela de pobreza.
Tamanha desigualdade
cabe aqui nessa cidade:
onde o rio vira mangue,
e a bala gera sangue
no peito da mocidade.
Quanto mais alto um poste for, uma maior região ele conseguirá iluminar. Contudo, sua luz será sempre mais fraca perante a ti do que a de um poste menor.
RECIFE DE CIMA
Vi Recife lá de cima
de um prédio muito alto.
Bem ao longe vi o mar,
vi o rio e o asfalto.
Assim vivo a contemplar
a Cidade Rio-Mar,
a qual eu sempre exalto.
A JANGADA
A jangada solitária
partiu para o alto mar,
enfrentou a tempestade
e se pôs a afundar.
Ficou só uma imagem,
um reflexo, miragem
do que não vai mais voltar.
