Solidão
Nos vales mais sombrios da vida, quando a alma deseja se isolar e o coração busca solidão, é exatamente ali que Jesus se faz mais presente. Ele não nos abandona nos momentos difíceis, mas desce ao vale conosco, permanece ao nosso lado e nos lembra: em Cristo, nunca estamos verdadeiramente sozinhos.
" A face ante o espelho não de pé, de joelho no vasto da solidão as falhas de uma lâmina mistura o escarro lançado no chão. "
"A escolha é difícil: solidão eterna ou convivência com a paranóia e a agressividade que me cercam?"
"Muitas vezes, quando o coração mais se dói de solidão e ingratidão, é que está mais próximo de Deus."
Escritor: Marcelo Caetano Monteiro.
Na solidão dos nossos pensamentos a solidão grita e nossos pensamentos berram em olhares vazios e diferentes.
No refúgio do vasto sentimento.
Observo a imensidão do universo...
Sinto frio e a solidão dos corpos celestes...
Sou testemunha que mundos morrem nas virtudes das sombras...
Somos seres pequenos diante o lampejo do universo...
Nem compreendemos nos mesmos...
Nossos ancestrais tinham a conexão dos deuses místicos tínhamos a compreensão inata torna navegante de um mundo desconhecido...
E novas descobertas o universo nos espera talvez num futuro distante outros pensadores terão mesmo olhar em outras terras buscando a beleza no caos predomina a escuridão do universo.
No reduto do psicológico ser alienado...
Vimos cordas na solidão dos pensamentos...
Estamos Inversão afetiva e na Inversão da cognição humanas....
Deus virou um comércio de resiliência...
O pensamento analítico e resiliência da consciência crítica livre do feudo digital...
O valor do relativismo do ser humano...
Agora temos pirâmides digitais ergidas pelo ser alienado escravo das plataformas digitais escravos serão esquecidos enterrados nas areias do Egito... o crédito desda construção será os Deus astronautas.
No luar destino ganha traços da minha solidão marcada nas sombras da catedral as luzes mortas das velas falam sob controle social e rebanho espera a morte,
Seus lábios desejam o amor num efêmero sentido que ousam pairar pulos arcondes da alma.
Luzes mortas falam que as velas acabaram em poças de sangue e lágrimas.
O vento sopra pensamentos perdidos abandonados pela ausência...
Doce deleite nas asas do despertar lembra se que vida foi um pingo no oceano.
Desde que nos dividimos e multiplicamos as células, conhecemos a solidão.
A solidão nos acompanha a vida toda, até a morte, quando voltamos a ser pó.
Dentro da luz, vemos a vida florescer.
Diante da fome, vemos inovações do calor que nos amamenta.
As ilusões são ilustrações da vida.
Num universo imenso e complexo, nos completamos.
E assim crescemos: as ilustrações ganham formas de ilusões.
Mesmo no amor, vemos aglomerados de certezas num mundo de apostas e achismos.
E evoluímos, sonhando com os pés no chão.
Abrimos portas na imensidão, olhamos para nós mesmos,
e ainda buscamos compreensão diante da nossa própria existência, dentro de cada ser existente.
Somos espelhos dentro de espelhos, buscando esperança e finitude no horizonte de nossas vidas.
Sendo o passado um reflexo do futuro,
dando para si o despertar de um olhar crítico.
Analisando cada aspecto de suas lembranças, até o limiar do horizonte de eventos...
O cosmo em si é uma gigante vermelha se debatendo na imensidão,
até esfriar e se tornar uma anã branca.
Seus fótons de luz representam a energia que criou a vida num planeta azul.
Por Celso Roberto Nadilo
A vida floresce no mesmo tempo começa a morrer ate florescer e dar frutos depois evoluir se decompõe no espaço continuo.
Como são chatos os que confundem nossa solitude com solidão, e a interrompem sem a menor intenção de nos dar Inteira Companhia.
Hoje
Os dias são de inverno
No inverno
os dias sempre são mais curtos
Mas existe a solidão lá fora
Embora
ela esteja aqui dentro há tempos
Pois os tempos não voltam
E as lembranças remontam
O meu dia aos avessos
E a cada dia mais frio
Tão frio quanto a madrugada
Desses dias de frio inverno
Resta escrever poesia
Fria, em seus mornos versos
O latido de cães
E as cantigas de roda de outrora
Agora, tudo isso
é coisa por demais antiga
Saudade verdadeira
Verdade da boa
O forno de pão
O chão de terra batida
Violão e conversa
Lembranças tão dispersas
Quanto estrelas no Céu
Isso é a vida
No início
Um papel em branco
... e bonito
No final
Um livro escrito de qualquer jeito
Com direito à notas de rodapé
Em tempos de outra estação
Infância de poetas
São sempre as mais felizes
ou talvez as mais tristes
de vez que o poeta existe
Pra que elas sejam sempre algo mais
Mesmo que sejam somente
as mais distantes
tão distantes que agora
Não existe diferença
entre as verdades e as mentiras
O vento sopra e a roda gira
Uma longa lista de lembranças
As quadras,
cantigas de roda
e canções pra lá de antigas
Pondero
Que nunca mais eu cantei como antes
Pois a dura vida de ontem
vivida de hora em hora
Eu vejo agora
Parece que durou
somente um mero instante.
Edson Ricardo Paiva.
Na Solitude, se experimenta a graça de se escutar; na Solidão, o drama de implorar para ser escutado.
Há uma diferença muito sutil, mas também muito decisiva, entre estar só e sentir-se só.
A Solitude é uma escolha muito inteligente — um território íntimo onde o Silêncio não pesa, mas acolhe.
Nela, o mundo desacelera o suficiente para podermos ouvir aquilo que, no ruído cotidiano, insistimos em ignorar: nossas dúvidas mais honestas, nossos desejos menos admitidos e as nossas contradições mais humanas.
A solitude não isola — ela nos reconecta.
Já a solidão é outra matéria…
Normalmente, não nasce da ausência de gente, mas da ausência de sentido no encontro.
É possível estar cercado por muitas vozes, mensagens, notificações, e ainda assim experimentar o vazio de não ser realmente percebido.
Na solidão, a escuta vira moeda escassa, e o sujeito se vê quase mendigando atenção, tentando transformar qualquer eco em resposta.
Vivemos um tempo tão difícil quanto curioso: nunca estivemos tão conectados e, paradoxalmente, tão expostos à solidão.
Talvez porque confundimos presença com proximidade, interação com vínculo, e audiência com escuta.
A consequência disso é um cansaço emocional muito difuso — o desgaste de falar muito e ser pouco ouvido, de se mostrar constantemente sem, de fato, ser visto ou lembrado.
Cultivar a Solitude, portanto, é um gesto quase subversivo.
É recusar a dependência do olhar alheio como única validação possível.
É aprender a habitar o próprio silêncio sem deixá-lo soar como abandono.
Porque quem aprende a se escutar com verdade, dificilmente aceita qualquer escuta superficial como suficiente.
No fim, a questão não é evitar estar só, mas evitar perder-se de si mesmo em seus próprios labirintos.
Pois entre a Solitude que nos Fortalece e a Solidão que nos Esvazia, a diferença está menos no mundo ao redor, e mais na qualidade do encontro que conseguimos sustentar com aquilo que somos quando ninguém está por perto ou nos olhando.
Que todos consigam sentir-se bem acompanhados, estando a sós consigo mesmos!
Amém!
Sabe o que é interessante na solidão?
O costume de ouvir seus pensamentos e refletir sobre as atitudes que poderiam ser diferentes.
Isso mudaria o status.
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