Sol
Até a queixada de um burro é capaz de olhar o chão ressecado e rachado sob todo o calor do sol nordestino, sonhando com um broto de esperança emergindo das fendas do chão ressecado e sedento
Cheio da fé de um nordestino valente
Quem consegue ver além da secura da terra uma promessa brotando com uma anunciação de prospero sertão nordestino.
Anunciação
Se o vento parar de soprar,
E o sol se recusar a nascer,
Ainda assim vou te amar,
Até o mundo inteiro desaparecer.
Pois você é minha razão de viver.
Contrastes
Na escuridão da noite,
brilha a estrela solitária,
Enquanto, durante o dia,
o sol traz a luz necessária.
No Contrastes das estações,
frio e calor se entrelaçam,
em um ciclo eterno,
onde as mudanças se abraçam.
Na dança dos opostos,
encontramos a riqueza,
Que nos envolve e nos ensina,
a vastidão da natureza.
Contrastes moldam nossa jornada,
a cada dia sem cessar,
Trazendo lições valiosas,
a cada novo despertar.
Na complexidade dos contrastes,
encontramos a verdade,
Que a vida é uma mistura
de sombras e de claridade.
O Sol de Plástico
O sol de plástico brilha no meu quarto, Um sorriso amarelo, falso e barato. Ele não aquece, não traz o calor, Mas finge que tudo está bem, no meu interior.
As flores de papel, sem perfume ou vida, Decoram a mesa, em cores frias e sem alívio. A música que toca, um ritmo sem alma, Um som artificial, que me deixa em calma.
A risada que sai, um eco vazio, Um teatro de sombras, um palco de ilusões. A felicidade, um véu que me cobre, Escondendo a tristeza, as dores e as dores.
Mas a noite chega, o sol de plástico se apaga, E a escuridão revela a verdade que me amarga. O sorriso se quebra, a máscara cai, E a dor me invade, sem mais disfarçar.
Então me pergunto, em meio à solidão, Se a felicidade é apenas uma ilusão? Se o falso alegre é um escudo que me protege, Ou um veneno que me consome, a cada dia que se esvai?
Dez prás cinco
Dia
De sol
De sol
De
Meio-dia
Balanço
De cadeira
De palhinha
Palhinha
De cadeira
Ao
Meio-dia
Em dia
De sol
De sol
Do
Meio-dia
Sol
Que
É vida
Que é
Música
Que é...
É dia
Dia de sol
Sol
De balanço
De cadeira
De palhinha
Ao meio-dia
Mas
Com o frio da garoa
Da noite que passou
O cheiro do fogão a lenha
Que de aceso se apagou
A noite o fez negro
Fogo o avermelhou
A aurora nascente
Todo o amarelou
O agora que foi ontem
Tão distante aproximou
A linha móvel do horizonte
Atira para cima
Os ventos que vem de longe
Na nudez absoluta
Tanto em mim como ao mar
Aquele que persegue
Antes do sol nascer você me visita
E caminha comigo pela casa
Pela porta, pela rua, ao longo da manhã
A tarde seca e quente até a noite
Que mesmo com a sua presença se torna fria.
A noite, me perturba o sonho
Invade minha realidade
Destrói o cenário
Pinta e borda em cima do meu.
Como pode ter regado os sentimentos,
E me deixado partir assim?
Ah cabeça por horas pensa, pensa, pensa
Os olhos ardem e umedecem
As pontas dos dedos, as mãos...
O peito rasga a dor da saudade
Que de tão grande, não cabe ali
Ela borda e transborda noites e noites
Sem me deixar dormir.
Quando há de passar?
Ora vento que tudo leva
por que não o leva?
Ora tempo que tudo cuida
Por que não cura?
Ora chuva que tudo molha
Por que não carrega?
Acordar todas as manhãs e sentir o sol, ouvir os pássaros e respirar o ar fresco, me lembra que estou viva e presente.
... Logo virá a noite
O mundo divulgado será nosso enquanto seguirmos o sol numa jornada sem fim.
O coração está novamente vivo onde o amor irá prosperar através do mundo, estaremos livres na natureza, sinta a magia, a noite se foi, novamente já é dia. . .
Setembro
O sol beija o dia
seus raios irrigam a terra
e brota o florescer de esperança
Ô setembro, tão poético
onde a vivacidade das cores
bordam nos meus olhos
reflexos, perplexos
o cortejo do beija-flor
que desenha no céu o amor
estação de opulência
liberta a essência
misturas de desejos
na fluidez do vento
faz pirueta
brinca com o dia
chove em sorrisos
e renova a vida
@zeni.poeta
Você escolheu desistir... Se entregar, se render para as advesidades naturais. O seu "sol interno" não brilha mais!
Só resta agora a dor, o ódio e a mágoa. Culminando na doença física que você próprio(a) criou no mundo astral e mental. Você tanto fez, que conseguiu plasmar a energia em matéria.
Nessa "Vibe" baixa, a depressão se faz presente em sua vida. Não pede licença, nem bate na porta. Simplesmente entra com tudo na tua alma. Toma as rédeas da sua vida. Ela se impõe e você aceita, baixa a cabeça. Perdeu autonomia, só responde a dor emocional e obedece.
Como um escravo de si mesmo.
Minha avó morreu -
Num breve acenar ao pôr do sol
minha avó morreu
homens sem nome a levaram pela rua
e ficou minh'Alma num soluço ensurdecedor
esperando eternamente pela sua.
Sê-de a luz a iluminar-te o caminho. Que até o sol, por vezes esconde-se, e a lua perde-se à neblina. Nos mergulhos profundos, sê-de teu anzol. Nos mares escuros, sê-de teu farol. Por quanto te mantiveres consigo, não há relento sem abrigo. Por quanto firmastes teu brilho, não há o intransponível.
Nem sempre é fácil, mas nada que um pôr do sol, um afeto, um luar, uma paisagem, não ajeite dentro pra ter forças fora.
Me sinto plena...
Dona de mim...
Sou presidenteda minha
própria vida.
Não sou general nem soldado...
Mas sim, sou guerreira.
Nunca deixei de correr atrás
dos meus objetivos.
Normalmente eu sou a lua, insegura, indecisa mas com ele eu quero ser o sol, nos trocamos as posições. Ele é indeciso, inseguro, amargurado, problemático, machucado e pela primeira vez eu tento ser a cura de alguém....
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