Sobrevive Amor Acima de tudo
QUEM DERA EU
Quem dera eu fosse chamado de seu,
Para que eu lhe entregasse tudo o que é meu,
E tivesse ao menos um pouco do que é teu,
Que é este imenso amor que Deus lhe deu.
Talvez eu não seja tudo o que você gostaria que eu fosse.
Mas quem sabe eu fosse um dia, um pouco de tudo o que tu és para mim.
Tenho pouco tempo
para dizer tudo
que eu sinto por você.
tempo que exaura sentimento e culpa
nem sei o que penso sobre esta vida
não sei o que a vida me reserva nesta vida
mas algo deve ter certeza,
que me lembrarei sempre das suas pessoas.
Você é a minha lua a nascer,
meu leito a dormir,
vivo ansiando e pedindo a Deus que me proporcione
a alegria de estar sempre ao seu lado.
Sinto sua falta,
De um modo que não sei explicar,
Porque tudo o que existe no presente é triste e obvio.
E no cemitério das minhas emoções descobri que só há vazio,
Que não deixou de me acompanhar,
Quando tudo o que restou foi a memoria que te exalta.
O bom de ser pobre e que se conquista tudo na base da honestidade.
-Amigos verdadeiros, em meios "Amigos falsos" também.
Ser prudente é evitar erros, e fraudes em tudo que desejamos fazer, e ser sábio é aplicar os conhecimentos adquiridos.
Cada detalhe, cada momento, cada emoção, tudo passa como um filme em minha mente. Tudo tão rápido, assim como foi breve sua estada entre nós, e um AMOR incrível existe em mim por você!
A distância adormece o que o meu coração não pode controlar, para não me deixar morrer de amor.
Saudade eterna, filho!
Morre-se de tudo e de qualquer coisa. Para morrer, aliás, basta estar vivo – assegura o dito popular. Mas a gente vai vivendo, vai insistindo em, apesar de tantos perigos, porque a vida vale muito a pena ser vivida.
Viver é o verbo mais gostoso de conjugar. Mais que verbo, é uma experiência. Mais que experiência, é uma aventura. Mais que aventura, é um milagre. Enfim, é uma arte – mistura de dom com (boa) vontade.
Porque a vida nos dá a oportunidade de fazermos coisas e, assim, de fazermos a nós mesmos. Mais e sempre, até o momento derradeiro... quando, normalmente, já deu tempo de fazermos uma porção de coisas – mais boas que más, de preferência, de sorte que a morte pode chegar, na surdina, e levar o que temos de mais precioso: a vida.
Quanta ilusão! A morte, na verdade, só abate uma parte ou uma terça parte de nós, porque, durante seu curso, a vida teve tempo de sobra para ramificar, de modo que, ao final, ficam os ramos que espalhamos por aí, contra os quais a morte não pode nada. Ramos de amizade, saudade, amor, hereditariedade, boa ação, bondade, alegria e família, contra os quais – repito – a morte pode muito pouco.
Tudo na vida vai e vem, mas há uma coisa que não se altera: o passado. Pelo menos de forma concreta e factual. Como está definido no dicionário, é algo que está acabado, completo, e já não está mais na existência. Algo como palavras pronunciadas, oportunidades que foram ignoradas e eventos que há muito tempo que aconteceram. Este é aquele tipo de coisas que não podemos ter de volta ou voltar atrás, são coisas que nunca poderemos ter novamente e da mesma forma. Nós nunca poderemos voltar atrás, voltar a estar no mesmo lugar, ao mesmo tempo, não podemos voltar atrás no tempo para apagar as coisas que fomos fazendo, ou proteger-nos do sofrimento que sentimos no passado. Nós já sabemos que desejar que pudéssemos mudar o passado é algo inútil, mas como seres humanos que somos, muitos de nós continuaremos a lamentarmo-nos e a ter a esperança de voltarmos a ter a chance de fazer tudo novamente. Mas porquê?
Há momentos na nossa vida em que nós simplesmente não conseguimos deixar as coisas ir. No que diz respeito por exemplo aos assuntos do coração, todas as pessoas que viveram a separação ou perda no amor certamente sentiram dor e mágoa. Por circunstâncias desconhecidas, as promessas e as esperanças que tinham não se tornaram realidade, as coisas caíram num vazio, seguindo-se um tormento e desilusão. Quando estas coisas acontecem, as pessoas quase sempre optam por viver na miséria e solidão. Inicialmente, este é apenas um mecanismo de enfrentamento que temos como seres humanos para diminuir a dor, mas ao permitirmos que a tristeza e desilusão nos engula o prazer da vida, somos obrigados a tê-las connosco durante muito tempo e em alguns casos para o resto das suas vidas, podendo desenvolver alguns problemas psicológicos, como: fobia social, ataques de pânico, insónias, ansiedade, depressão. É tempo de percebermos que aprender com o passado e viver com ele ou dependente dele, são duas coisas diferentes. Boa reflexão...
Tive um déjà vu,a impressão, ou será que a esperança?, de que tudo não passou de um pesadelo, que não tinha realmente acontecido,que ele ainda seria meu, não dela, que quando eu o visse ele ainda me faria rir, me tomaria em seus braços e diria o quanto eu era sua. É o que teria acontecido em um livro, seria um pesadelo, um engano, um terrível engano, mas isso aqui é vida real. Tentei conter as lágrimas , mas a dor era tanta que transparecia,irrompia, explodia por mim. Não cabia em mim. Eu era pequena demais para tanta dor.
