Sobrevive Amor Acima de tudo

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As raízes são elementos essenciais à vida. Sem elas, as plantas não vivem e os humanos não sobrevivem. A raíz é a base de tudo. É o primeiro raio se sol que atravessa a janela existencial. Elas fazem com que o homem se sinta vivo, sinta que realmente faz parte desse mundo. São as perspectivas de um futuro, enquanto que também um respirar puro do presente. Uma árvore com raízes podres tomba, alguém com princípios podres também. Cuide de sua raíz.

Inserida por rodolfomair

Há algumas grandes façanhas na vida, dentre elas:amar sem ser amado... alguns loucos ainda sobrevivem a essa filosofia.

Inserida por KatianaSantiago

Uma bela flor do campo não sobrevive por muito tempo sem terra para sustenta-la, assim é os filhos para com as mães.

Inserida por Myroofonthefloor

Na vida apenas sobrevive quem se supera , o seu ontem não pode ser o seu hoje ! Mais a desculpa de hoje continua sendo a mesma de sempre. Não rompa a barreira de sua evolução, rompa os obstáculos que atrapalham seus sonhos ... vivemos num palco teatral, enquanto alguns riem na platéia outros choram nos bastidores e quando surgem as vaias é porque achamos que somos os únicos atores ... pois muitos são os que erram, poucos são os que aprende ... Se sua mente sempre pagasse pelos erros e escolhas feitas pelo coração, perderíamos noites de sono e passaríamos uma vida em erros. Dizem que não usamos mais de 10% de nossa capacidade mental, com amor você pode alcançar 100% de resultados ... apenas sente amor quem um dia o proporcionou !!!

Inserida por FelipeLimaDaCruz

⁠Sorte de quem tem alguém que o ame na vida...
Quem não ama, não vive...
Apenas sobrevive...
O amor que da cor a vida, que dá razão, que da sabor aos dias, que dá significado as conquistas, que nutre os sonhos...

Inserida por MichaelCardoso

Mãe,

Você carrega todos os dias um batalhão nas costas, e eu não sei como sobrevive.
Eu oro por você esta manhã... que Deus já esteja preparando um dia leve, com sabor de mel... que o peso em suas costas seja retirado... que o dia seja claro e terno... que você possa sentir o amor de Deus por você em todos os pontos do seu corpo e do seu coração. Que o seu espírito possa receber um descanso... um escape dos fardos pesados. Que anjos acampem ao seu redor e te encham de proteção e sabedoria. Que a sua casa se encha de alegria. Que você tenha boas surpresas ao longo do dia... mãe, você sustenta a todos nós e nos edifica a todo instante. Deus, te peço que quebre as correntes de prisão desta mulher, que ela possa respirar sem pesos e pressão... livra ela de setas do mal, de palavras negativas e de todo mal do mundo. Senhor, Senhor, eu te peço um dia de paz a minha mãe e creio que o senhor já decretou a vitória. Amém

Inserida por lskato

⁠Qualquer um sobrevive quando sente que tá sendo amado.

Inserida por danmelga

⁠O mal só cresce e sobrevive pelo emudecer indiferente e covarde dos bons.

Inserida por ricardovbarradas

MEU CÃO - A FIDELIDADE QUE SOBREVIVE AO TEMPO E À RUÍNA DOS CORPOS.
Autor: Marcelo Caetano Monteiro .

* “Prefiro confiar em meu cão São Bernardo do que confiar na criatura humana.”
Dr. Axel. Munthe, autor do best-seller: O Livro De San Michele. Escrito originalmente em 1929.

A história de Argos, o cão que aguardou por vinte anos o retorno de seu senhor, permanece como uma das mais elevadas expressões éticas legadas pela tradição clássica. Mais do que um episódio secundário da epopeia homérica, ela constitui um testemunho silencioso acerca da natureza da fidelidade, da memória e da lealdade que resiste ao desgaste do tempo, à corrosão da matéria e à falência moral dos homens. Nessa narrativa, a condição animal não se apresenta como inferior, mas como depositária de uma virtude que a civilização, em sua complexidade, gradualmente perdeu.
O retorno de Odisseu a Ítaca não se dá sob o brilho do triunfo, mas sob o véu da decadência. Após vinte anos de ausência, dez consumidos pela guerra e outros dez diluídos em errâncias e provações, o herói regressa envelhecido, marcado pela dor, pela fadiga e pela experiência. Aquele que outrora fora símbolo de engenho e vigor já não possuía o corpo que o consagrara, mas carregava em si a memória viva de tudo o que fora perdido. A própria astúcia, outrora instrumento de glória, agora servia apenas à ocultação de sua identidade.
Atena, expressão da prudência e da razão estratégica, aconselha-o a ocultar-se sob a aparência de um mendigo. A pátria que deveria acolhê-lo transformara-se em território hostil. Os pretendentes haviam tomado sua casa, dissipado seus bens e ameaçado a integridade de sua linhagem. Nem mesmo Penélope, símbolo da fidelidade conjugal, foi capaz de reconhecê-lo sob o véu da decrepitude. A visão humana, condicionada pelas aparências, falhou. O olhar viu, mas não reconheceu.
Foi então que a fidelidade se manifestou onde menos se esperava. Argos, o velho cão abandonado à margem do palácio, esquecido entre a poeira e os detritos, conservava intacta a memória do seu senhor. O corpo exausto já não sustentava a vida com vigor, mas a essência permanecia desperta. Ao ouvir a voz e sentir o odor daquele que amara, ergueu-se como pôde, moveu a cauda e reconheceu. Nenhuma máscara, nenhum disfarce, nenhuma degradação física foi capaz de enganá-lo. O reconhecimento foi imediato, absoluto e silencioso.
O gesto de Argos possui uma força simbólica que transcende a narrativa. Ele não exige palavras, recompensas ou reconhecimento. Sua fidelidade não depende de promessas nem de reciprocidade. É fidelidade ontológica, inscrita na própria natureza do ser. Odisseu, impedido de revelar-se, contém as lágrimas, pois compreende que ali, naquele instante, se manifesta uma verdade mais profunda do que qualquer triunfo humano. Logo após cumprir sua última função, Argos morre. Não por abandono, mas por consumação. Sua existência encontra sentido no ato final de reconhecer aquele a quem sempre pertenceu.
Esse episódio, narrado no Canto XVII da Odisseia, ultrapassa o campo da épica para inserir-se no domínio da reflexão ética. Ele revela que a fidelidade não é produto da razão discursiva, mas da constância do ser. Enquanto os homens se perdem em interesses, disfarces e conveniências, o animal permanece fiel àquilo que reconhece como verdadeiro. A memória afetiva, nesse contexto, revela-se mais poderosa do que qualquer construção racional.
É nesse ponto que a reflexão de Axel Munthe se insere com notável precisão. Ao afirmar que * " Prefere confiar em seu cão a confiar no ser humano " , o médico e pensador não profere um juízo de misantropia, mas uma constatação ética fundada na observação da realidade. Sua experiência com o sofrimento humano ensinou-lhe que a razão, quando desvinculada da integridade moral, converte-se em instrumento de dissimulação. O cão, ao contrário, desconhece a duplicidade. Sua fidelidade não é estratégica, mas essencial.

A frase de Munthe revela uma crítica severa à condição humana moderna. O homem, dotado de linguagem, inteligência e consciência, frequentemente utiliza tais atributos para justificar a traição, disfarçar interesses e legitimar a ruptura dos vínculos. O animal, desprovido dessas faculdades, conserva uma coerência ética que o eleva moralmente. Ele não promete, mas cumpre. Não calcula, mas permanece. Não racionaliza, mas é fiel.
Há, portanto, uma convergência profunda entre a figura de Argos e a reflexão de Munthe. Ambos denunciam a fragilidade moral do homem civilizado e exaltam uma fidelidade que não depende de convenções sociais, mas de uma adesão silenciosa ao outro. Essa fidelidade não se anuncia, não se exibe, não se justifica. Ela simplesmente é.
Assim, a história de Argos e a sentença de Munthe convergem para uma mesma verdade essencial: a de que a grandeza moral não reside na eloquência, no poder ou na razão instrumental, mas na capacidade de permanecer fiel quando tudo convida ao abandono. Nesse sentido, o cão torna-se espelho daquilo que a humanidade perdeu ao longo de sua história. E ao contemplar esse espelho, resta ao homem reconhecer que, por vezes, a mais elevada forma de humanidade habita silenciosamente no coração de um animal.

Inserida por marcelo_monteiro_4

⁠"Você perde não por ter tentado é sim por ter desistido de tentar.

Quem é você? Amigo ou inimigo?

Se você for com ele, ninguém jamais lhe perdoará.

Amo quando teu sorriso encontra minha boca.

Inserida por ednafrigato

Como o tempo você vai percebendo que a pessoa que você amava seria o seu amor eterno, mas infelizmente não passava de mais uma pessoa que apenas entrou na sua vida e te decepcionou e partiu seu coração mais uma vez.

Infelizmente você criou expectativas aonde não existia nenhuma, na vida você tem que querer bem quem te quer bem! Não busque pessoa apenas por sua aparência, corpo ou dinheiro e sim busque uma pessoa por suas qualidades e defeitos, pois ninguém é perfeito nesse mundo e ninguém jamais será perfeito para nossas vidas.

Ame na sua vida quem da vontade de amar e quem merece seu amor, pare de procurar pessoas por ai, as vezes um rostinho bonito na vida pode te custar muito caro, sabia?

A vida é cheia de surpresas e você pode se arrepender.

Natural da vida a gente sofrer, chorar e ficar para baixo, mas você supera, todos esses sentimentos existem dentro de nós, mas se não for dessa vez, não tem problema, pois um dia encontrará alguém que te mereça e corresponda esse amor.

Por mais que você já tenha se decepcionado com outras pessoas quem entra na sua vida nesse período não tem culpa do que os outros fizeram contigo no passado!

Inserida por sergiomaia

Eu já sou adulta. Decido por mim mesma.

Inserida por pensador

A vida importa. Até mais do que o amor.

Inserida por pensador

Ela parece algum tipo de desastre natural.

Inserida por pensador

Não podemos fingir que o que fazemos não causa problemas.

Inserida por pensador

Às vezes eu gostaria que a vida nunca tivesse um fim. Tudo que é bom, dizem, nunca dura.

Prince
Sometimes it Snows in April

Da compaixão espera tudo, exceto auxílio.