Soberania

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A soberania jurídica encontra seus limites na própria necessidade de convivência internacional.

A soberania deixa de ser argumento suficiente quando utilizada para justificar violações contra a pessoa humana.

A justiça internacional não elimina a soberania; procura impedir que ela seja convertida em licença para a arbitrariedade.

A verdadeira liberdade não é fazer tudo o que se quer, mas ter a soberania interior de querer sempre o que é belo, justo e elevado.

Nada na verdadeira soberania de uma nação livre, justifica a perversa politica publica da desigualdade, da mais ignorância e da deseducação.

Quando o tema é Soberania eu fico que nem bicho de prontidão para defender o ninho. É um tema que mexe com o meu emocional e o racional. Esse é um dos meus poucos lados fanáticos. Admito. Mexe comigo profundamente.

⁠Pensando por conta própria, não é possível conceber que a nossa Soberania seja ameaçada sob nossos aplausos.


A história demonstra que nenhuma nação perde sua autonomia de uma só vez, de uma hora para outra.


As grandes transformações costumam ocorrer gradualmente, muitas vezes embaladas por discursos sedutores, promessas de progresso ou narrativas que apresentam a dependência como inevitável.


O que deveria despertar vigilância acaba sendo celebrado, e aquilo que representa uma concessão de poder é frequentemente confundido com modernização, conveniência ou alinhamento estratégico.


A soberania não se resume às fronteiras físicas.


Ela se manifesta na capacidade de um povo decidir seu próprio destino, definir suas prioridades, proteger seus recursos e preservar sua identidade cultural.


Quando decisões fundamentais passam a ser condicionadas por interesses externos — sejam econômicos, políticos, tecnológicos ou ideológicos — surge um questionamento inevitável: estamos exercendo nossa liberdade ou apenas ratificando escolhas feitas por outros?


O aspecto mais preocupante não é a pressão exercida de fora, mas a naturalização dessa pressão dentro de casa.


Quando uma sociedade deixa de questionar os impactos de determinadas interferências, quando o senso crítico é substituído pela repetição de discursos prontos, arrisca-se transformar a renúncia em virtude e a submissão em consenso.


Pensar com a própria cabeça exige muita disposição para confrontar narrativas confortáveis.


Exige reconhecer que a verdadeira independência demanda muita responsabilidade, discernimento e, sobretudo, coragem para discordar.


Uma nação verdadeiramente patriota e madura não aplaude aquilo que reduz sua capacidade de decidir.


Ela debate, analisa e pondera as consequências de cada passo.


A defesa da soberania não nasce do isolamento nem da rejeição ao mundo, mas da consciência de que cooperação não significa subordinação.


Relações internacionais, acordos e parcerias são instrumentos legítimos quando preservam a autonomia das partes envolvidas.


O problema surge quando a dependência passa a ser apresentada como condição permanente e desejável.


Por isso, a reflexão necessária é simples e profunda: antes de celebrar qualquer mudança, qualquer interferência, é preciso perguntar quem ganha, quem perde e qual parcela da nossa capacidade de escolha está sendo colocada sobre a mesa.


Afinal, povos livres não entregam sua soberania por imposição, mas podem perdê-la quando deixam de percebê-la como um valor inegociável.

"Não deposite o ódio nas urnas,
deposite a Soberania!"
Haredita Angel
17.08.26

Deus está acima dos erros do homem, acima da nossa limitação existe Sua soberania, precisamos vencer nossos erros.

Inserida por PraCynthiaFerreira

O que mais impressiona-me nos evangélicos não é a soberania do amor a Deus, mas a necessidade de ser castrado por a lei de um pai, para que seus desejos possam ser perdoados por si mesmos.

Inserida por Leivanio

Humildade, me concede o espaço que vou passar com minha soberania.

Inserida por sadraquebergs

As pessoas querem a soberania de um Deus bom, sem se submeterem a ela. Pode alguém usufruir dos direitos de um Governo sem ser cidadão deste?

Inserida por GustavoLacerda

SUFRÁGIO UNIVERSAL = SUFRÁGIO MINORITÁRIO + SUFRÁGIO MAJORITÁRIO

SOBERANIA é o exercício da autoridade máxima.

POPULAR significa que a origem é o povo.

SUFRÁGIO é o processo de escolha por votos.

UNIVERSAL significa inexistência de restrição para votar e ser votado.

PARTIDÁRIO é a condição de afinidade a um ideal político.

MINORITÁRIO é o sub-grupo de cidadãos de mesmo ideal político (afiliados).

MAJORITÁRIO é o grupo de todos os cidadãos com direitos políticos (eleitores).

ELEIÇÃO é o processo de escolher ou ser escolhido por votação.

ELEIÇÃO MINORITÁRIA é o processo pelo qual o partido formado por afiliados escolhe quais candidatos do partido serão introduzidos nas urnas eletrônicas.

ELEIÇÃO MAJORITÁRIA é o processo pelo qual os eleitores outorgam mandatos por votação.


OBSERVAÇÃO:

É importante que todos saibam que ELEIÇÕES MINORITÁRIAS praticadas no Brasil não são "eleições minoritárias", mas sim, "reuniões de caciques".

São os caciques dos partidos quem escolhem os candidatos para serem inseridos nas urnas eletrônicas.

Nem mesmo os "convencionais municipais" são escolhidos pelos afiliados.

Sobra aos afiliados tão somente fazer marketing dos cumplices dos caciques.

E aos eleitores resta outorgarem mandatos, pensando que de que estão escolhendo seus representantes, em uma "ilusão da escolha".

Finalizando, universal é um conceito de dificil compreensão, mas facilmente entendido pelo seu antônimo: "restrito".

Um cidadão não pode ter o direito de ser votado restringido "monocráticamente" ou por "colegiados".

1) Um cidadão não pode ser impedido de afiliar-se a um partido político de sua afinidade.

2) Um afiliado não pode tornar-se convencional municipal se não for eleito por sufrágio entre afiliados com mesmo municipio eleitoral.

3) Um convencional municipal não pode tornar-se convencional estadual se não for eleito por sufrágio entre convencionais com mesmo unidade federativa eleitoral.

4) Um convencional federal não pode tonar-se convencional federal se não for por sufrágio entre convencionais da mesma federação eleitoral.

Inserida por JulioAuler

Distante de qualquer impulso político ou de estar a favor de soberania de sexo, agora, eu lanço no universo que todos lembrem sempre e de alguma forma que possam contribuir para o mundo o que eu existe de mais belo no "eu" relativo, "ser" e no "estar" para com o outro, sobretudo o respeito e independente do rosa porque precisamos de mais respeito do que o rosa.

Inserida por Nanbass

Soberania sem sabedoria não significa ser digno de algo, significa ser malicioso para outros.

Inserida por MarcosGabriel

OS BONS
As pessoas boas.
Tudo são por elas.
Clamo a sua soberania.
Enquanto eles pedem clemência na guerra.

Não fizeram nada.
Choram pelos cantos.
Não realizaram seus sonhos.
E ainda sonham.

Que maldade te traz esse roteiro.
São os bons que morrem primeiro.
Sua barba branca é longa.
Como a extensão dos seus pecados.

Nos verões sofrem queimaduras.
Nos infernos hipotermias.
Na primavera trabalham duro.
Nem contemplam as margaridas.

Flores ganham quando morrem.
Aí os doam coroas.
Aí então os deixa ter um pedacinho de terra.
Eu acreditei que eras o belo sonho comunista.

Eu acreditei na sua paixão.
Eu acreditei em tudo .
Foi em vão.
Os bons enfim não duraram.

Inserida por DanielaPriscila

"Que a nossa soberania seja cultivada, preservada, e respeitada no dia-a-dia pela nação brasileira, por nossas forças armadas, resguardando diuturnamente nossas fronteiras terrestres, nosso espaço aéreo, linha costeira, ilhas e mar territorial, pois a história nos ensina, ao longo dos séculos, que todo país que foi complacente com sua soberania, com seu espaço vital, valores e costumes, sucumbiu perante o interesse geopolítico de outras nações, foi subjugado e desapareceu do mapa mundial. O preço da soberania de uma nação é assegurado por um somatório de fatores, à saber: pela competência e primazia de sua diplomacia, por uma respeitável força de dissuasão, e, a eterna vigilância de seu povo."

Inserida por Infinitum1959

CUIDADO, A SOBERANIA DE DEUS, NÃO ANULA A RESPONSABILIDADE HUMANA, O Amanhã será apenas o resultado do que você está fazendo hoje.

Inserida por ClaudioPeixoto

A vontade é mãe da genialidade, pai da soberania e filha do poder.

Inserida por PablodePaulaBravin

O exercício da soberania(democracia) no nosso país acontece por meio do sistema semi-direto/semi-indireto(sistema misto), pelo qual, às vezes, excepcionalmente, exercemos direto e indiretamente o nosso poder(soberania-democracia) – Constituição Federal de 1988, artigo 1º, Parágrafo único: “todo o poder emana do povo, que o exerce por meio de representantes eleitos, ou diretamente, nos termos desta Constituição”. Neste sentido, o exercício da soberania é feito, como regra, pelos representantes eleitos(sistema indireto), e, como exceção, pelo povo(sistema direto). As situações em que o povo decide diretamente as questões do Estado estão presentes no texto do artigo 14, incisos I a III, da Constituição Federal("Art. 14. A soberania popular será exercida pelo sufrágio universal e pelo voto direto e secreto, com valor igual para todos, e, nos termos da lei, mediante: I - plebiscito; II - referendo; III - iniciativa popular"). Plebiscito é uma situação onde o governo expõe ao povo duas alternativas(ex: optar entre parlamentarismo ou presidencialismo). No caso de referendo, o governo expõe ao povo uma questão(ex: campanha do desarmamento – os cidadãos decidirão contra ou a favor da proposta). Quanto à iniciativa popular, trata da possibilidade do próprio povo elaborar projeto de lei.

Tendo em vista os demais sistemas políticos criados, sim, a democracia se apresenta como sendo o de caráter mais justo. Se bem que, entre a realidade e o que está no papel, mesmo que este seja um sistema de governo que prega, sobretudo, a igualdade entre os cidadãos, acaba que, na maioria das vezes, indo contrário a esta ideologia. Quem está no poder são os que sempre estiveram no poder. Aliás, em se tratando de política, atualmente, o que parece existir é apenas isto, - a busca pelo poder. Políticos, sobretudo, os que compõem o legislativo, candidatam-se, recandidatam-se, várias e várias vezes. Não sou contrário a isto. Penso que, assim como os ingleses, que pensaram no parlamentarismo, “um bom rei, deve permanecer no trono, mas, um mau rei, deve perder o direito à coroa”. Contudo, muitos destes políticos estão mais interessados na remuneração e no poder que o cargo lhes confere. Por conseguinte, a corrente de defesa dos interesses coletivos se apresenta, em muitos casos, como uma piada. Bem, há tantas piadas pelo Brasil a fora, isto não seria nenhuma novidade. Em se tratando de “piada”, parafraseando um trecho do texto feito pelo humorista brasileiro Danilo Gentili, solto o verbo: “Num país socialista quem rouba o povo é o governo. Num país capitalista, quem rouba o povo são os grandes empresários. Ora, o meu sonho é de um dia ser roubado por apenas uma destas partes, pois no Brasil parece que o governo e os grandes empresários se juntaram para roubar o povo.” Ah! Eu me considero um idealizador, mas, deixem eles... Ainda irão reconhecer que os pobres existem para dar esmolas aos ricos.

Todavia, o que fazer diante de um povo cada vez mais desinteressado por política? Entanto, Platão já havia dado a resposta a este tipo de pergunta: "Não há nada de errado com aqueles que não gostam de política, simplesmente serão governados por aqueles que gostam." De certa forma, se analisar mais a fundo, a culpa não é exclusivamente destes cidadãos. O sistema os fez assim. Logo, esta grande maioria não passa de vítimas deste abandono histórico do Estado, que, na sua competência, deveria investir em saúde, moradia, segurança,... Mas, principalmente, na minha opinião, em educação e trabalho. Educação daria a principal liberdade de que o homem precisa. É o conhecimento que torna os homens realmente livres. Outrossim, o trabalho com remuneração digna, daria aos cidadãos uma liberdade material e, voltando à política, a possibilidade real de acabar com esta dependência para com esses administradores corruptos e exploradores.

Por fim, considero importante enfatizar que a democracia não se restringe apenas à participação maior ou menor no poder. É também controle dos governantes pelos governados!

Inserida por alantrindade