Soberania
A Dialética do Abismo: O Despertar da Soberania
Falar da sombra é, antes de tudo, reconhecer a dualidade que nos fundamenta. Ela não é um acidente de percurso, mas a própria substância do nosso ser — o antagônico que vive nas frestas da nossa consciência. Por muito tempo, a ingenuidade nos serviu de escudo; acreditávamos na ficção de uma identidade solar, enquanto enterrávamos o "outro" em nós sob o solo do esquecimento. Mas o recalcado não morre; ele aguarda o gatilho, o instante em que a vida, em sua irônia implacável, nos obriga ao confronto.
Vivemos sob a ilusão do acaso. Atribuímos ao destino, aos outros ou à má fortuna os naufrágios que nós mesmos projetamos. É a náusea sartreana: o desconforto de perceber que nossa liberdade é absoluta e nossa responsabilidade é total. Descobrimos que a "demência" é fluida — somos os arquitetos das situações que nos aprisionam. Provocamos o caos para validar nossa escuridão e, depois, de forma ignóbil, miramos a flecha contra o próprio peito.
O cordão umbilical com o pensamento mágico foi cortado. Resta-nos a solidão da vida adulta: uma sincronicidade austera onde o mundo não é algo que nos acontece, mas algo que coautoriamos. Hoje, a soberania nasce no intervalo. Entre o impulso bruto e a ação consumada, abriu-se um espaço de lucidez técnica. O "final trágico" — a ressaca moral e a dissipação da energia — agora é uma premonição que nos protege.
Neste diálogo, o tempo deixa de ser um carrasco e torna-se testemunha. Cada vez que escolhemos a diplomacia em vez da explosão, estamos reescrevendo nossa crônica pessoal. Não estamos apenas evitando uma "ressaca moral"; estamos esculpindo o próprio caráter. Afinal, a verdadeira liberdade não é fazer o que se quer, mas ter o poder de não ser escravo daquilo que nos destrói.
Entenda que quem conversa com sua sombra é sua luz. Ambas coexistem; somos dualidade pura. Jamais dissiparemos nossas trevas por completo, mas podemos adormecê-las com a presença da luz. **Não se trata de uma "cura" que elimina a treva, mas de uma diplomacia interna. Quando a luz conversa com a sombra, a consciência define-se como esse mediador que não nega a existência do oposto, mas que escolhe qual força terá a palavra final na ação.** A intenção não é encontrar um mundo de claridade absoluta onde tudo é belo, mas encontrar o equilíbrio real naquilo que sabemos que existe: nossa própria sombra.
Confronte-a. Puxe a cadeira, mande-a sentar e converse com ela. Ao final, seus medos perdem a força, pois você estará diante do seu espelho vivo. Desse confronto, você não sairá perfeito, mas sairá mais fortalecido, integrado e, finalmente, seguro de si.
Ysrael Soler
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A única forma de exercer nossa soberania e a verdadeira liberdade em nossa nação continental, é pela exaltação constante de nossa verdadeira historia, pelo culto ao comportamento cívico e o personalíssimo proposito de fortalecer nossa própria identidade com nossas festas, crenças e costumes, diferenciando nos e blindando nos de todas as culturas de todos os lugares do planeta.
Deuses miticos da polinização da democracia atentam a soberania.
Roem os paises bebem o petróleo e a riquezas de um povo.
Fazem suas leis roem as almas e os espíritos cujo o ideal de liberdade é um jogo de futebol.
Pensando por conta própria, não é possível conceber que a nossa Soberania seja ameaçada sob nossos aplausos.
A história demonstra que nenhuma nação perde sua autonomia de uma só vez, de uma hora para outra.
As grandes transformações costumam ocorrer gradualmente, muitas vezes embaladas por discursos sedutores, promessas de progresso ou narrativas que apresentam a dependência como inevitável.
O que deveria despertar vigilância acaba sendo celebrado, e aquilo que representa uma concessão de poder é frequentemente confundido com modernização, conveniência ou alinhamento estratégico.
A soberania não se resume às fronteiras físicas.
Ela se manifesta na capacidade de um povo decidir seu próprio destino, definir suas prioridades, proteger seus recursos e preservar sua identidade cultural.
Quando decisões fundamentais passam a ser condicionadas por interesses externos — sejam econômicos, políticos, tecnológicos ou ideológicos — surge um questionamento inevitável: estamos exercendo nossa liberdade ou apenas ratificando escolhas feitas por outros?
O aspecto mais preocupante não é a pressão exercida de fora, mas a naturalização dessa pressão dentro de casa.
Quando uma sociedade deixa de questionar os impactos de determinadas interferências, quando o senso crítico é substituído pela repetição de discursos prontos, arrisca-se transformar a renúncia em virtude e a submissão em consenso.
Pensar com a própria cabeça exige muita disposição para confrontar narrativas confortáveis.
Exige reconhecer que a verdadeira independência demanda muita responsabilidade, discernimento e, sobretudo, coragem para discordar.
Uma nação verdadeiramente patriota e madura não aplaude aquilo que reduz sua capacidade de decidir.
Ela debate, analisa e pondera as consequências de cada passo.
A defesa da soberania não nasce do isolamento nem da rejeição ao mundo, mas da consciência de que cooperação não significa subordinação.
Relações internacionais, acordos e parcerias são instrumentos legítimos quando preservam a autonomia das partes envolvidas.
O problema surge quando a dependência passa a ser apresentada como condição permanente e desejável.
Por isso, a reflexão necessária é simples e profunda: antes de celebrar qualquer mudança, qualquer interferência, é preciso perguntar quem ganha, quem perde e qual parcela da nossa capacidade de escolha está sendo colocada sobre a mesa.
Afinal, povos livres não entregam sua soberania por imposição, mas podem perdê-la quando deixam de percebê-la como um valor inegociável.
Quando o tema é Soberania eu fico que nem bicho de prontidão para defender o ninho. É um tema que mexe com o meu emocional e o racional. Esse é um dos meus poucos lados fanáticos. Admito. Mexe comigo profundamente.
Deus está acima dos erros do homem, acima da nossa limitação existe Sua soberania, precisamos vencer nossos erros.
O que mais impressiona-me nos evangélicos não é a soberania do amor a Deus, mas a necessidade de ser castrado por a lei de um pai, para que seus desejos possam ser perdoados por si mesmos.
As pessoas querem a soberania de um Deus bom, sem se submeterem a ela. Pode alguém usufruir dos direitos de um Governo sem ser cidadão deste?
SUFRÁGIO UNIVERSAL = SUFRÁGIO MINORITÁRIO + SUFRÁGIO MAJORITÁRIO
SOBERANIA é o exercício da autoridade máxima.
POPULAR significa que a origem é o povo.
SUFRÁGIO é o processo de escolha por votos.
UNIVERSAL significa inexistência de restrição para votar e ser votado.
PARTIDÁRIO é a condição de afinidade a um ideal político.
MINORITÁRIO é o sub-grupo de cidadãos de mesmo ideal político (afiliados).
MAJORITÁRIO é o grupo de todos os cidadãos com direitos políticos (eleitores).
ELEIÇÃO é o processo de escolher ou ser escolhido por votação.
ELEIÇÃO MINORITÁRIA é o processo pelo qual o partido formado por afiliados escolhe quais candidatos do partido serão introduzidos nas urnas eletrônicas.
ELEIÇÃO MAJORITÁRIA é o processo pelo qual os eleitores outorgam mandatos por votação.
OBSERVAÇÃO:
É importante que todos saibam que ELEIÇÕES MINORITÁRIAS praticadas no Brasil não são "eleições minoritárias", mas sim, "reuniões de caciques".
São os caciques dos partidos quem escolhem os candidatos para serem inseridos nas urnas eletrônicas.
Nem mesmo os "convencionais municipais" são escolhidos pelos afiliados.
Sobra aos afiliados tão somente fazer marketing dos cumplices dos caciques.
E aos eleitores resta outorgarem mandatos, pensando que de que estão escolhendo seus representantes, em uma "ilusão da escolha".
Finalizando, universal é um conceito de dificil compreensão, mas facilmente entendido pelo seu antônimo: "restrito".
Um cidadão não pode ter o direito de ser votado restringido "monocráticamente" ou por "colegiados".
1) Um cidadão não pode ser impedido de afiliar-se a um partido político de sua afinidade.
2) Um afiliado não pode tornar-se convencional municipal se não for eleito por sufrágio entre afiliados com mesmo municipio eleitoral.
3) Um convencional municipal não pode tornar-se convencional estadual se não for eleito por sufrágio entre convencionais com mesmo unidade federativa eleitoral.
4) Um convencional federal não pode tonar-se convencional federal se não for por sufrágio entre convencionais da mesma federação eleitoral.
Distante de qualquer impulso político ou de estar a favor de soberania de sexo, agora, eu lanço no universo que todos lembrem sempre e de alguma forma que possam contribuir para o mundo o que eu existe de mais belo no "eu" relativo, "ser" e no "estar" para com o outro, sobretudo o respeito e independente do rosa porque precisamos de mais respeito do que o rosa.
OS BONS
As pessoas boas.
Tudo são por elas.
Clamo a sua soberania.
Enquanto eles pedem clemência na guerra.
Não fizeram nada.
Choram pelos cantos.
Não realizaram seus sonhos.
E ainda sonham.
Que maldade te traz esse roteiro.
São os bons que morrem primeiro.
Sua barba branca é longa.
Como a extensão dos seus pecados.
Nos verões sofrem queimaduras.
Nos infernos hipotermias.
Na primavera trabalham duro.
Nem contemplam as margaridas.
Flores ganham quando morrem.
Aí os doam coroas.
Aí então os deixa ter um pedacinho de terra.
Eu acreditei que eras o belo sonho comunista.
Eu acreditei na sua paixão.
Eu acreditei em tudo .
Foi em vão.
Os bons enfim não duraram.
"Que a nossa soberania seja cultivada, preservada, e respeitada no dia-a-dia pela nação brasileira, por nossas forças armadas, resguardando diuturnamente nossas fronteiras terrestres, nosso espaço aéreo, linha costeira, ilhas e mar territorial, pois a história nos ensina, ao longo dos séculos, que todo país que foi complacente com sua soberania, com seu espaço vital, valores e costumes, sucumbiu perante o interesse geopolítico de outras nações, foi subjugado e desapareceu do mapa mundial. O preço da soberania de uma nação é assegurado por um somatório de fatores, à saber: pela competência e primazia de sua diplomacia, por uma respeitável força de dissuasão, e, a eterna vigilância de seu povo."
CUIDADO, A SOBERANIA DE DEUS, NÃO ANULA A RESPONSABILIDADE HUMANA, O Amanhã será apenas o resultado do que você está fazendo hoje.
