So Nao Muda de Ideias que Nao as tem
Talvez eu não saiba viver nesse louco mundo em que o amor ao outro só se constrói em momentos bons, talvez eu não saiba ser tão individualista e não seja capaz de me ver como o centro do universo e tenha a capacidade de reconhecer que diariamente irei precisar de alguém.
Talvez eu ainda viva 50 anos de minha vida com a bondade de fazer de tudo por alguém e o pensamento que presença em relacionamento, familia e amigos não é somente na hora boas e felizes mas também nas horas ruins.
Talvez como dizem o erro seja meu, em achar que alguém sera por mim tudo aquilo que sou a todos que tenho amor.
Talvez o erro esteja em mim como dizem por achar que as relações com as pessoas são movidas por altos e baixo e a companhia de alguém na dificuldade é o que ira te fazer melhor.
Talvez eu não entenda, não me enquadre ou seja capaz de não permitir que alguém que juro amor não dependa de mim. Talvez seja a minha incapacidade de aceitar alguém dizer que não devo esperar sua ajuda ou companhia nos momentos difíceis mas que nos bons sempre estarão presente, alias, para esse mundo as relações entre as pessoas ( amigos, namoro, casamento, família) só existem a necessidade de sua presença em nossas vidas nos momentos bons.
Talvez eu nunca aprenda, ou seja capaz de me enquadrar nesse novo mundo. Talvez eu sofra ainda muito por isso. Mas sei que no mundo em uma determinada hora aparecera assim pra mim, que não pertença a esse novo mundo onde pessoas diariamente não entendem o valor e o significado do amor, da vida, da união, do companheirismo e do sentimento que cada um traz dentro de si.
As. Vezes o sentido da vida não deve ser lá um enigma que jamais será revelado.
As vezes só temos que parar de ser ignorantes e parar de destruir uns aos outros com guerras.
Ai talvez encontraremos o sentido da vida.
Paz no mundo.
Não se iluda! O que você vê são só superficialidades. Um rosto escondido por pinceladas densas de maquiagem, e um corpo envolto em finas rendas e gestos delicados. Ninguém consegue mergulhar até o fundo da alma de uma mulher. 20/06/2015
Do amanhã, só dúvidas.
Não me importo com o que venha.
Quero apenas dias felizes e ao lado de pessoas que me façam dar minha melhor gargalhada.
Chega de dias nublados e tristes.
Chega de lágrimas nos olhos e sentimentos de culpa.
Culpa????
Culpa de que???
Do passado e do destino só eu sei do meu.
Do amanhã....vamos esperar.
Não sei explicar o que os meus sentimento dizem,so sei dizer que o seu beijo tocou me mas não so os meus lábios,mas também o meu coração e ao ser beijado por você sinto uma,secção maravilhoso por viver momento especial por isso com tigo gostaria de ganhar para sempre seus beijo tão suaves para poder ter em dobro o sorriso dentro do meu coração
"Você não precisa se multiplicar pra conseguir o que quer. Você só precisa ter foco, sabedoria, garra e determinação. Ahhh... Um pouquinho de humildade sempre ajuda também."
Hoje só aprendi isso da vida: que não da pra anular o "eu", fingir que não existo ou querer nunca ter existido. Existo e pronto. Não adianta tentar fugir da vida porque ela não tem saída. Estamos aqui simplesmente porque estamos, não adianta correr.. rsrss.. ou você aprende a viver ou vive sem aprender. Mas não há como sumir...
Cada salvador da humanidade só se tornou um bem-aventurado por ter trilhado o próprio caminho e não uma senda traçada e sinalizada.
Não levou muito tempo para eu perceber que o tempo passa em pouco tempo, e em todo tempo só não passa a eternidade; passa o tempo com o vento e também a tempestade, passam as coisas passageiras, a mentira, mas não passa a verdade; passam as coisas tão ligeiras, que me passa até a vontade; bobeira é passar a vida inteira morando numa só cidade; bobeira é ficar de bobeira e deixar passar a oportunidade, afinal, o tempo passa à vontade; passa só p'ra cozinheira auxiliar que tem vontade; passa o trampo p'ra empreiteira, que o pedreiro tá na maldade; passa o cargo p'ro palhaço que tem mais humanidade, pois, na pátria já passaram a rasteira, passaram o rodo; passa a Mangueira, passa a Vai-Vai, passa a Mocidade... Olha só! É carnaval! Estão sambando na cara da sociedade... Enquanto tudo passa mal, por onde passa a honestidade?
Deixa essa ventania passar e levar tudo!
Quando o vento fraco retorna ele te trará não só as folhas caídas ao chão,
Mas sim tudo de verdadeiro e singelo que a ventania não conseguiu arrastar! ⚓️
O encontro do menino apaixonado com dona morte
Caros colegas de classe
Não sou do sertão nascida
Por isso peço licença aos mestres
Para falar da cultura escolhida
Vou lhes contar sobre uma arte
Que também imita a vida
Essa arte com o tempo
Vem sofrendo mudanças
O cordel da nossa lembrança
Já está nos livros e no computador
E até nas universidades,
Na mesa do professor doutor!
Mas muita gente ainda canta
Muita gente ainda gosta de pendurar
Suas histórias em um varal
Pra o povo poder comprar
E quem duvida pode ir buscar
Na terra de painho que vai encontrar
Em toda minha pesquisa
Pra fazer essa lição, surgiu uma questão
Se o sapo pula não é por boniteza
E sim por precisão
E se o povo ainda canta
É porque não se cala o coração
Se num mundo com tanta tristeza
O sapo continua a pular, tenho algo a declarar
Como diria um grande mestre
Que também é grande artista
Se não acreditássemos num futuro melhor
Ninguém iria ao dentista.
E foi pensando nisso que eu decidi contar
A história de um menino
Que botou dona morte pra correr
Lhe contanto das maravilhas
Que a vida pode ter
Magro, franzinho, briguento e calado
De cara fechada, sozinho e invocado
Vivia no sertão e morava na estrada
Brincava de bola com os meninos da vila
E quando se machucava fingia que não doía.
O menino era forte, corria em disparada
Se a bola ia descendo os barrancos da chapada
Era um menino sozinho, o menino do agreste
Que conhecia todos os passarinhos
Que cantavam nesse nordeste
Ele se exibia dizendo:
Quiriri, Sabiá azulão e maguari
Jaçanã, Tuim, Beija flor e Saí
Bico-chato-de-orelha-preta
Biguá e bem-te-vi
Talhamar , Xexéu, Sacua, Siriri
Pica-pau , Mão da lua, Savacu e Sanhaçu
.
Tinha boa memoria, gostava de lembrar
O nome das belezas da natureza do seu lugar
Ele mesmo não tinha nome
E por ser magro e nanico,
Chamaram o menino
De zézinho tico-tico
Não tinha outro nome
Então ficou assim mesmo
Brincando na estrada,
Andando a esmo
Sonhar enquanto trabalhava a enxada
Era seu jeito de espantar o medo
Não tinha chinelo de dedo
Mas ia pra escola sem ninguém mandar
Achava ruim bronca de professora
Sem saber o que o futuro iria guardar,
Até que o menino sem pai nem mãe
Foi de vez pra roça trabalhar
Acabou-se a brincadeira nessa vida sofrida
Ele trabalhava pra ganhar
Um prato de comida
E um teto pra dormir
Com um buraco pra ver as estrelas
Depois que a noite cair.
Um dia sozinho, andando no mato
Muito cansado pelo dia de trabalho
O menino viu uma dona de preto
E como menino, se viu sozinho e com medo
A dona morte se aproximou
E de espreita ao menino perguntou:
“Ainda não está cansado da vida?
Trabalha, trabalha e quase não tem comida!
O que o mundo tem pra te dar
Se é sozinho sem família e sem lar?
Achei boa hora vir te buscar
Anda, conhecer o lado de lá”
O menino pensou bastante
Não sabia por que vivia,
Porque ir adiante? Se nada de bom acontecia?
Mas então lembrou do céu de estrelas
No buraco em cima da cama
Tinha coisa mais bonita
Do que o céu que a gente ama?
“Dona morte eu não quero
Tem alguém a me esperar
As estrelas em cima da minha cama
Que eu tenho que espiar
E de dia tem os passarinhos e as belezura do sertão
A gente pensa que tá ruim
E depois que olha fica bão
A vida eu vô levando
Acho que tá meio cedo pra eu morre
Quero ver mais um pouquinho
As estrelas e o sol nascer
Tudo tem sido ruim
Mas eu sei que vai miora
Até já me disse um conselheiro
Que o sertão vai virar mar
Parece que hoje em dia
Tá mais pro mar virá sertão
E eu nem sei como ajudar
No meio dessa confusão
Só lhe peço dona morte
Não me leve agora não
Eu ainda tenho que namorar
As estrelas do sertão
Te peço de coração
pois minha vida tem valor
Que ver eu lhe provar?
Posso lhe dizer com amor
As beleza desse lugar”
E o menino pois se a falar
Do pé de laranjeira boa de chupar
Falou do buriti do caju e do sapoti
Do pequi do bacuri do umbu e do oiti
Falou da fruta pão, da manga, do cajá
E também do caju, fruta boa pra amarra
Falou da cana caiana
e da mandioca que dá farinhada
do milho do arroz e da fava
Dos coqueiros e das palmeiras
Onde a sabiá cantava
Contou do babacá e da carnaúba
Do tucum preto e da macaúba
Do voo do bem-te-vi
Que descansa e cantarola
Na palha do miriti
Ao som de sanfona e viola
O menino explicou pra morte
Que tinha muito pra aproveitar
E que nessa terra tinha sim
Uma família para cuidar
E que estava ameaçada
Precisando dele com certeza
Pois sua mãe de verdade era mãe natureza
Que muito tinha o ajudado
Até a mostrar pra Dona Morte
As belezas desse seu lado
“Te peço não me leve embora Dona Morte
Pois amanhã cedo tenho que estar acordado!”
Dona morte foi-se embora
Pois descobriu o menino apaixonado
Pelas riquezas da natureza
E pelas belezas do seu estado
E hoje ele agradece por ser nordestino
E viver seu destino, nesse chão abençoado
Essa foi minha narrativa
De vocês eu me despeço
Como a mensagem positiva
De um menino muito esperto
Espero que a gente
Sempre possa valorizar
O privilégio que é a vida
Amando e cuidando do nosso lugar
Tive as piores dores...tenho os melhores conselhos.
Só não acredito mais ao ponto de me entregar, mas acredito nos relacionamentos dos outros.
Falta só vc atender o telefone, dizer uma ótima tarde como vc vai há quanto tempo não se falamos, como vai seus dias.
