So Nao Muda de Ideias que Nao as tem
Não chame uma pessoa de “burra”, porque o animal que tem esse nome é muito inteligente.
Não chame uma pessoa de “toupeira”, porque ela é extremamente adaptada e evoluída para sua sobrevivência.
Não chame uma pessoa de “rato”, porque ele esta apenas com fome, e pega sua comida bem rápido, para sustentar seus filhotes.
Para finalizar, não culpe os animais pelos erros humanos...
Tudo tem solução, até mesmo a morte. A única coisa que não tem solução é um homem que tende a praticar o mal mesmo sabendo estar errado, sem refletir.
Conviver com uma pessoa negativa é como tomar pequenas doses diárias de veneno: não tem afeta instantaneamente, mas a longo prazo é fatal! Mais importante que benefícios e palavras bonitas é a sua saúde mental.
Meus olhos querem chorar
Não tem motivo qualquer,
Acho que lembrei-me de alguma bela mulher
Mulher é esta tão bela,
Que os olhos doem de ver...
Mulher é esta tão bela,
Que a dor não cansou de doer
E dói dói dói
Dói tanto de dar dó,
Pena tenha de mim,
Mulher, Mãe e Avó.
Não se preocupe que o tempo é inimigo dos que estão com pressa. Mas para quem tem paciência e sabe esperar ele é companheiro.
A vida não é um jogo para desperdiçar seu tempo fazendo coisas inúteis, não tem como recuperar o tempo perdido!
Se quiser saber o valor de alguém, concentre-se no que ela não tem, não no que ela tem.
TEM GENTE AQUI...
Tem gente aqui que chora todas as noites, por não mais poder ter a companhia do esposo amado, para falar dos planos de casa com os filhos, para falar das alegrias.
Tem gente aqui que de manhã chora por não mais ter a mãezinha tão amada para aquele cafezinho e o "Deus te abençoe filho, vai com Deus "
Há lágrimas presentes das vovós e vovôs saudosos, que lembram os netos que se foram com a tristeza imensurável e não mais os poder ter em casa para alegrar a velhice.
Tem quem lamentar não poder mais ter a chance de pedir um perdão, outros choram por um filho ou uma filha que se foi, vendo fotos e esperando um dia uma carta.
Tem pais que ao aproximar do dia dos pais sentem a falta do "papai" pedindo proteção, mães que já não podem sentir o abraço afetuoso do filho a sempre pedir " mãe, mamãe "
Cada situação e uma situação , dores diversas, mas o que temos aqui, aqui hoje, é também a presença daqueles que nos ama, sejam eles nossos entes ou aqueles que vem do plano espiritual, envolvidos pelo mais puro amor da beneficência e da caridade para nos dar o abraço, o amparo enviado por Deus.
Se sentimos tristes em não receber um recado, seja qual for, o mundo pede nos para seguir, a tantos outros filhos para cuidar, outros pais, outras mães .
Tem gente aqui que precisa simplesmente de um abraço
Tem gente aqui que precisa de ser mais feliz
Todos nós precisamos.
Então aprendemos nessa noite, que além de nossa dor, tem gente aqui que dói mais, e tem gente aqui que precisa de mais de nós
Paz é uma mentira, só existe paixão.
Através da paixão, ganho força.
Através da força, eu ganho poder.
Através do poder, eu ganho a vitória.
Através da vitória, minhas correntes são quebradas.
A força me libertará.
Eu pareço observadora, mas é só desatenção.
Pareço metida, mas é só timidez.
Pareço drogada, mas é só falta de vitamina.
Pareço criativa, mas é só infantilidade.
Pareço grossa com quem eu gosto, mas é só vontade de cuidar.
Às vezes pareço até inteligente, mas é só sorte.
Acabei de descobrir que não sou uma pessoa transparente.
RONDÓ DE MULHER SÓ
Estou só, quer dizer, tenho ódio ao amor que terei pelo desconhecido que está a caminho, um homem cujo rosto e cuja voz desconheço.
Sempre estive duramente acorrentada a essa fatalidade, amor. Muito antes que o homem surja em nossa vida, sentimos fisicamente que somos servas de uma doação infinita de corpo e alma.
O homem é apenas o copo que recebe o nosso veneno, o nosso conteúdo de amor. Não é por isso que o homem me atemoriza, quando aqui estou outra vez, só, em meu quarto: o que me arrepia de temor é este amor invisível e brutal como um príncipe.
Quando se fala em mulher livre, estremeço. Livre como o bêbado que repete o mesmo caminho de sua fulgurante agonia.
A uma mulher não se pergunta: que farás agora da tua liberdade? A nossa interrogação é uma só e muito mais perturbadora: que farei agora do meu amor? Que farei deste amor informe como a nuvem e pesado como a pedra? Que farei deste amor que me esvazia e vai remoendo a cor e o sentido das coisas como um ácido? É terrível o horror de amar sem amor como as feras enjauladas.
É quando o homem desaparece de minha vida que sinto a selvageria do amor feminino. Somos todas selvagens: são inúteis as fantasias que vestimos para o grande baile. Selvagem era a romana que ficava em casa e tecia; selvagens eram as mulheres do harém, as mais depravadas e as mais pudicas; selvagem, furiosamente selvagem, foi a mulher na sombra da Idade Média, na sua mordaça de castidade; mesmo as santas - e Santa Teresa de Ávila foi a mais feminina de todas - fizeram da pureza e do amor divino um ato de ferocidade, como a pantera que salta inocente sobre a gazela. E selvagem sou eu sob a aparência sadia do biquíni, olhando a mecânica erótica de olhos abertos, instruída e elucidada. Pois não é na voluntariedade do sexo que está a selvageria da mulher, mas em nosso amor profundo e incontrolável como loucura. O sexo é simples: é a certeza de que existe um ponto de partida. Mas o amor é complicado: a incerteza sobre um ponto de chegada.
Aqui estou, só no meu quarto, sem amor, como um espelho que aguarda o retorno da imagem humana. O resto em torno é incompreensível. O homem sem rosto, sem voz, sem pensamento, está a caminho. Estou colocada nesse caminho como uma armadilha infalível. Só que a presa não é ele - o homem que se aproxima - mas sou eu mesma, o meu amor, a minha alma. Sou eu mesma, a mulher, a vítima das minhas armadilhas. Sou sempre eu mesma que me aprisiono quando me faço a mulher que espera um homem, o homem. Caímos sempre em nossas armadilhas. Até as prostitutas falham nos seus propósitos, incapazes de impedir que o comércio se deixe corromper pelo amor. Quantas mulheres traçaram seus esquemas com fria e bela isenção e acabaram penando de amor pelo velhote que esperavam depenar. Somos irremediavelmente líquidas e tomamos as formas das vasilhas que nos contêm. O pior agora é que o vaso está a caminho e não sei se é taça de cristal, cântaro clássico, xícara singela, canecão de cerveja. Qualquer que seja a sua forma, depois de algum tempo serei derramada no chão. Os vasos têm muitas formas e andam todos eles à procura de uma bebida lendária.
Li num autor (um pouco menos idiota do que os outros, quando falam sobre nós) que o drama da mulher é ter de adaptar-se às teorias que os homens criam sobre ela. Certo. Quando a mulher neurótica por todos os poros acaba no divã do analista, aconteceu simplesmente o seguinte: ela se perdeu e não soube como ser diante do homem; a figura que deveria ter assumido se fez imprecisa.
Para esse escritor, desde que existem homens no mundo, há inúmeras teorias masculinas sobre a mulher ideal. Certo. A matrona foi inventada de acordo com as idéias de propriedade dos romanos. Como a mulher de César deve estar acima de qualquer suspeita, muito docilmente a mulher de César passou a comportar-se acima de qualquer suspeita. Os Dantes queriam Beatrizes castas e intocáveis, e as Beatrizes castas e intocáveis surgiram em horda. A Renascença descobriu a mulher culta, e as renascentistas moderninhas meteram a cara nos irrespiráveis alfarrábios. O romancista do século passado inventou a mulherzinha infantil, e a mulherzinha infantil veio logo pipilando.
O tipos vão sendo criados indefinidamente. Médicos produzem enfermeiras eficientes e incisivas como instrumentos. Homens de negócios produzem secretárias capazes e discretas. As prostitutas correspondem ao padrão secreto de muitos homens. Assim somos. Indiquem-nos o modelo, que o seguiremos à risca. Querem uma esposa amantíssima - seremos a esposa amantíssima. Se a moda é mulher sexy, por que não serei a mulher sexy? Cada uma de nós pode satisfazer qualquer especificação do mercado masculino.
Seremos umas bobocas? Não. Os homens são uns bobocas. O homem é que insiste em ver em cada uma de nós - não a mulher, a mulher em estado puro ou selvagem, um ser humano do sexo feminino - o diabo, a vagabunda, a lasciva, o anjo, a companheira, a simpática, a inteligente, o busto, o sexo, a perna, a esportista... Por que exige de nós todos os papéis, menos o papel de mulher? Por que não descobre, depois de tanto tempo, que somos simplesmente seres humanos carregados de eletricidade feminina?
'...A pornografia é só para homens. A mulher quer ser possuída em sua abstração, em sua geografia mutante, a mulher quer ser descoberta pelo homem para ela se conhecer. Ela é uma paisagem que quer ser decifrada pelas mãos e bocas dos exploradores. Ela não sabe quem é. Mas elas também não querem ser opacas, obscuras. Querem descobrir a beleza que cabe a nós revelar-lhes.
Só depois que algumas pessoas saem de nossas vidas é que então nós percebemos que… elas poderiam ter saído bem antes.
