So Nao Muda de Ideias que Nao as tem
Quando alguém próximo a nós morre, é como se diminuísse a memória sobre nós no mundo. Uma pessoa contemporânea leva consigo muitas memórias e histórias que se perdem com o tempo. Cada amigo e pessoa amada que nos deixa é uma maneira de sentirmos a brevidade da vida, a fragilidade e a potência dos encontros, da memória e da partilha
Quero Colo
Como eu queria muito
O colo de minha mãe!
E voltar a ser criança
Novamente.
E nunca mais me soltar
Nesse mundo hostil
E ficar seguro de teu amor
Imortal que era só da gente.
E mesmo se eu correr
Por essas esquinas escuras
E ralar meus joelhos
Grito teu nome, peço socorro
Minha heroína vem a mim
Nesses encontros dramáticos
Dos caminhos que escolhi mesmo.
Hoje estou solto no mundo
Não tenho mais o colo materno
Daquela que me deu a vida
E me amou incondicionalmente.
Hoje busco outras formas de colo
No mesmo molde de ternura
Carinho, afeto e muito amor...
A felicidade de um menino
Em meu colo inexistente.
Um colo é a coisa mais importante
No que a gente possa ter na vida.
Sem falar da segurança, proteção,
Você é bem guiado e orientado
Nos domínios sombrios desta terra
E isto precisa ser mais cedo
Como tive o colo da minha mãe
Como tive o colo da minha irmã
Hoje tenho colo da minha esposa
Hoje tenho colo deste meu afã:
Quero ser muito feliz ainda,
Mas tenho muito, muito medo!
A incerteza especulando o segundo sequente ansiando o próximo passo, a insegurança aguçando os sentidos aguardando o próximo caso, a breve falta de ar seguida de calafrios e aquela angústia vinda com arrepios, muitos irão falar que é pura vaidade, prazer, ansiedade.
Você é quem realmente você é quando está sozinho, suas atitudes e seus pensamentos definem seu caráter e sua personalidade.
Se você pensa em perdoar alguém já está no primeiro estágio do perdão, pois já analisou que o ocorrido é irrelevante, diferente do que essa pessoa é para você, perdoar é divino, nos alivia a alma, o rancor e a magoa causada quem guarda somos nós e liberar isso é maravilhoso, perdoe.
A devoção, seja religiosa, política ou familiar, serve de refúgio diante da aflição que a "liberdade" nos traz.
Até quando sufocaremos relacionamentos tentando mudar a pessoa amada para reviver o amor idealizado do início do namoro?
Cada vez mais, estamos nos adaptando às demandas das entidades consumistas e, como resultado, perdendo nossa própria identidade.
Um conflito constante entre a necessidade de conviver em sociedade e os interesses pessoais de cada indivíduo.
Nossa autoavaliação positiva carece de validação externa; é crucial ter alguém que defenda nossa tese e nos apoie.
