So Nao Muda de Ideias que Nao as tem
Renúncia, silêncio, tristeza trago escondidas aqui dentro s2, para que do lado de fora eu consiga prosseguir.
NARIOU'S VÍRUS
(Poema em homenagem a mim mesma, a partir da definição de uma amiga sobre mim)
Ela veio de repente e toda sorrateira,
Como ave de rapina que cumpre sua sina,
Foi adentrando, aos poucos, os sonhos secretos e loucos
De quem se dizia são e não caía em tentação.
Ela chegou, foi chegando, e loucuras despertando,
Revelando os sonhos vividos em desejos secretos contidos.
Quem era calado falou e aos poucos se revelou.
E houve quem, sendo tímido, se viu de novo menino.
Ela parece uma ave daquelas que voam razante.
Também parece uma ursa com a fome de um gigante.
Ela gosta do proibido e põe sua vida em perigo,
Porque está sempre feliz e gosta de ser aprendiz.
Ela não é um mistério e leva o amor a sério.
Ela é pura fantasia e vive todas com alegria.
Ela sabe que a vida é breve e que só o amor é leve,
Por isso é toda intensa e as suas paixões alimenta.
O seu nome eu não revelo, porque o segredo é o seu castelo,
Mas eu digo de verdade e com a mesma intensidade:
Ela é um alegre vírus que desperta muitos suspiros,
Mas não é um vírus qualquer. É o Nariou's vírus mulher!
Nara Minervino.
Palavras são como balas, da vida
ou da morte
Expressão importante
Um mar de opções
Se abre o leque de informações
De grande saber
Se souber ler e escrever
Sem se perder
O destino nada
Como um peixe no lago
Quase imprevisível
Virando aos lados que sem disponível
E uma hora chega ao fim
Solo ou atropelado por outro
E se desfaz nas águas do impensável
Como a vida
Uma hora esquecida nas águas do lago.
Tentando fazer diferenças
Querendo ser tratado com indiferença ao próximo
Apreciando os mistérios
E tentar passar a imagem
Pois rico
É aquele que deixa de lado a ignorância
Abre a mente
Assume seus erros e riscos
E surpreende
A ser bom ele aprende
As vezes nos desleixamos na quilo devemos nos esforçar, mais é na dificuldade que aprendemos a lutar sempre, e assim conquistar um futuro melhor, mais não se desleixe, tente ir o mais fundo que puder.
Cheguei à seguinte conclusão: comecei a sair da "lama" quando passei a selecionar melhor minhas amizades e parei de andar com perdedores.
A Vida tenta nos ensinar todo dia. No entanto, podemos aprender com os sinais de alerta que ela nos "mostra" diariamente e mudar de rumo, ou podemos continuar fazendo as mesmas coisas e colhendo os mesmos resultados.
"Em cada nascer do sol enxergo a luz que brilha, guiando minha vida e minhas orações”
Ginaldi Maria de Araújo, Nen Araújo (1920-2015)
Agradeço ao Sagrado Coração de Jesus, em prece de gratidão, pelas graças alcançadas ao longo desses anos, realizando um trabalho de responsabilidade como zeladora do Apostolado da Oração.
Obrigado senhor pela disposição para trabalhar e pelo pão nosso de cada dia. Pela colheita desse ano, pela função que exerço no Colégio, pela minha saúde e de meus familiares e pelas bênçãos recebidas no amanhecer de todos os dias.
NEN ARAÚJO (1920-2015)
"
"Esses olhos que leem, acalmam o meu coração, lembrando das situações que viveram e das emoções que sentiram. São minhas luzes, minhas palavras e minha direção”.
Nen Araújo (1920-2015)
Pedido e agradecimentoa Santa Margarida Maria Alacoque
Gloriosa santa que demonstrou com sua pureza e bondade, o grande amor de Jesus Cristo pela humanidade, peço bênçãos para o Apostolado da Oração e orientação para o meu trabalho.
Imaculada santa mensageira do Sagrado Coração, agradeço a tua luz e misericórdia em nossa caminhada de evangelização.
Nen Araújo (1920-2015)
“A Evangelização é o caminho que nos aproxima de Jesus e a missão de todos aqueles que se entregam e se consagram ao Sagrado Coração”
Nen Araújo (1920-2015)
Eterna zeladora do Apostolado da Oração.
"A todos que plantam as sementes do trabalho e dignidade, possam colher em sua lavoura, muitas bênçãos de paz, amor e felicidade".
Nen Araújo (1920-2015)
A vida que você terá (colherá) futuramente dependerá única e exclusivamente do que você "plantar" hoje.
DOCES DE TOINHA
“São os doces que lhe ofereço que me fazem feliz”.
Toinha Vicentina (1911-1998)
Escritora Markenciana
